terça-feira, 30 de julho de 2013

A Justiça de Deus

Conheço pessoas que não aceitam a mensagem do evangelho por entenderem ser este algo injusto. Já ouvi muitas vezes a seguinte afirmação: “não posso crer em um Deus que manda pessoas boas para o inferno somente por não serem cristãs e outros que mataram e roubaram irem para o Céu porque se tornaram cristãos no fim da vida”. Talvez você mesmo já tenha feito esta afirmação ou até este seja o empecilho para que você tome a decisão de entregar a sua vida completamente a Cristo. Pois eu desejo lhe ajudar a compreender a justiça de Deus.
Primeiramente, é preciso definir o que faz uma pessoa ser boa. No entanto, aqui não pode haver nenhum relativismo, já que a justiça não pode ser relativa – ninguém gosta de julgamentos com pesos e medidas diferentes. Bem, nós podemos partir da ideia de que uma pessoa boa é uma pessoa que não é má, já que ser mau é o contrário de ser bom. E quem é mau? Quem faz algum tipo de maldade – que podemos definir como um ato que prejudica outra pessoa. Que tal alguém que nunca roubou ou matou? A pessoa não cometeu estas maldades. Mas, e se um homem trair sua esposa, ainda que em pensamento, ele não estará fazendo um mal para ela? Bem, então ser bom vai além de não matar ou roubar. Agora, vamos imaginar que alguém tem o costume de mentir bastante, mas aquela mentirinha boba, sabe? Será que ele é bom? Bem, a questão aqui é: o que diferencia quando uma mentira é boba, ruim ou boa? Talvez você diga: a intenção. Mas, e quando alguém mata outra pessoa sem que haja intenção (homicídio culposo) ela não prejudica outra pessoa?
Pois é, a justiça deve ser vista sem relativismo, senão não é justiça. A intenção não pode ser usada como medida para um caso e para outro não, certo? Se nós aprofundássemos esta questão veríamos que não há ninguém que seja completamente inculpável; completamente justo. Da mesma forma como não podemos dizer que 2+2=5 se comparado a 2+2=8, não podemos dizer que alguém que fez menos maldades que outro é uma pessoa boa.  2+2 é quatro e ser bom é ser totalmente inculpável, totalmente sem maldade. Assim, ser bom ou ser justo não é algo possível a nós seres humanos, uma vez que todos nós fazemos coisas más e, por conseguinte, somos todos maus.
Aliás, é isto que a Bíblia fala em Romanos 3.10-20: "Não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus. Todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer". "Suas gargantas são um túmulo aberto; com suas línguas enganam". "Veneno de serpentes está em seus lábios". "Suas bocas estão cheias de maldição e amargura". "Seus pés são ágeis para derramar sangue; ruína e desgraça marcam os seus caminhos, e não conhecem o caminho da paz". "Aos seus olhos é inútil temer a Deus". Sabemos que tudo o que a lei diz, o diz àqueles que estão debaixo dela, para que toda boca se cale e todo o mundo esteja sob o juízo de Deus. Portanto, ninguém será declarado justo diante dele baseando-se na obediência à lei, pois é mediante a lei que nos tornamos plenamente conscientes do pecado. 
Que texto duro, não?! Mas é a realidade. Nós vimos isso. E sobre a afirmação inicial, ela já muda com esta percepção que tivemos e começa a se tornar uma pergunta: “é possível crer em um Deus que manda algumas pessoas más para o inferno por não serem cristãs enquanto que outras vão para o Céu porque se tornaram cristãs?” Para responder a esta pergunta primeiro é necessário definir o que quer dizer se tornar cristão. Se tornar cristão vai além de ser chamado de cristão – o termo cristão surgiu para designar aqueles que seguiam os ensinamentos de Jesus; que eram identificados com Ele. Ser cristão então é seguir a Jesus, pertencer a Ele e viver de acordo com a Sua vontade. Ou seja, não apenas dizer crer e seguir a Jesus, mas de fato fazê-lo!
Pois bem, definido isso, o ponto central para a resposta à nossa pergunta reside em uma palavra: justificação. Continuemos no texto de Romanos 3, agora dos versículos 21-26: Mas agora se manifestou uma justiça que provém de Deus, independente da lei, da qual testemunham a Lei e os Profetas, justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo para todos os que creem. Não há distinção, pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus. Deus o ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça. Em sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; mas, no presente, demonstrou a sua justiça, a fim de ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. 
 . O termo chave aqui é justificação. A questão é: como pode alguém injusto poder ir para o junto daquele não tolera injustiça? Sendo justificado ou tornado como justo. E como isto acontece?
Imaginemos que eu roube uma galinha e seja preso por isso. Então, o juiz declara, conforme as leis do local, que para ser solto eu precise pagar uma fiança de cem reais – assim, eu já não serei mais culpado daquele delito. No entanto, eu não tinha nenhum centavo no bolso. Então alguém vem e paga o valor estipulado para que eu não tenha de pagar mais pelo crime que cometi. E assim eu sou liberto do castigo. Ou seja, eu fui justificado – tornado como justo. Mesmo tendo cometido o delito eu não estou mais passível de ser condenado por isso – o preço já foi pago. Agora, e se todas as pessoas no mundo tivessem roubado não somente uma galinha, mas um número tão grande de galinhas quanto o número de grãos de areia no deserto do Saara? Creio que todos teriam de pagar pelos seus crimes na cadeia, afinal, cada um não teria nem para pagar a sua própria fiança, imagine a de outra pessoa.
Esta é a condição de todos nós. Agora imagine que o filho do dono das galinhas, que nunca roubou nenhuma galinha, resolva pagar a fiança de todos aqueles que roubaram galinhas de seu pai, desde que creiam que foi Ele quem os libertou e agora passem a trabalhar para ele. Se a pessoa aceitar a oferta, o preço terá sido pago e ela será liberta e não terá mais sobre si a condenação. O fato é que Jesus, o Filho do dono de tudo que existe, pagou o preço com seu próprio sangue por todos aqueles que creem que Ele é o único que pode trazer libertação – Romanos 8.1 diz que “agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus”. No entanto, só é justificado quem crê – todos os outros permanecem debaixo da condenação. 1 Jo 1.8-9 nos diz: “Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.”
Assim, a afirmação que virou pergunta agora vira uma nova e maravilhosa afirmação: “é possível crer em um Deus que manda algumas pessoas más para o Céu quando todas as pessoas são culpadas e merecem o castigo eterno pelos seus delitos – isto só é possível pelo fato de terem sido justificados mediante a fé em Cristo Jesus que pagou o preço derramando seu próprio sangue em favor delas.” Como bem afirmou do rei Davi, citado pelo apóstolo Paulo em Romanos 4.7-8: “Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são perdoados. Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa”.
Deus o abençoe!

Por: Pr Cléber Ribas

terça-feira, 23 de julho de 2013

O valor da amizade

O último sábado, 20 de julho, era dia do amigo. Com certeza aqueles que lembraram desta data deram e receberam muitos abraços e felicitações. No entanto, hoje em dia há muitas pessoas que estão sós no meio de uma multidão. Pessoas que, por mais que estejam cercadas de amigos, sentem como se não tivessem verdadeiramente nenhum amigo.
Mas, afinal é importante para nós seres humanos termos amigos? Com certeza! O homem foi criado para ser social. Após ter criado o primeiro ser humano Deus deu a ele uma companheira para criar a primeira e mais importante estrutura social – a família. Gênesis 2.18 nos diz: “Então o Senhor Deus declarou: ‘Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda’”. O ser humano não foi criado para ser solitário. Fomos criados para nos relacionarmos – para termos amigos.
Mas, o que é ser amigo? Será que realmente temos tantos amigos quanto ás vezes imaginamos? Em minha vida pude aprender em momentos difíceis a conhecer o valor de uma amizade verdadeira. Provérbios 17.17 nos diz que “em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão”. O verdadeiro amigo estará com você nas horas de alegria e nas de aflição – e nestas será como irmão. Aliás, Provérbios 18.24 vai além e diz que “o homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigos mais chegado do que um irmão”. Aqui reside uma grande verdade: de nada adianta ter muitos companheiros de alegria, muitos companheiros de conversa, de roda de chimarrão e nenhum amigo de verdade.
O profeta Daniel sabia o valor de uma amizade verdadeira. Em meio às muitas pessoas que lhe cercavam quando estava na Babilônia ele procurava a seus amigos na hora da angústia e também queria o bem deles em todo tempo. Quando estava sob risco de morte ele pediu aos seus amigos que orassem por ele (Daniel 2.49). Daniel amava muito os seus amigos Hananias, Misael, Azarias. Mas Ele tinha também uma grande amizade com o Senhor Deus. Mesmo quando tornou-se proibido orar ao Senhor, já nos tempos do império Persa, Daniel não deixou de ter sua conversa com seu melhor amigo, mesmo sob risco de morte. A amizade com Deus é a mais importante e maravilhosa amizade que alguém pode ter.
Tiago 2.23 nos diz que “’Abraão creu em Deus, e isso lhe foi creditado como justiça’, ele foi chamado amigo de Deus”. Ele não desejava negociar com Deus, cobrar ou exigir algo de Deus. Ele queria a Deus e isto lhe bastava. E neste texto de Tiago reside um grande ensinamento baseado no exemplo de Abraão. Abraão não fez sacrifícios, boas obras ou qualquer outra coisa para conseguir algo de Deus, mas em retribuição ao amor de Deus ele dedicou toda a sua vida a Ele. Crer em Deus; crer em Cristo é muito mais do que acreditar na existência dele; acreditar que ele pode lhe abençoar ou pedir coisas para Ele - é dedicar toda a sua vida a aquele que lhe amou mais do que você possa imaginar.
Este amor não inicia em nós - Ele parte de Deus. Nós amamos a ele porque Ele nos amou primeiro (1 João 4.19). Nós apenas podemos responder a este tão grande amor demonstrado na cruz. Em João 15.13, Jesus diz que “ninguém tem mais amor pelos seus amigos do que aquele que dá a sua vida por eles”. Jesus Cristo morreu em uma cruz para a salvação daqueles que até então eram inimigos Dele. Sim, esta é a verdade – aqueles que não são amigos de Deus são seus inimigos. Estão debaixo da Ira de Deus. “Mas Deus demonstra o seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Romanos 5.8).
Por isso, fica a pergunta: como você tem se relacionado com Deus? Para você Ele é seu melhor amigo ou você tem negligenciado a Ele neste sentido?
Muitos tem buscado alguém que lhe traga riqueza, saúde, um trabalho, etc. Muitos tem tratado Deus como um profissional da medicina, um comerciante ou um gênio da lâmpada.
Mas o que Deus nos promete é relacionamento. Amizade eterna e verdadeira – “Deus habitará com eles. Eles serão povo de Deus, e Deus mesmo estará com eles”. Apocalipse 21.3. Relacionamento! Muitos tem buscado bênçãos de Deus, mas poucos tem buscado o Deus que abençoa! Uma amizade sincera, verdadeira e eterna é o que Deus lhe oferece nesta manhã e a partir dela, para a eternidade.
Deus o abençoe!

Por: Pr. Cléber

terça-feira, 16 de julho de 2013

Salário ou presente – o que você prefere?

Em uma cidade não muito distante uma empresa contratou muitos funcionários. Entre eles estava o Sr. Eu E. Você. Esta empresa era muito grande e de propriedade de um homem muito poderoso que diziam ser muito correto e justo - seu nome era Deus. Ninguém tinha maior poder sobre a empresa do que aquele homem. Havia também um homem que gerenciava a maior parte da empresa. Seu nome era Pecado. Tudo que ele falava os funcionários faziam, mesmo sabendo que havia alguém superior a ele que não concordaria com estas ordens - embora nem todos acreditassem na sua existência. O fato é que os funcionários gostavam das ordens do Sr. Pecado, pois elas lhes davam um prazer momentâneo, ainda que não completo. Alguns funcionários buscavam agir de forma boa e justa, embora ainda cumprissem algumas das ordens do Sr. Pecado - era o caso do Sr. Eu E. Você.

Havia também naquela empresa, no setor de Recursos humanos, uma sala pequena com uma porta também muito pequena, em que muito poucas pessoas entravam - somente aquelas que não queriam mais seguir as ordens do Sr. Pecado e não sabiam mais o que fazer. O dia do pagamento estava se aproximando e ninguém sabia ao certo qual seria o salário que receberiam - os que haviam entrado na tal sala da porta estreita diziam que não seria nada bom pois seu novo chefe havia lhes dito que alertassem aos outros. No entanto, a maioria dos funcionários do Sr. Pecado não acreditavam e desdenhavam destes.

Certo dia, o Sr. Eu E. Você ficou extremamente incomodado com os alertas dos que haviam entrado na porta estreita e também com as ordens do Sr. Pecado. As suas ordens estavam lhe consumindo. Então o Sr Eu E. Você foi à porta estreita. Muitos de seus colegas lhe disseram que não desse ouvidos aos fanáticos, mas ele seguiu em frente. E abriu a porta. Na sala estava alguém que ele não conhecia embora já tivesse ouvido falar sobre ele. Seu nome era Jesus. Quando o Sr. Eu E. Você encontrou-se com o Sr. Jesus ele jogou-se aos seus pés e disse: "Senhor, eu servi ao Pecado todo esse tempo e sei que o Sr. Deus não tolera injustiça. Tenha misericórdia de mim embora eu não mereça nada vindo do Sr. e me liberte do poder do pecado." O Sr. Jesus então disse: "Você fez bem, pois muito em breve será feito o acerto de contas com todos. Serão abertos os registros do que cada um produziu. Como todos os outros, você deveria receber o salário do Pecado, pois trabalhou todo esse tempo para ele e o salário do Pecado é a morte. Mas porque você se voltou para mim, o seu nome estará escrito no Livro dos que entraram pela porta estreita e aquilo que você fez em serviço ao pecado será desconsiderado e você terá um presente meu - a vida eterna." E o Sr. Eu E. Você passou a anunciar aquilo aos outros trabalhadores, na certeza de que viveria na morada de Deus por toda eternidade tendo um prazer e uma alegria completos.

Esta história ilustra a nossa condição. O Sr. Eu E. Você somos eu e você. A Bíblia fala em Romanos 3.23 que todos pecaram e estão separados da presença gloriosa de Deus e em Romanos 6.23 que o salário do pecado é a morte, mas o presente gratuito de Deus é a vida eterna.
A vida eterna não é pagamento por obra alguma, mas um presente de Deus. O único salário que podemos receber por nossas ações é a morte eterna – o afastamento eterno de Deus. Efésios 2.8-9 nos diz: “Pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras para que ninguém se glorie”. Não há um salário para fazer o que é certo e justo. Isto porque quando o fazemos não estamos fazendo nada além do que deveríamos. Afinal, isto seria semelhante a uma mãe desejar receber um salário por cuidar de seu filho ou um filho por arrumar seu quarto.

A nossa obrigação como seres humanos é agir de forma justa e não há mérito em fazê-lo. No entanto, quando deixamos de fazer o que é correto aos olhos de Deus, estamos servindo ao pecado. Infelizmente, a maioria dos seres humanos prefere passar a vida toda servindo ao pecado mesmo sendo alertados sobre o seu salário. Muitos preferem os prazeres incompletos e momentâneos do pecado (e por conseguinte a morte) a uma felicidade plena e eterna na presença de Deus. E você, o que prefere? O salário do pecado ou o presente de Deus?

“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jeremias 29.13)

Deus abençoe!

Por: Pr. Cléber Ribas

terça-feira, 9 de julho de 2013

Um alguém em quem encontrar descanso

Você se considera uma pessoa cansada? Já sentiu como se “levasse o mundo nas costas”? Hoje em dia é muito comum nos sentirmos assim. Afinal, nossa vida diária é tão agitada, com tantas tarefas e preocupações, que às vezes nos sentimos como se não tivéssemos mais forças. Nestas situações o melhor a fazer é encontrar um lugar onde tenhamos paz e descanso.

Mas e quando o cansaço não é mental ou físico - é espiritual? Sim, é possível estar espiritualmente cansado e sobrecarregado. Isto ocorre porque todos nos sentimos em débito diante de Deus - e realmente estamos (Romanos 3.23). Ainda que sejamos pessoas corretas, não somos perfeitos e estamos em dívida com Deus. E por termos esta sensação de débito, buscamos pagar esta dívida com nosso próprio esforço. No entanto, por mais que nos esforcemos, a nossa dívida só aumenta e ficamos ainda mais cansados e sobrecarregados.

Infelizmente, a grande maioria das pessoas carrega grandes fardos espirituais e acaba criando fardos ainda maiores para encontrar alívio. Por isso, é preciso encontrar alguém que nos dê paz e descanso - sim, um alguém e não apenas um lugar.

Jesus falou sobre isso. As pessoas de seu tempo buscavam a Deus por meio da religiosidade, mas por não conseguirem cumprir todas as leis e regras que lhes eram impostas acabavam se afastando ainda mais de Deus. Por isso, ele lhes disse em Mateus 11.28-30 que deixassem as suas cargas sobre ele e tomassem a sua carga para terem alívio.

O fardo de Jesus é leve e suave. Ou seja, somente Jesus é quem pode nos livrar dos muitos fardos espirituais que levamos conosco (nossos pecados e nossa busca por Deus de maneiras equivocadas) e nos dar o descanso necessário e eterno.

Você tem estado cansado e sobrecarregado espiritualmente? Deposite sobre Jesus todos os seus fardos – conte para Ele como você se sente e peça a sua ajuda para lhe livrar desta dura carga. “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele e Ele agirá” (Salmo 37.5).

Que Deus o abençoe!

Por: Pr Cléber Ribas

UM CHAMADO A SEGUIR JESUS

“Depois de assim falar; acrescentou-lhe: Segue-me” Jo 21.19b O Evangelho de Jesus Cristo Segundo João, além de não ser considerado um e...