Hoje eu quero fazer uma denúncia. Sim, uma denúncia bastante grave. O Natal foi desvirtuado. E a culpa está sobre os ombros do tal "espírito do Natal". Este sujeito, mascarado por um discurso de inclusão, vem aos poucos nos desviando do foco desta data. Eu quero lhe provar que a minha denúncia é fundamentada e lhe instigar a se juntar a mim na causa contra esse "espírito" enganador.
Para tentar lhe explicar o quão grave é esta acusação eu quero lhe levar a pensar em uma situação hipotética, ou seja, quero que você pense em uma situação que não é real, mas poderia ser. Vamos imaginar uma mudança na sua vida. Imagine que você nasceu no dia 22 de dezembro de 1953. Ainda muito pequeno, você saiu de sua cidade mas a sua família permaneceu ali - aliás, todos na cidade eram seus parentes. Todos sabiam que você havia nascido ali embora com o tempo alguns não tivessem tal certeza. Agora, tantos anos após o seu nascimento, você está de volta àquela cidade; aos seus familiares.
Chegando na cidade, você vê que todas as casas estão enfeitadas. As lojas falam sobre descontos nas compras dos presentes. Você até estranha que todas as lojas falam deste dia como o dia do Nascimento. Você fica todo empolgado pensando: "Puxa, nem sabia que era tão querido assim. Meus familiares me amam verdadeiramente". Mas, conforme você vai passando pela cidade você vê que não parecem estar falando sobre você. Aliás, muitos sequer conhecem você. Além disso, há diversas pessoas fantasiadas como um homem bastante obeso de roupa vermelha e barba branca. Então você pensa: "Mas eu nem sou assim. Há anos que não deixo a barba e cuido de minha alimentação. Eu até faço caminhadas matinais".
Então, eis que você chega ao local em que todos estão comemorando o seu aniversário. Ou ao menos é o que deveria ser. Em primeiro lugar, você nota que todos estão comemorando como se você nem existisse. Aliás, começaram a festa sem você. Além disso, há um homem vestido como aquele senhor de barba branca distribuindo presentes para muitas pessoas e todos querem tirar fotos com ele. Músicas são cantadas - todas falando sobre paz, alegria e amor, mas nada de "parabéns a você". Você vê que as pessoas falam sobre o "espírito do aniversário" e você vê que pessoas que diziam que você não existia ou que o odiavam estão comemorando o dia do aniversário e celebrando o "espírito" deste dia.
E você segue sem entender nada. Ninguém lhe cumprimenta. Sequer percebem que você está ali. Então você pensa: "Eu devo estar errado. Muito provavelmente nestes anos em que estive fora algo terrível aconteceu e este homem de barba branca salvou a cidade e por isso comemoram o seu nascimento. Eu só posso estar confundindo. Talvez eles nem saibam que hoje é meu aniversário". Então você resolve perguntar para as pessoas o que era comemorado naquele dia. A primeira pessoa para quem você pergunta está comendo um peru assado e quando você indaga sobre a festa ela vira para você e responde: "hoje estamos comemorando o seu aniversário". Então logo vira e voltar a comer. Você então fica confuso e decide perguntar a outra pessoa. "Vou perguntar a uma criança" - você pensa - "crianças são sinceras." Você encontra uma criança com um brinquedo que acabou de receber e pergunta o motivo da festa e ela lhe responde: "É o dia do nascimento. Os adultos me falaram que é por causa de um homem que nasceu há muito tempo. Mas o que importa pra mim são os presentes mesmo". Você então pergunta o nome desta pessoa e ela lhe responde com o seu nome. Então você fica ainda mais confuso e decide acabar de vez com a dúvida. Você chega para alguém que lhe odeia e sempre disse coisas contra você e pergunta: "Qual o motivo desta festa?" Ao que ele lhe responde: "Alguns dizem que é o dia do seu aniversário mas pra mim não é. Pra mim é um dia de paz e felicidade, muitos presentes e muita comida". No seu aniversário você é o único que não é festejado, lembrado ou reconhecido.
Pois isto é o que estamos fazendo com o Natal. O que ouvimos sobre o Natal? Natal é tempo de celebrar a família; Natal é tempo de sentir-se feliz; Natal é tempo de recomeçar; É tempo de refletir; etc. Pois eu afirmo que não! Natal não é tempo pra isso. Não que não seja possível fazer isso no Natal. Mas Natal é tempo de refletir sobre a vinda de Jesus. Ninguém gosta que alguém vá à sua casa no seu aniversário apenas para comer. Você quer que venham para festejar o seu aniversário. Elas vão comer? Vão. Elas vão se alegrar? Vão. Mas o centro das atenções é você. Quem deve ser o centro das atenções no Natal? Jesus. Natal é tempo de pensar sobre o que Jesus ensinou, fez e principalmente que ele morreu em uma cruz para livrar a mim e a você da escravidão do pecado e da morte eterna.
E a culpa é deste tal "espírito do Natal". Este tal "espírito" que sequer existe, mas que nos faz crer e ensinar para nossas crianças que o Natal é tempo de magia. Que ensina sobre Papai Noel, presentes, etc. Esta ideia criada para que pessoas que não creem em Jesus ou mesmo odeiam a ele possam participar da festa. É o mesmo que querer convidar seus inimigos pra festejar seu aniversário mascarando a data com outro nome ou outra ideia. Natal é Jesus. Não é tempo de magia. É tempo de salvação a quem não creu em Cristo ainda. O espírito natalino é uma grande mentira. Não acredite nele! Natal é Jesus. Vamos celebrar a Jesus. Ele é o centro das atenções; ele é o dono da festa.
Mas sabe que, pensando bem, não podemos botar a culpa no espírito natalino. Fomos nós, seres humanos, que inventamos ele. O Papai Noel é invenção nossa. Toda essa história é invenção nossa. A culpa é nossa. Mas nós podemos mudar este quadro. Talvez não na televisão, nos anúncios publicitários ou na vizinhança. Mas em nossos lares nós podemos. E a pergunta principal que eu lhe faço é esta: Se Jesus chegasse na noite do dia 24 à sua casa, ele seria o personagem principal da festa? Seus filhos e netos reconheceriam ele como tal? Seria ele o centro das atenções?
O texto que eu quero deixar hoje para a sua reflexão é um texto de Apocalipse. É algo que Jesus fala a uma igreja que deveria pensar e viver para ele, mas vivia para si e para suas riquezas. Ele diz, em Apocalipse 3.20: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo". Ou seja, Jesus sequer era o convidado, mas se, ao bater na porta fosse recebido, entraria para participar da vida daquela igreja. Que na sua Ceia de Natal você lembre deste texto e reflita sobre isso. Jesus está e estará à sua porta. Ele tem lugar na sua mesa e na sua vida? Pense sobre isso.
Feliz Natal e que Deus o abençoe!
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
Cordel natalino
Para quem não pôde estar no culto especial de Natal, agora à noite, deixo este vídeo muito legal sobre o verdadeiro sentido do Natal. Deus abençoe e boa semana!
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Quatro lições do Natal
Cada celebração do nascimento de Jesus nos renova a oportunidade de aprender ou reaprender algo sobre o evento que transformou a história. Pensemos rápido sobre quatro elementos desse acontecimento e que lições nos ensinam:
1. O Senhor move o que quiser e quem quiser para cumprir os seus propósitos.
Com um decreto, César Augusto indicou que todos deveriam se registrar em sua própria cidade (Lc 2.1-5). Assim, uma jovem prestes a se tornar mãe e seu noivo se deslocaram até Belém. As multidões, os impérios e os poderosos que nos governam muitas vezes nos fazem sentir pequenos e impotentes. Mas o personagem maior sempre atua de maneira a inclinar-se em favor do pequenino, movendo as peças para que “cedo ou tarde” seus desígnios se cumpram.
Se isso é verdade então a pergunta é se estamos atentos ao que o Senhor já vem fazendo, para que sejamos agentes privilegiados da sua ação no mundo. Busque ao Senhor e discirna onde ele já vem atuando. Se a ação é dele (em paternidade, iniciativa e controle), então o que me resta fazer é somar-me a ela com espírito humilde e agradecido.
2. O caminho do Senhor nem sempre é o mais fácil nem o mais simples.
Vejam que o Senhor que move as autoridades máximas de um império aparentemente não foi capaz de reservar um alojamento para esse casal em Belém (Lc 2.6-7). Perguntamos-nos se não seria possível que movesse o coração do dono de uma estalagem ou que incitasse uma família para que fosse hospitaleira com os pais daquele bebê que viria para mudar o rumo do universo. Claro que seria possível, mas não foi esse o roteiro escolhido pelo grande chefe.
Esse bebê, quando grande, também não transformaria pedras para saciar sua fome com pães, nem daria saltos no vazio para ser acariciado por anjos. Também alertaria os desavisados de que ele não teria lugar para repousar sua cabeça. Que sua vida não seria fácil, que segui-lo tampouco implicaria em regalias e garantias. Pelo contrário, que segui-lo demandaria renúncia e levaria cada um a carregar sua própria cruz. Ele se tornou pobre por amor, para que cada um de nós se tornasse rico (2 Co 8.9), ainda que essa riqueza seja de uma natureza distinta à da nossa percepção comum. A vida nesse caminho não é fácil nem simples, mas assim é melhor, porque se trata de uma riqueza muito mais profunda e verdadeira.
3. Ele veio para que todos tivessem vida.
A visita dos magos (que não eram três nem reis) foi surpreendente. Vindos do Oriente, possivelmente eram inesperados mágicos e astrólogos de nações consideradas pagãs. Esta visita antecipou quem se beneficiaria com a chegada do Messias. Não só uma família, nem só um povo, nem mesmo qualquer outro grupo de pessoas criado artificialmente por nossas próprias regras e tradições humanas. Se uma vida especial nascia naquele pequenino, essa vida era desde o princípio ofertada a todas as pessoas, de todos os grupos, de todas as nações.
Foi o próprio evangelho de Mateus, considerado como o evangelho escrito aos judeus, que deixa bem claro no seu início (por meio dos visitantes especiais), e no seu final (com o grande mandato para fazer discípulos em todos os povos), que essa vida era e é um oferecimento a toda a humanidade. Se muitos não a abraçam, talvez a culpa seja daqueles que se pensam exclusivos detentores dessa bênção. Por isso devemos ser vasos conscientes de que o que temos foi porque recebemos. Portanto somos bons mordomos que transbordam a todos os demais algo que não chegamos a ter por merecimento e que nem é “direito” exclusivo nosso.
4. Damos porque assim revelamos onde está nosso tesouro.
Foi o Pai quem primeiro deu o seu próprio filho para que assim experimentássemos vida, abundante e eterna. O filho deu o seu tempo, as suas palavras, as suas ações, o seu corpo e o seu sangue... tudo também por amor a nós. Então faz sentido que um dos primeiros acontecimentos após o nascimento fosse também o ato de presentear, vindo daqueles senhores do Oriente que lhe trouxeram ouro, incenso e mirra.
Muito se diz, talvez até demasiado, sobre o significado de cada um dos presentes. Mas prestemos atenção por um momento somente naquele ato de dar. É verdade que Deus não precisa de nossos presentes, como se nossas mãos humanas pudessem dar a ele algo que realmente necessitasse (At 17.25). Não é assim que funciona. Na verdade, Deus não precisa de nada que lhe possamos oferecer. Então por que eles o presentearam e por que isso é registrado por Mateus (2.10-11)?
Parece que quando eles dão algo que lhes parece valioso, o que estão dizendo para o recém-nascido é que ele é o bem mais apreciado. O bebê é o tesouro, e não os bens preciosos que ele recebe. Assim é a nossa adoração a Deus, ou pelo menos assim deveria ser. Dou meu tempo, talentos e recursos, não porque Deus ou pessoas ao meu redor deles necessitem, mas porque, ao fazê-lo, eu declaro para Deus, para mim mesmo e para todos ao meu redor onde está meu verdadeiro tesouro.
Nesse Natal, onde está o seu tesouro? Ao longo do próximo ano buscarei aplicar essas pequenas lições em minha própria vida. Meus votos são que você também as torne concretas na sua.
Texto de autoria de Ricardo Wesley Morais Borges, recebido por e-mail.
1. O Senhor move o que quiser e quem quiser para cumprir os seus propósitos.
Com um decreto, César Augusto indicou que todos deveriam se registrar em sua própria cidade (Lc 2.1-5). Assim, uma jovem prestes a se tornar mãe e seu noivo se deslocaram até Belém. As multidões, os impérios e os poderosos que nos governam muitas vezes nos fazem sentir pequenos e impotentes. Mas o personagem maior sempre atua de maneira a inclinar-se em favor do pequenino, movendo as peças para que “cedo ou tarde” seus desígnios se cumpram.
Se isso é verdade então a pergunta é se estamos atentos ao que o Senhor já vem fazendo, para que sejamos agentes privilegiados da sua ação no mundo. Busque ao Senhor e discirna onde ele já vem atuando. Se a ação é dele (em paternidade, iniciativa e controle), então o que me resta fazer é somar-me a ela com espírito humilde e agradecido.
2. O caminho do Senhor nem sempre é o mais fácil nem o mais simples.
Vejam que o Senhor que move as autoridades máximas de um império aparentemente não foi capaz de reservar um alojamento para esse casal em Belém (Lc 2.6-7). Perguntamos-nos se não seria possível que movesse o coração do dono de uma estalagem ou que incitasse uma família para que fosse hospitaleira com os pais daquele bebê que viria para mudar o rumo do universo. Claro que seria possível, mas não foi esse o roteiro escolhido pelo grande chefe.
Esse bebê, quando grande, também não transformaria pedras para saciar sua fome com pães, nem daria saltos no vazio para ser acariciado por anjos. Também alertaria os desavisados de que ele não teria lugar para repousar sua cabeça. Que sua vida não seria fácil, que segui-lo tampouco implicaria em regalias e garantias. Pelo contrário, que segui-lo demandaria renúncia e levaria cada um a carregar sua própria cruz. Ele se tornou pobre por amor, para que cada um de nós se tornasse rico (2 Co 8.9), ainda que essa riqueza seja de uma natureza distinta à da nossa percepção comum. A vida nesse caminho não é fácil nem simples, mas assim é melhor, porque se trata de uma riqueza muito mais profunda e verdadeira.
3. Ele veio para que todos tivessem vida.
A visita dos magos (que não eram três nem reis) foi surpreendente. Vindos do Oriente, possivelmente eram inesperados mágicos e astrólogos de nações consideradas pagãs. Esta visita antecipou quem se beneficiaria com a chegada do Messias. Não só uma família, nem só um povo, nem mesmo qualquer outro grupo de pessoas criado artificialmente por nossas próprias regras e tradições humanas. Se uma vida especial nascia naquele pequenino, essa vida era desde o princípio ofertada a todas as pessoas, de todos os grupos, de todas as nações.
Foi o próprio evangelho de Mateus, considerado como o evangelho escrito aos judeus, que deixa bem claro no seu início (por meio dos visitantes especiais), e no seu final (com o grande mandato para fazer discípulos em todos os povos), que essa vida era e é um oferecimento a toda a humanidade. Se muitos não a abraçam, talvez a culpa seja daqueles que se pensam exclusivos detentores dessa bênção. Por isso devemos ser vasos conscientes de que o que temos foi porque recebemos. Portanto somos bons mordomos que transbordam a todos os demais algo que não chegamos a ter por merecimento e que nem é “direito” exclusivo nosso.
4. Damos porque assim revelamos onde está nosso tesouro.
Foi o Pai quem primeiro deu o seu próprio filho para que assim experimentássemos vida, abundante e eterna. O filho deu o seu tempo, as suas palavras, as suas ações, o seu corpo e o seu sangue... tudo também por amor a nós. Então faz sentido que um dos primeiros acontecimentos após o nascimento fosse também o ato de presentear, vindo daqueles senhores do Oriente que lhe trouxeram ouro, incenso e mirra.
Muito se diz, talvez até demasiado, sobre o significado de cada um dos presentes. Mas prestemos atenção por um momento somente naquele ato de dar. É verdade que Deus não precisa de nossos presentes, como se nossas mãos humanas pudessem dar a ele algo que realmente necessitasse (At 17.25). Não é assim que funciona. Na verdade, Deus não precisa de nada que lhe possamos oferecer. Então por que eles o presentearam e por que isso é registrado por Mateus (2.10-11)?
Parece que quando eles dão algo que lhes parece valioso, o que estão dizendo para o recém-nascido é que ele é o bem mais apreciado. O bebê é o tesouro, e não os bens preciosos que ele recebe. Assim é a nossa adoração a Deus, ou pelo menos assim deveria ser. Dou meu tempo, talentos e recursos, não porque Deus ou pessoas ao meu redor deles necessitem, mas porque, ao fazê-lo, eu declaro para Deus, para mim mesmo e para todos ao meu redor onde está meu verdadeiro tesouro.
Nesse Natal, onde está o seu tesouro? Ao longo do próximo ano buscarei aplicar essas pequenas lições em minha própria vida. Meus votos são que você também as torne concretas na sua.
Texto de autoria de Ricardo Wesley Morais Borges, recebido por e-mail.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Esquadrinhe a Bíblia com Oração: Considerando a Relação entre a Oração e o Estudo da Bíblia¹
A fim de entendermos a Palavra de Deus, nos deleitarmos nela e sermos mudados do íntimo para o exterior, temos de orar: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Salmos 119.18). Mas, quando oramos para que os olhos vejam, nossa mente não deve permanecer neutra. Não suponha que a indispensabilidade da oração implica a dispensabilidade de pensamentos focalizados na Palavra de Deus. Quando você ora para que veja a glória de Cristo, não permita que sua mente vagueie e flutue. Esse é um grande erro proveniente da espiritualidade oriental, e não das Escrituras.
Então, o que você deve fazer?
1. Ore e leia
Leia a Palavra! Que privilégio! E que obrigação! E que potencial para ver a glória de Deus! Considere Efésios 3.3-4: “Segundo uma revelação, me foi dado conhecer o mistério, conforme escrevi há pouco, resumidamente; pelo que, quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo”. Quando ledes! Deus quis que os maiores mistérios da vida sejam revelados por meio da leitura.
Sim, Efésios 1.16-18 mostra a importância da oração (“não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós nas minhas orações, para que… iluminados os olhos do vosso coração”). Mas a oração não pode substituir a leitura. A oração pode transformar a leitura em percepção. No entanto, se não lermos, não teremos percepções. O Espírito Santo foi enviado para glorificar a Jesus. E a glória de Jesus é revelada na Palavra. Portanto, leia.
2. Ore e estude
2 Timóteo 2.15: “Procura (ou estuda para) apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”. Deus nos deu um livro a respeito dEle mesmo, não para que o leiamos de qualquer maneira negligente que desejarmos. Paul diz: “Procura [estuda para]…” manejar “bem a palavra da verdade”. Isso significa trabalhe na Palavra, se você deseja obter o máximo dela.
O pêndulo balança para lá e para cá. Alguns dizem: “Ore e não dependa de obras de estudo humanas e naturais”. Outros dizem: “Estude porque Deus não lhe revelará o significado de um texto por meio da oração”. Mas não achamos esta dicotomia na Bíblia. Temos de estudar e manejar corretamente a Palavra de Deus; e temos de orar, pois, do contrário, não veremos na Palavra aquilo que é essencial, a glória de Deus na face de Cristo (2 Coríntios 4.4, 6).
Benjamin Warfield, um grande estudioso da Bíblia, escreveu em 1911: “Às vezes, ouvimos alguém dizer que dez minutos de joelhos lhe darão um discernimento mais profundo, mais verdadeiro e mais produtivo a respeito de Deus do que dez horas de estudo em seus livros. ‘O quê?’ — essa é a ação apropriada — ‘dez minutos de joelhos, mais do que dez horas de estudo?’” (“The Religious Life of Theological Students”, em The Princeton Theology, editado por Mark Noll, Grand Rapids: Baker Book House, 1983, p. 263).
3. Ore e esquadrinhe
Ao aproximar-nos da Bíblia, devemos fazê-lo como um avarento que está à procura de ouro ou como uma noiva que perdeu seu anel de compromisso em algum lugar de sua casa. Ela esquadrinha a casa. Essa é a maneira como buscamos a Deus na Bíblia.
Se clamares por inteligência,
e por entendimento alçares a voz,
se buscares a sabedoria como a prata
e como a tesouros escondidos a procurares,
então, entenderás o temor do SENHOR
e acharás o conhecimento de Deus.
Provérbios 2.3-5
Busque como se buscasse a prata; procure como a tesouros escondidos. Isto é esquadrinhar a Bíblia para achar tudo o que é valioso. Se há tesouros escondidos, procure-os. Deus determinou que os dará a todos os que buscarem de todo o coração (Jeremias 29.13).
4. Ore e medite
Em 2 Timóteo 2.7, Paulo mostrou a Timóteo como este deveria ler sua carta: “Pondera o que acabo de dizer, porque o Senhor te dará compreensão em todas as coisas”. Sim, o Senhor dá compreensão, mas não sem reflexão. Não substitua o meditar pelo orar. Medite e ore. Leia, estude, esquadrinhe e pense. Mas tudo isso será inútil sem oração.
Portanto, vimos novamente: a oração é indispensável, se queremos ver a glória de Deus na Palavra de Deus. Mas vimos, igualmente, que ler, estudar, esquadrinhar e meditar a Palavra também é necessário. Deus ordenou que a obra de abrir os nossos olhos, realizada pelo Espírito Santo, sempre seja combinada com a obra de informar a mente, realizada pela sua Palavra. O alvo de Deus é que vejamos e reflitamos a sua glória. Por isso, Ele abre nossos olhos, quando contemplamos a glória dEle em sua Palavra.
Então… leia, estude, esquadrinhe, medite — e ore! “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Salmos 119.18).
John Piper
¹Texto devocional extraído do livro Provai e Vede, de John Piper e reproduzido aqui, a partir do endereço http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/04/devocional-john-piper-esquadrinhe-a-biblia-com-oracao/.
Então, o que você deve fazer?
1. Ore e leia
Leia a Palavra! Que privilégio! E que obrigação! E que potencial para ver a glória de Deus! Considere Efésios 3.3-4: “Segundo uma revelação, me foi dado conhecer o mistério, conforme escrevi há pouco, resumidamente; pelo que, quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo”. Quando ledes! Deus quis que os maiores mistérios da vida sejam revelados por meio da leitura.
Sim, Efésios 1.16-18 mostra a importância da oração (“não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós nas minhas orações, para que… iluminados os olhos do vosso coração”). Mas a oração não pode substituir a leitura. A oração pode transformar a leitura em percepção. No entanto, se não lermos, não teremos percepções. O Espírito Santo foi enviado para glorificar a Jesus. E a glória de Jesus é revelada na Palavra. Portanto, leia.
2. Ore e estude
2 Timóteo 2.15: “Procura (ou estuda para) apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”. Deus nos deu um livro a respeito dEle mesmo, não para que o leiamos de qualquer maneira negligente que desejarmos. Paul diz: “Procura [estuda para]…” manejar “bem a palavra da verdade”. Isso significa trabalhe na Palavra, se você deseja obter o máximo dela.
O pêndulo balança para lá e para cá. Alguns dizem: “Ore e não dependa de obras de estudo humanas e naturais”. Outros dizem: “Estude porque Deus não lhe revelará o significado de um texto por meio da oração”. Mas não achamos esta dicotomia na Bíblia. Temos de estudar e manejar corretamente a Palavra de Deus; e temos de orar, pois, do contrário, não veremos na Palavra aquilo que é essencial, a glória de Deus na face de Cristo (2 Coríntios 4.4, 6).
Benjamin Warfield, um grande estudioso da Bíblia, escreveu em 1911: “Às vezes, ouvimos alguém dizer que dez minutos de joelhos lhe darão um discernimento mais profundo, mais verdadeiro e mais produtivo a respeito de Deus do que dez horas de estudo em seus livros. ‘O quê?’ — essa é a ação apropriada — ‘dez minutos de joelhos, mais do que dez horas de estudo?’” (“The Religious Life of Theological Students”, em The Princeton Theology, editado por Mark Noll, Grand Rapids: Baker Book House, 1983, p. 263).
3. Ore e esquadrinhe
Ao aproximar-nos da Bíblia, devemos fazê-lo como um avarento que está à procura de ouro ou como uma noiva que perdeu seu anel de compromisso em algum lugar de sua casa. Ela esquadrinha a casa. Essa é a maneira como buscamos a Deus na Bíblia.
Se clamares por inteligência,
e por entendimento alçares a voz,
se buscares a sabedoria como a prata
e como a tesouros escondidos a procurares,
então, entenderás o temor do SENHOR
e acharás o conhecimento de Deus.
Provérbios 2.3-5
Busque como se buscasse a prata; procure como a tesouros escondidos. Isto é esquadrinhar a Bíblia para achar tudo o que é valioso. Se há tesouros escondidos, procure-os. Deus determinou que os dará a todos os que buscarem de todo o coração (Jeremias 29.13).
4. Ore e medite
Em 2 Timóteo 2.7, Paulo mostrou a Timóteo como este deveria ler sua carta: “Pondera o que acabo de dizer, porque o Senhor te dará compreensão em todas as coisas”. Sim, o Senhor dá compreensão, mas não sem reflexão. Não substitua o meditar pelo orar. Medite e ore. Leia, estude, esquadrinhe e pense. Mas tudo isso será inútil sem oração.
Portanto, vimos novamente: a oração é indispensável, se queremos ver a glória de Deus na Palavra de Deus. Mas vimos, igualmente, que ler, estudar, esquadrinhar e meditar a Palavra também é necessário. Deus ordenou que a obra de abrir os nossos olhos, realizada pelo Espírito Santo, sempre seja combinada com a obra de informar a mente, realizada pela sua Palavra. O alvo de Deus é que vejamos e reflitamos a sua glória. Por isso, Ele abre nossos olhos, quando contemplamos a glória dEle em sua Palavra.
Então… leia, estude, esquadrinhe, medite — e ore! “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Salmos 119.18).
John Piper
¹Texto devocional extraído do livro Provai e Vede, de John Piper e reproduzido aqui, a partir do endereço http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/04/devocional-john-piper-esquadrinhe-a-biblia-com-oracao/.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Nesta longa estrada da vida...
A vida é como uma grande viagem. A cada novo dia temos novos desafios, atividades, decisões, etc. A cada segundo temos escolhas a fazer e cada uma delas nos leva a um caminho a seguir. Da mesma forma, a vida nos apresenta muitos caminhos diferentes. As pessoas nos apresentam caminhos diferentes. Nós mesmos criamos caminhos diferentes. Mas, por qual caminho devemos seguir? Quais são, ou qual é o caminho correto a percorrer nesta longa estrada da vida?
A Bíblia fala sobre os caminhos da vida. Os textos de Provérbios 14.12 e 16.25 dizem, em palavras semelhantes, que "há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte". O fato é que muitos são os caminhos apresentados a nós a cada dia. Por onde andar, que carreira seguir, o que comprar, o que vender, o que doar, o que pensar, com quem andar, a quem amar e por conseguinte, com quem casar, que religião seguir, no que crer, no que deixar de crer, como viver, etc. São muitos os caminhos que podemos traçar. E destes muitos caminhos há aqueles que por fim levam à morte. Por exemplo, uma estrada ou uma rua a seguir podem esconder uma surpresa desagradável, como um assalto ou um acidente. Uma profissão pode nos levar a uma situação de assédio moral e por conseguinte um trauma difícil de se livrar.
Mas esta morte não é somente a morte física. Há caminhos que levam à morte eterna. Muitos falam que todos os caminhos levam a Deus. No entanto, a vida é como um labirinto. Muitos caminhos nos são apresentados mas somente um nos leva a um fim próspero. A Bíblia fala em João 14.1-6: "'Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar. E se eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver. Vocês conhecem o caminho para onde vou'. Disse-lhe Tomé: 'Senhor, não sabemos para onde vais; como então podemos saber o caminho? ' Respondeu Jesus: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim'".
O único caminho para a salvação é Jesus Cristo. A única forma de se reconciliar com Deus é por meio de Jesus. Assim, nesta longa estrada da vida, busque o melhor caminho, aliás, não o melhor mas o único. Não creia nas muitas armadilhas que lhe são propostas. Não aceite quando lhe disserem que se você for uma boa pessoa vai reencarnar mais iluminado. Não creia se lhe disserem que os ensinamentos deste ou daquele líder religioso vão lhe fazer crescer espiritualmente. Não aceite quando lhe disserem para chegar a Deus por intermédio de outra pessoa que não seja Jesus, pois a Bíblia fala que ele é o único caminho. Todos os outros caminhos levam à morte.
Bem, mas talvez você esteja pensando: "Pastor, mas o que significa que Jesus é o caminho. O que eu faço pra seguir este caminho? Não basta dizer que eu creio nele?" Seguir o caminho que é Jesus é crer que ele é quem realmente afirmou ser. Jesus não veio para ser um mestre, um profeta ou alguém que fazia milagres, apesar de ter feito todas estas coisas. Jesus veio para morrer no meu e no seu lugar. Jesus veio para trazer a possibilidade de perdão aos pecadores. A Bíblia nos diz que nós todos estávamos mortos em nossos pecados (Efésios 2.1) e condenados à morte eterna, ou seja, ao inferno (João 3.18). No entanto, todo aquele que crê que ele é o Filho de Deus enviado ao mundo para trazer a salvação; que crê que não há salvação em nenhum outro lugar ou pessoa (Atos 4.12) a não ser em Cristo, entra por este caminho e segue em direção a Deus. Assim sendo, se você quer chegar ao fim desta longa estrada da vida encontrando a verdadeira vida, entregue a sua vida a Cristo.
Se você entregar a sua vida a Cristo, ele o guiará por um novo e vivo caminho (Hb 10.20). Na vida prática, isso significa entregar as suas decisões, opiniões, desejos, sonhos, planos, afazeres, enfim, tudo nas mãos de Deus. O salmo 37.5 nos diz: "Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá". Entregar o caminho ao Senhor significa deixar as decisões do dia-a-dia nas mãos dele. Por qual rua você deve ir ao trabalho, o que você deve fazer de sua vida, como agir com seu marido, esposa ou filhos, o que comprar ou como administrar suas finanças, etc.
"Mas e como eu posso saber o que Deus quer, pastor?" De duas formas: orando e lendo a Bíblia. Deus pode falar conosco através destas duas formas. Se você orar crendo que Deus pode falar ao seu coração ele poderá lhe conduzir. Além disso, a principal forma como Deus nos guia pela estrada da vida nos seus caminhos é a Palavra; a Bíblia. O salmo 119, nos versículos 105 e 133 nos diz, respectivamente: "A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho" e "Dirige os meus passos, conforme a tua palavra; não permitas que nenhum pecado me domine". Ore confiante de que Deus irá lhe conduzir e peça que ele conduza seus passos por meio de sua palavra e então procure na Bíblia quais devem ser as suas atitudes no dia-a-dia. E tenha a certeza de que Deus irá lhe conduzir. Não pense que a Bíblia não pode lhe dirigir em alguma área de sua vida pois ela é a Palavra de Deus e lâmpada para nossos pés. Ela traz orientações para todas as áreas da vida, ainda que não diretamente.
Quer ver? Por exemplo: a Bíblia fala sobre vícios? Leia 1 Coríntios 6. A Bíblia fala sobre fofoca? Leia Tiago 3. A Bíblia fala sobre amizades? Leia Provérbios 17.17 e 20.6. A Bíblia fala sobre cuidados na alimentação? Leia 1 Coríntios 10.31. E várias outras respostas podem ser encontradas na Palavra de Deus.
Mas é preciso fazer um alerta: leia a Bíblia como um discurso de Deus para você e não como uma frase promessa. Muitos erram e não recebem a resposta de Deus à sua resposta pedindo sabedoria na estrada da vida, pois são negligentes no estudo da Bíblia. Não adianta nada abrir a Bíblia em qualquer lugar e esperar que Deus fale com você. Você deve estudar a Bíblia, buscando entender o que o autor queria realmente dizer, qual a situação dos primeiros leitores, o que mais o livro ou a carta falam, etc. Ou seja, Deus nos conduz por meio do estudo da Bíblia e não de uma leitura irresponsável.
Portanto, entregue o seu caminho ao Senhor; entregue-se a Jesus confiando que ele é o único por meio de quem o seu relacionamento com Deus pode ser restaurado, e siga por esse caminho. Ele é o caminho que nos leva a Deus. Os outros nos levam a becos sem saída e sem volta. Além disso, siga as orientações da Bíblia pois é nela que encontramos o desejo de Cristo em relação ao nosso andar diário. É por meio da Palavra que descobrimos a vontade de Jesus para nossas atitudes. O caminho é Jesus. Siga a ele e a sua vontade e com certeza você chegará à vida eterna. Mas cuidado, pois há caminho que leva à morte! Nesta longa estrada da vida é fundamental seguir o único caminho que leva a Deus. Ele é Jesus!
Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber Ribas
A Bíblia fala sobre os caminhos da vida. Os textos de Provérbios 14.12 e 16.25 dizem, em palavras semelhantes, que "há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte". O fato é que muitos são os caminhos apresentados a nós a cada dia. Por onde andar, que carreira seguir, o que comprar, o que vender, o que doar, o que pensar, com quem andar, a quem amar e por conseguinte, com quem casar, que religião seguir, no que crer, no que deixar de crer, como viver, etc. São muitos os caminhos que podemos traçar. E destes muitos caminhos há aqueles que por fim levam à morte. Por exemplo, uma estrada ou uma rua a seguir podem esconder uma surpresa desagradável, como um assalto ou um acidente. Uma profissão pode nos levar a uma situação de assédio moral e por conseguinte um trauma difícil de se livrar.
Mas esta morte não é somente a morte física. Há caminhos que levam à morte eterna. Muitos falam que todos os caminhos levam a Deus. No entanto, a vida é como um labirinto. Muitos caminhos nos são apresentados mas somente um nos leva a um fim próspero. A Bíblia fala em João 14.1-6: "'Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar. E se eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver. Vocês conhecem o caminho para onde vou'. Disse-lhe Tomé: 'Senhor, não sabemos para onde vais; como então podemos saber o caminho? ' Respondeu Jesus: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim'".
O único caminho para a salvação é Jesus Cristo. A única forma de se reconciliar com Deus é por meio de Jesus. Assim, nesta longa estrada da vida, busque o melhor caminho, aliás, não o melhor mas o único. Não creia nas muitas armadilhas que lhe são propostas. Não aceite quando lhe disserem que se você for uma boa pessoa vai reencarnar mais iluminado. Não creia se lhe disserem que os ensinamentos deste ou daquele líder religioso vão lhe fazer crescer espiritualmente. Não aceite quando lhe disserem para chegar a Deus por intermédio de outra pessoa que não seja Jesus, pois a Bíblia fala que ele é o único caminho. Todos os outros caminhos levam à morte.
Bem, mas talvez você esteja pensando: "Pastor, mas o que significa que Jesus é o caminho. O que eu faço pra seguir este caminho? Não basta dizer que eu creio nele?" Seguir o caminho que é Jesus é crer que ele é quem realmente afirmou ser. Jesus não veio para ser um mestre, um profeta ou alguém que fazia milagres, apesar de ter feito todas estas coisas. Jesus veio para morrer no meu e no seu lugar. Jesus veio para trazer a possibilidade de perdão aos pecadores. A Bíblia nos diz que nós todos estávamos mortos em nossos pecados (Efésios 2.1) e condenados à morte eterna, ou seja, ao inferno (João 3.18). No entanto, todo aquele que crê que ele é o Filho de Deus enviado ao mundo para trazer a salvação; que crê que não há salvação em nenhum outro lugar ou pessoa (Atos 4.12) a não ser em Cristo, entra por este caminho e segue em direção a Deus. Assim sendo, se você quer chegar ao fim desta longa estrada da vida encontrando a verdadeira vida, entregue a sua vida a Cristo.
Se você entregar a sua vida a Cristo, ele o guiará por um novo e vivo caminho (Hb 10.20). Na vida prática, isso significa entregar as suas decisões, opiniões, desejos, sonhos, planos, afazeres, enfim, tudo nas mãos de Deus. O salmo 37.5 nos diz: "Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá". Entregar o caminho ao Senhor significa deixar as decisões do dia-a-dia nas mãos dele. Por qual rua você deve ir ao trabalho, o que você deve fazer de sua vida, como agir com seu marido, esposa ou filhos, o que comprar ou como administrar suas finanças, etc.
"Mas e como eu posso saber o que Deus quer, pastor?" De duas formas: orando e lendo a Bíblia. Deus pode falar conosco através destas duas formas. Se você orar crendo que Deus pode falar ao seu coração ele poderá lhe conduzir. Além disso, a principal forma como Deus nos guia pela estrada da vida nos seus caminhos é a Palavra; a Bíblia. O salmo 119, nos versículos 105 e 133 nos diz, respectivamente: "A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho" e "Dirige os meus passos, conforme a tua palavra; não permitas que nenhum pecado me domine". Ore confiante de que Deus irá lhe conduzir e peça que ele conduza seus passos por meio de sua palavra e então procure na Bíblia quais devem ser as suas atitudes no dia-a-dia. E tenha a certeza de que Deus irá lhe conduzir. Não pense que a Bíblia não pode lhe dirigir em alguma área de sua vida pois ela é a Palavra de Deus e lâmpada para nossos pés. Ela traz orientações para todas as áreas da vida, ainda que não diretamente.
Quer ver? Por exemplo: a Bíblia fala sobre vícios? Leia 1 Coríntios 6. A Bíblia fala sobre fofoca? Leia Tiago 3. A Bíblia fala sobre amizades? Leia Provérbios 17.17 e 20.6. A Bíblia fala sobre cuidados na alimentação? Leia 1 Coríntios 10.31. E várias outras respostas podem ser encontradas na Palavra de Deus.
Mas é preciso fazer um alerta: leia a Bíblia como um discurso de Deus para você e não como uma frase promessa. Muitos erram e não recebem a resposta de Deus à sua resposta pedindo sabedoria na estrada da vida, pois são negligentes no estudo da Bíblia. Não adianta nada abrir a Bíblia em qualquer lugar e esperar que Deus fale com você. Você deve estudar a Bíblia, buscando entender o que o autor queria realmente dizer, qual a situação dos primeiros leitores, o que mais o livro ou a carta falam, etc. Ou seja, Deus nos conduz por meio do estudo da Bíblia e não de uma leitura irresponsável.
Portanto, entregue o seu caminho ao Senhor; entregue-se a Jesus confiando que ele é o único por meio de quem o seu relacionamento com Deus pode ser restaurado, e siga por esse caminho. Ele é o caminho que nos leva a Deus. Os outros nos levam a becos sem saída e sem volta. Além disso, siga as orientações da Bíblia pois é nela que encontramos o desejo de Cristo em relação ao nosso andar diário. É por meio da Palavra que descobrimos a vontade de Jesus para nossas atitudes. O caminho é Jesus. Siga a ele e a sua vontade e com certeza você chegará à vida eterna. Mas cuidado, pois há caminho que leva à morte! Nesta longa estrada da vida é fundamental seguir o único caminho que leva a Deus. Ele é Jesus!
Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber Ribas
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
É hoje!
Temos tantas coisas para nos preocuparmos no dia-a-dia, não é?! São contas a pagar, questões familiares, profissionais, etc. São tantas as preocupações que muitas pessoas não conseguem aguentar e ficam sobrecarregadas de tanto stress. Talvez esta seja a sua situação. Se é, não ache que você é o único, afinal, a maioria das pessoas neste momento está pensando sobre as suas preocupações para o amanhã. No entanto, estas preocupações não são benéficas e nem fazem parte do desejo de Deus para nossas vidas.
Não estou querendo dizer que não devemos fazer planos e viver "deixando a vida nos levar". Até porque a Bíblia fala algumas vezes sobre os planos. Provérbios 16.1-3 diz: "Ao homem pertencem os planos do coração, mas do Senhor vem a resposta da língua. Todos os caminhos do homem lhe parecem puros, mas o Senhor avalia o espírito. Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos". E também o texto de Provérbios diz que "muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor". Sendo assim, devemos traçar planos, mas acima de tudo consagrá-los a Ele, buscando a Sua vontade e não a nossa. Os planos de Deus devem ser nossos planos também e não o contrário.
No entanto, ás vezes a incerteza dos planos nos faz ficarmos preocupados. Perdemos o sono, ficamos tensos e pensativos, sem saber se serão bem sucedidos ou não. Os demais problemas como as contas e as compras também nos tiram o sono. Mas isso não é o que Deus quer para nós. No texto de Mateus 6.19-34, Jesus fala sobre esta incerteza do futuro e como devemos nos portar em relação a elas. Nele Jesus afirma: "Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração. Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz. Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de você são trevas, que tremendas trevas são! Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro. Portanto eu lhes digo: não se preocupem com suas próprias vidas, quanto ao que comer ou beber; nem com seus próprios corpos, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante do que a comida, e o corpo mais importante do que a roupa? Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas? Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé? Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘Que vamos comer? ’ ou ‘que vamos beber? ’ ou ‘que vamos vestir? ’ Pois os pagãos é que correm atrás dessas coisas; mas o Pai celestial sabe que vocês precisam delas. Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal".
Veja bem, o texto no versículo 27 alerta que por mais que nos preocupemos, nenhum de nós pode acrescentar sequer uma hora à sua vida. E esta é uma grande verdade: ninguém pode fazer absolutamente nada em relação ao futuro pois o futuro a Deus pertence. É claro que isto não significa que não devemos viver como se não houvesse amanhã, como eu disse anteriormente. Não podemos viver irresponsavelmente. No entanto não adianta nada ficar se preocupando com o futuro pois não podemos fazer absolutamente nada em relação a Ele. Jesus nos diz para não nos preocuparmos com o amanhã pois basta a cada dia o seu mal. Ou seja, não fique se preocupando; quebrando a cabeça por causa de coisas que você não pode fazer nada em relação a elas.
Como eu disse anteriormente, é necessário ter o equilíbrio entre os planos para o futuro e a incerteza dele. Quero dizer com isso que se, por exemplo, você tem uma dívida para pagar, planeje como você irá fazer para pagá-la e busque cumprir este planejamento, mas não fique se desgastando ao pensar se eles vão ou não dar certo. Aí entra a questão de consagrar os planos a Deus. Busque planejar a sua vida, buscando sempre a vontade de Deus para ela, e não se preocupe mais, pois afinal você não pode fazer nada em relação ao futuro.
Então nós chegamos ao maior ensinamento que podemos ter em relação à importância de se fazer planos e o preocupar-se apenas com o dia de hoje - a consagração. Um dos provérbios que lemos nos diz para consagrar os planos a Deus. Mateus 6.33 nos diz para buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça. Há uma única verdade dentro destes dois textos - o mais importante não são os planos ou o dia de amanhã, mas o consagrar-se hoje. Por isso eu afirmo: É hoje! Hoje é o dia para consagrar-se a Deus. Hoje é o dia para buscar o Reino de Deus e a sua justiça.
Muitas pessoas passam a vida fazendo planos que nunca poderão cumprir. Muitos passam se preocupando com os muitos problemas. E no passar do tempo esquecem-se de buscar a Deus. O texto de Isaías 55.6 nos diz: "Busquem o Senhor enquanto se pode achá-lo; clamem por ele enquanto está perto". O dia para buscar a Deus é hoje. O tempo para buscar a Deus é agora. Não é amanhã, não é semana que vem e muito menos no ano que vem. É agora! Não fique se preocupando com o dia de amanhã pois você não pode fazer muito em relação a ele. Também não viva irresponsavelmente, sem se planejar para o futuro.
Você não pode saber se morrerá amanhã ou daqui a 20 anos, mas você pode passar da morte para a vida hoje. Se você se arrepender do seu passado e aceitar o presente de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, com certeza o seu futuro será maravilhoso. Não estou falando que você terá saúde perfeita, satisfação familiar, social e financeira. Pelo contrário, Jesus diz que basta a cada dia o seu mal. Ou seja, males virão! Mas Cristo pode lhe dar uma vida completa pela eternidade. Uma vida de verdade no futuro, quando ele voltar ou você se for. Mas é preciso pensar nisso hoje.
Portanto, eu digo e repito: É hoje! É hoje! É hoje que você pode passar da morte para a vida. É hoje que você pode ser salvo por Cristo. É hoje que pode haver uma grande festa no Céu pela sua salvação. É hoje que você pode se reconciliar com Deus. Mas a decisão é sua. Confesse seus pecados a Deus, reconhecendo que sem o perdão dele você está perdido e condenado a uma morte eterna, peça perdão a Ele e confesse que somente por meio do sacrifício de Jesus na cruz você pode ser perdoado e salvo da condenação eterna. Lembre-se: Não é amanhã, nem domingo que vem. É hoje!
Deus o abençoe!
Por: Pr. Cléber Ribas
sábado, 16 de novembro de 2013
Desça do muro
Você se encontra em cima do muro? Bem, talvez você se pergunte do que estou falando. Ficar em cima do muro significa não tomar posição em determinada situação. Muitas pessoas permanecem a vida toda em cima do muro, quando o assunto é tomar uma decisão em viver para Cristo completamente. Mas não basta ficar em cima do muro - é preciso descer dele.
A Bíblia nos conta a história de uma mulher que vivia em cima do muro - literalmente. Seu nome era Raabe. Raabe era uma prostituta que vivia em Jericó. Jericó era uma cidade com grandes muros. Nestes muros havia casas e em uma delas vivia Raabe. Sim, os muros de Jericó eram tão largos que havia casas nele. E Raabe morava em uma delas. Em certo momento de sua vida, pessoas desconhecidas apareceram em sua casa. Eram espiões israelitas. Raabe já havia ouvido falar sobre as conquistas dos israelitas e sobre o que o Senhor Deus havia feito na fuga deles do Egito, ao parar as águas do mar para que eles passassem.
Enquanto estes homens estavam em sua casa, Raabe os escondeu dos homens enviados pelo rei de Jericó, a fim de que não os descobrissem. E antes de deixá-los partir ela disse: "Sei que o Senhor lhes deu esta terra. Vocês nos causaram um medo terrível, e todos os habitantes desta terra estão apavorados por causa de vocês. Pois temos ouvido como o Senhor secou as águas do mar Vermelho perante vocês quando saíram do Egito, e o que vocês fizeram a leste do Jordão com Seom e Ogue, os dois reis amorreus que aniquilaram. Quando soubemos disso, o povo desanimou-se completamente, e por causa de vocês todos perderam a coragem, pois o Senhor, o seu Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra. Jurem-me pelo Senhor que, assim como eu fui bondosa com vocês, vocês também serão bondosos com a minha família. Deem-me um sinal seguro de que pouparão a vida de meu pai e de minha mãe, de meus irmãos e minhas irmãs, e de tudo o que lhes pertence. Livrem-nos da morte". Este texto encontra-se em Josué 2.9-13.
Raabe creu no poder de Deus para tomar aquela terra e pediu que poupassem a vida de seus familiares. Então, os espiões voltaram para o líder dos israelitas - Josué. Josué era o sucessor de Moisés, o responsável por levar o povo de Deus à conquista da Terra prometida. Depois de alguns dias, Josué guiou os israelitas para conquistar Jericó. Raabe não havia contado a ninguém sobre os israelitas, como havia prometido aos espiões (Js 2.14-21) e estava à espera do dia em que eles destruiriam a cidade de Jericó, mas seus familiares seriam poupados. Bastava a ela colocar um pano vermelho na janela para que fosse identificada a sua casa e assim cumprido o acordo.
Deus ordenou aos israelitas que andassem em volta de Jericó por 7 dias e apenas no sétimo gritassem com todas as forças e assim eles fizeram. Então os muros de Jericó caíram. Não todas as partes dos muros, pois a casa de Raabe permaneceu em pé, mas parte suficiente para que o povo de Israel entrasse e atacasse. Os israelitas atacaram e só pouparam a Raabe e aqueles que estavam com ela. O texto de Josué 6.22-23 nos diz: "Josué disse aos dois homens que tinham espionado a terra: 'Entrem na casa da prostituta e tirem-na de lá com todos os seus parentes, conforme o juramento que fizeram a ela'. Então os jovens que tinham espionado a terra entraram e trouxeram Raabe, seu pai, sua mãe, seus irmãos e todos os seus parentes. Tiraram de lá todos os da sua família e os deixaram num local fora do acampamento de Israel".
Raabe e sua família haviam sido salvos da destruição pela certeza de Raabe de que Deus daria a vitória ao seu povo. Ao colocar um pano vermelho ela demonstrou que cria que os israelitas destruiriam Jericó e assim ela seria poupada da destruição junto de sua família. Mas, Raabe poderia ter ficado em casa. Os espiões poderiam ter entrado na casa dela e ter chamado ela e seus familiares para fora de casa e ouvir a resposta: "por favor, nos poupem, mas nos deixem morar aqui. Nós somos cidadãos de Jericó, passamos a vida toda aqui. Nós queremos ser salvos mas não queremos abandonar a nossa vida. Eu quero continuar sendo prostituta nesta cidade". Eles com certeza teriam poupado a vida dela e a deixado lá com sua família. Esta era a promessa - livrá-los da morte.
Mas Raabe não disse isso. Ela seguiu os espiões até um lugar seguro. E não só isso. Josué 6.25 diz: "(...) Josué poupou a prostituta Raabe, a sua família, e todos os seus pertences, pois ela escondeu os homens que Josué tinha enviado a Jericó como espiões. E Raabe vive entre os israelitas até hoje". Raabe seguiu o povo para a conquista da Terra prometida. Ela poderia ter voltado depois da destruição de Jericó para a sua casa, para a sua vida, em meio à destruição, para permanecer com os mortos na sua antiga vida. Ela, no entanto, seguiu a sua vida com os israelitas. Passou a fazer parte do povo de Deus. Abandonou a sua vida de pecados e seguiu a Josué com o restante do povo de Deus em busca da conquista da Terra prometida. Ela desceu do muro e tomou a decisão mais importante de sua vida.
Assim como Raabe antes dos espiões aparecerem em sua vida, há muitas pessoas vivendo em cima do muro. No entanto, ao contrário dela, estas pessoas não sabem que os muros ainda fazem parte da cidade. Ou seja, viver em cima do muro é ter tomado uma decisão. São pessoas que estão entre a decisão de continuar vivendo como se Deus existisse mas não fizesse nenhuma diferença em suas vidas ou descer do muro e seguir o povo de Deus. Se Raabe permanecesse em cima do muro ela estaria tomando a decisão de permanecer em Jericó. Da mesma forma, se você permanecesse em cima do muro em relação a viver com Jesus, você também já está tomando a decisão de continuar escravo do pecado.
Raabe pôs um pano vermelho para que não fosse morta, mas se ela não tivesse seguido a Josué com o povo, ela teria continuado em Jericó, vivendo em meio à morte. Da mesma forma, não basta apenas dizer que crê em Cristo, dizer que ama a Deus e voltar a viver em cima do muro. É preciso descer do muro e seguir com o povo.
Outra coisa interessante é o nome Josué. Em hebraico Josué é Joshua. Jesus também é Joshua em hebraico. Joshua significa salvador. Ou seja, Raabe precisava descer do muro, se juntar ao povo de Deus e seguir o salvador em busca da conquista da Terra prometida. Da mesma forma, você também precisa descer do muro, se juntar ao povo de Deus e seguir o salvador em busca da conquista da Terra prometida. E em ambos os casos a vitória era garantida. Deus já havia prometido que a Terra era de Israel, ou seja, eles já possuíam a Terra. Era questão de tempo para desfrutar dela. O próprio Deus seria o conquistador daquela Terra prometida. Semelhantemente Deus já prometeu o Céu, ou seja, aqueles que fazem parte do povo de Deus seguindo ao salvador, Jesus, já possuem a Terra prometida. É apenas questão de tempo para desfrutar dela.
No entanto, se Raabe não tivesse descido do muro e seguido em frente em uma nova vida ela jamais teria desfrutado dessas bênçãos. E seu nome não estaria na genealogia de Jesus. Sim, em Mateus 1.5 Raabe aparece na genealogia de Jesus. Raabe foi mãe de Boaz, bisavô de Davi. Da mesma forma, o seu nome pode aparecer em uma lista muito importante - a lista dos que vão para o Céu. Seu nome pode estar no livro da vida. Mas cabe a você a decisão de descer do muro. Qual será a sua decisão? Vai continuar em cima do muro e ver o salvador passar levando seu povo à Terra prometida? Ou vai descer do muro, abandonar a sua vida de pecados e viver uma nova vida, seguindo a Jesus Cristo, vivendo com o povo de Deus e desfrutando das bênçãos da salvação? A escolha é sua. Ela é para hoje. Amanhã pode ser tarde demais!
Pense nisso. E que Deus o abençoe!
A Bíblia nos conta a história de uma mulher que vivia em cima do muro - literalmente. Seu nome era Raabe. Raabe era uma prostituta que vivia em Jericó. Jericó era uma cidade com grandes muros. Nestes muros havia casas e em uma delas vivia Raabe. Sim, os muros de Jericó eram tão largos que havia casas nele. E Raabe morava em uma delas. Em certo momento de sua vida, pessoas desconhecidas apareceram em sua casa. Eram espiões israelitas. Raabe já havia ouvido falar sobre as conquistas dos israelitas e sobre o que o Senhor Deus havia feito na fuga deles do Egito, ao parar as águas do mar para que eles passassem.
Enquanto estes homens estavam em sua casa, Raabe os escondeu dos homens enviados pelo rei de Jericó, a fim de que não os descobrissem. E antes de deixá-los partir ela disse: "Sei que o Senhor lhes deu esta terra. Vocês nos causaram um medo terrível, e todos os habitantes desta terra estão apavorados por causa de vocês. Pois temos ouvido como o Senhor secou as águas do mar Vermelho perante vocês quando saíram do Egito, e o que vocês fizeram a leste do Jordão com Seom e Ogue, os dois reis amorreus que aniquilaram. Quando soubemos disso, o povo desanimou-se completamente, e por causa de vocês todos perderam a coragem, pois o Senhor, o seu Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra. Jurem-me pelo Senhor que, assim como eu fui bondosa com vocês, vocês também serão bondosos com a minha família. Deem-me um sinal seguro de que pouparão a vida de meu pai e de minha mãe, de meus irmãos e minhas irmãs, e de tudo o que lhes pertence. Livrem-nos da morte". Este texto encontra-se em Josué 2.9-13.
Raabe creu no poder de Deus para tomar aquela terra e pediu que poupassem a vida de seus familiares. Então, os espiões voltaram para o líder dos israelitas - Josué. Josué era o sucessor de Moisés, o responsável por levar o povo de Deus à conquista da Terra prometida. Depois de alguns dias, Josué guiou os israelitas para conquistar Jericó. Raabe não havia contado a ninguém sobre os israelitas, como havia prometido aos espiões (Js 2.14-21) e estava à espera do dia em que eles destruiriam a cidade de Jericó, mas seus familiares seriam poupados. Bastava a ela colocar um pano vermelho na janela para que fosse identificada a sua casa e assim cumprido o acordo.
Deus ordenou aos israelitas que andassem em volta de Jericó por 7 dias e apenas no sétimo gritassem com todas as forças e assim eles fizeram. Então os muros de Jericó caíram. Não todas as partes dos muros, pois a casa de Raabe permaneceu em pé, mas parte suficiente para que o povo de Israel entrasse e atacasse. Os israelitas atacaram e só pouparam a Raabe e aqueles que estavam com ela. O texto de Josué 6.22-23 nos diz: "Josué disse aos dois homens que tinham espionado a terra: 'Entrem na casa da prostituta e tirem-na de lá com todos os seus parentes, conforme o juramento que fizeram a ela'. Então os jovens que tinham espionado a terra entraram e trouxeram Raabe, seu pai, sua mãe, seus irmãos e todos os seus parentes. Tiraram de lá todos os da sua família e os deixaram num local fora do acampamento de Israel".
Raabe e sua família haviam sido salvos da destruição pela certeza de Raabe de que Deus daria a vitória ao seu povo. Ao colocar um pano vermelho ela demonstrou que cria que os israelitas destruiriam Jericó e assim ela seria poupada da destruição junto de sua família. Mas, Raabe poderia ter ficado em casa. Os espiões poderiam ter entrado na casa dela e ter chamado ela e seus familiares para fora de casa e ouvir a resposta: "por favor, nos poupem, mas nos deixem morar aqui. Nós somos cidadãos de Jericó, passamos a vida toda aqui. Nós queremos ser salvos mas não queremos abandonar a nossa vida. Eu quero continuar sendo prostituta nesta cidade". Eles com certeza teriam poupado a vida dela e a deixado lá com sua família. Esta era a promessa - livrá-los da morte.
Mas Raabe não disse isso. Ela seguiu os espiões até um lugar seguro. E não só isso. Josué 6.25 diz: "(...) Josué poupou a prostituta Raabe, a sua família, e todos os seus pertences, pois ela escondeu os homens que Josué tinha enviado a Jericó como espiões. E Raabe vive entre os israelitas até hoje". Raabe seguiu o povo para a conquista da Terra prometida. Ela poderia ter voltado depois da destruição de Jericó para a sua casa, para a sua vida, em meio à destruição, para permanecer com os mortos na sua antiga vida. Ela, no entanto, seguiu a sua vida com os israelitas. Passou a fazer parte do povo de Deus. Abandonou a sua vida de pecados e seguiu a Josué com o restante do povo de Deus em busca da conquista da Terra prometida. Ela desceu do muro e tomou a decisão mais importante de sua vida.
Assim como Raabe antes dos espiões aparecerem em sua vida, há muitas pessoas vivendo em cima do muro. No entanto, ao contrário dela, estas pessoas não sabem que os muros ainda fazem parte da cidade. Ou seja, viver em cima do muro é ter tomado uma decisão. São pessoas que estão entre a decisão de continuar vivendo como se Deus existisse mas não fizesse nenhuma diferença em suas vidas ou descer do muro e seguir o povo de Deus. Se Raabe permanecesse em cima do muro ela estaria tomando a decisão de permanecer em Jericó. Da mesma forma, se você permanecesse em cima do muro em relação a viver com Jesus, você também já está tomando a decisão de continuar escravo do pecado.
Raabe pôs um pano vermelho para que não fosse morta, mas se ela não tivesse seguido a Josué com o povo, ela teria continuado em Jericó, vivendo em meio à morte. Da mesma forma, não basta apenas dizer que crê em Cristo, dizer que ama a Deus e voltar a viver em cima do muro. É preciso descer do muro e seguir com o povo.
Outra coisa interessante é o nome Josué. Em hebraico Josué é Joshua. Jesus também é Joshua em hebraico. Joshua significa salvador. Ou seja, Raabe precisava descer do muro, se juntar ao povo de Deus e seguir o salvador em busca da conquista da Terra prometida. Da mesma forma, você também precisa descer do muro, se juntar ao povo de Deus e seguir o salvador em busca da conquista da Terra prometida. E em ambos os casos a vitória era garantida. Deus já havia prometido que a Terra era de Israel, ou seja, eles já possuíam a Terra. Era questão de tempo para desfrutar dela. O próprio Deus seria o conquistador daquela Terra prometida. Semelhantemente Deus já prometeu o Céu, ou seja, aqueles que fazem parte do povo de Deus seguindo ao salvador, Jesus, já possuem a Terra prometida. É apenas questão de tempo para desfrutar dela.
No entanto, se Raabe não tivesse descido do muro e seguido em frente em uma nova vida ela jamais teria desfrutado dessas bênçãos. E seu nome não estaria na genealogia de Jesus. Sim, em Mateus 1.5 Raabe aparece na genealogia de Jesus. Raabe foi mãe de Boaz, bisavô de Davi. Da mesma forma, o seu nome pode aparecer em uma lista muito importante - a lista dos que vão para o Céu. Seu nome pode estar no livro da vida. Mas cabe a você a decisão de descer do muro. Qual será a sua decisão? Vai continuar em cima do muro e ver o salvador passar levando seu povo à Terra prometida? Ou vai descer do muro, abandonar a sua vida de pecados e viver uma nova vida, seguindo a Jesus Cristo, vivendo com o povo de Deus e desfrutando das bênçãos da salvação? A escolha é sua. Ela é para hoje. Amanhã pode ser tarde demais!
Pense nisso. E que Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber Ribas
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
A alegria está no coração de quem já conhece a Jesus
Há uma música de Toquinho e Vinícius de Morais que fala que
“é melhor ser alegre que ser triste/alegria é a melhor coisa que existe/é assim
como a luz no coração”. É muito bonito, mas para muito gente isso é apenas uma
canção. Muitas pessoas sabem que é melhor ser alegre, mas a situação em que se
encontram não parece permitir que estes versos sejam possíveis. Talvez você
esteja enfrentando situações de extrema dificuldade – desemprego, doença, crise
familiar, perda de um ente querido, solidão, falta de esperança, etc. Talvez
você até veja motivos para morrer mas nenhum motivo para viver. Mas eu quero
lhe dizer que há motivos sim para se alegrar mesmo quando estamos passando por
uma ou por todas essas situações. Portanto, eu quero falar alguns motivos para se
alegrar. Mas é claro que estes motivos partem da Palavra de Deus.
O primeiro motivo é o mais importante. Ele se encontra na
carta de Paulo aos Filipenses, primeiramente no capítulo 3, versículo 1 que
diz: “(...) meus irmãos, alegrem-se no Senhor!”; e no versículo 4 do capítulo
4: “alegrem-se sempre no Senhor! Novamente direi, alegrem-se!” Há um grande
motivo para se alegrar – com certeza o maior de todos – a alegria no Senhor. O
ser humano foi criado com o propósito de ser plenamente feliz, por isso ansiamos
tanto por sermos felizes. Buscamos formas e mais formas de ficarmos felizes,
mas quanto mais buscamos ás vezes parece que menos felizes ficamos. Isso ocorre
porque nem sempre buscamos no lugar certo. Fomos sim criados com o propósito de
sermos felizes, mas felizes no Senhor. A grande alegria só pode ser achada
Nele! Mas, o que significa alegrar-se no Senhor? Significa alegrar-se na
existência de Deus, em quem Deus é e no que Ele faz. Na existência Dele, ao
saber que não estamos sozinhos no universo. Isso não significa que há seres de
outro planeta nos vigiando, mas que há alguém que formou os planetas e cuida de
nós. Alegrar-se em saber que este Deus criador é o mesmo Deus que mandou seu
Filho Jesus para morrer em uma cruz por mim e por você. Aí entra a alegria em
quem Deus é. Podemos nos alegrar no amor de Deus pois Ele é amor (1 João 4.8).
Ele nos ama a tal ponto que mandou seu próprio Filho, Jesus Cristo para morrer
em nosso lugar, para que todo o que creia que Ele é o Filho de Deus, o único
Senhor e Salvador, possa ter uma vida eterna. Ele é bom, rico em misericórdia e
graça, justo, santo, poderoso, etc. Ao sabermos destas grandes verdades e
meditarmos nelas, nos sentimos alegres pois sabemos que aquele que cuida de nós
tem poder para isso, que ele é justo quando somos injustiçados e misericordioso
quando somos injustos. E isto também é alegrar-se no que Ele faz. Falei aqui
semana passada sobre agradecer por tudo o que Deus tem feito e vai fazer. Pois
isso só é possível quando nos alegramos no que Ele faz e ao agradecermos nos
tornamos mais alegres ainda. Assim, podemos nos alegrar em Deus acima de
qualquer problema.
Também podemos nos alegrar nos problemas; com os
problemas. Sim, o sofrimento pode ser um motivo de grande alegria. O texto de
Tiago 1.2-4 nos diz: “Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato
de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé
produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que
vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.” Os problemas da
vida são grandes bênçãos e por isso podemos nos alegrar com eles. Não é fácil,
mas com a ajuda de Deus podemos nos alegrar com os problemas. Ao contrário do
que é dito em muitos lugares hoje, a Palavra de Deus diz que o sofrimento é
motivo de alegria. As situações terríveis pelas quais passamos em nossas vidas
não são maldições, mas bênçãos. Eu estou doente? Que bênção! Eu estou
solitário? Que bênção! Tudo na vida é bênção do Senhor! A alegria produz
perseverança, pois quando estamos sofrendo não ficamos desesperados ou
completamente abatidos pois sabemos que temos um Deus que age em todas as
coisas para o bem dos que o amam (Rm 8.28). Inclusive no sofrimento. As dores
da vida também nos aproximam de Deus. Quando estamos abatidos buscamos conforto
nele. Quando estamos doentes ou em risco de morte buscamos a intervenção Dele
naquela situação. Enfim, o sofrimento nos leva para perto de Deus e isso nos
faz alegres, pois fomos criados para sermos alegres Nele. Mas é claro,
alegrar-se no sofrimento é algo que só é possível se você tem uma vida com o
Senhor. Se Deus para você é alguém que você só vê aos domingos e olhe lá, o
sofrimento sempre será terrível para você pois você não se alegra primeiramente
no Senhor. Você está sofrendo com alguma situação ruim e não consegue se
alegrar? Então primeiramente procure analisar se você está vivendo uma vida com
Deus, e quando eu falo em viver uma vida com Deus não estou querendo dizer que
você foi batizado, ou cumpre todas as regras da sua religião. Lembre-se, o
batismo e as regras das igrejas não salvam ninguém. Aliás, igreja nenhuma salva
- só Cristo salva! Portanto para se alegrar no sofrimento, e assim produzir
perseverança, é necessário viver com Cristo. E assim, você poderá passar pela
prova dando glória a Deus.
E melhor do que passar por uma situação ruim dando glórias é
passar com pessoas orando por você e lhe dando o apoio necessário. Há uma
música que diz que ninguém é feliz sozinho. A comunhão com os irmãos nos alegra
mesmo quando estamos passando por momentos de extrema dificuldade. O salmo 122,
versículo 1 diz “alegrei-me com os que me disseram: ‘Vamos à casa do Senhor!’”
Este salmo, um cântico de peregrinação, fala sobre a alegria do salmista de ir
ao templo que ficava em Jerusalém para adorar a Deus juntamente de seus irmãos.
Hoje nós sabemos que a casa de Deus não é nenhum templo, mas a igreja. E também
sabemos que a igreja não é o lugar onde os cristãos se reúnem, mas um grupo de
cristãos onde quer que se reúnam. Assim, se fossemos adaptar o salmo aos nosso
dias, poderíamos dizer: "alegrei-me com os que me disseram: 'vamos cultuar
a Deus com os irmãos!'" Pensamento semelhante tem o autor do salmo 133,
quando diz: "Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!"
É uma grande alegria estar junto de outras pessoas que vivem o evangelho,
pessoas que amam a Deus e desejam ardentemente louvar e cultuar ao Senhor.
Quando a igreja se reúne para adorar a Deus, quando cantamos juntos, quando
podemos compartilhar da Palavra de Deus juntos, quando oramos juntos, nos
sentimos muito alegres. Há uma alegria imensa em estar com os irmãos; com
aqueles que professam a mesma fé que nós. Por isso, os primeiros cristãos se
reuniam todos os dias no pátio do Templo de Jerusalém (Atos 2.46). Eles tinham
plena alegria em estarem juntos. Como pastor eu tenho o privilégio de poder
estar com os irmãos da igreja que pastoreio não só aos domingos, mas em outros
momentos da semana. E como é bom poder conversar, compartilhar da Palavra, orar
por eles e com eles. Mas esta bênção não é exclusiva dos pastores. Você também
pode desfrutar desta bênção. Você frequenta alguma igreja? Você participa de
alguma igreja que estuda a Bíblia, irmãos que oram juntos uns pelos outros, que
tem amor uns pelos outros? Se não participa, eu quero lhe dizer que ninguém é
feliz sozinho. Deus nos criou para sermos plenamente felizes Nele. Mas também
para que fossemos pessoas sociais, ou seja, tenhamos pessoas em que podemos
confiar, amar e orar juntos. Se você não participa de uma igreja, busque hoje
mesmo um lugar onde a igreja esteja reunida e converse com o pastor mostrando
seu interesse em participar ali.
Portanto, se você deseja ser uma pessoa completamente
alegre, você pode encontrar como isto é possível na Palavra de Deus. Ela nos
diz que é possível alegrar-se no Senhor, com o sofrimento e na vida em
comunidade - com outras pessoas que também amam a Cristo e buscam viver segundo
a Palavra de Deus. E como diz uma simples e bela música: "A alegria está
no coração de quem já conhece a Jesus! A verdadeira paz só tem aquele que já
conhece a Jesus. O sentimento mais precioso que vem do nosso Senhor é o amor
que só tem quem já conhece a Jesus. Aleluia! Amém!" Pense nisso!
Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Por tudo o que tens feito, por tudo o que vais fazer...
Você sabia que um adulto pisca em torno de 24000 vezes ao dia. O ato de piscar faz com que nossos olhos permaneçam sempre limpos, assim não permitindo que tenhamos nenhum problema nos olhos. Sendo assim, um homem de 30 anos já piscou cerca de 262 milhões e 800 mil vezes. Um adulto também respira em média 20 vezes por minuto. Portanto, um adulto de 30 anos já respirou mais de 311 milhões e 400 mil vezes. Isso sem contar as muitas refeições que já fez, os muitos sorrisos, as lágrimas, as noites de sono, etc.
Talvez você esteja se perguntando aonde eu quero chegar. Pois bem, dentro de alguns dias eu completarei 30 anos de idade. Para alguns é muito pouco, para outros é muito. Não sei como você vê, mas eu tenho pensado bastante nestes últimos dias. Quantas coisas vivemos ao longo da vida. Quantas emoções já vivemos, quantas alegrias, frustrações, dores. A vida é cheia. Nós passamos por muitas coisas ao longo da vida. Todos os dias quando acordamos podemos ter a certeza de que muitas coisas acontecerão.
Pare e pense sobre a sua vida até hoje. Há quantos anos você respira? Há quantos anos você pisca? Quantas coisas você já aprendeu? Quantas alegrias já teve? Bem, eu quero lhe ajudar a lembrar algumas coisas que provavelmente você já fez. Vamos lá. Você com certeza já fez alguma viagem. Pois então pense na melhor viagem que você já fez até hoje. Com quem você estava? Agora pense em todas as pessoas que já conheceu; em todas com quem já se relacionou. Quantos sorrisos você já viu? Quantas vezes na vida você já ouviu um bom dia, boa tarde ou boa noite? Quantas vezes já riu com alguém, já tirou uma foto? Qual a melhor música que você já ouviu? E qual a melhor que já cantou?
A nossa vida é cheia de maravilhosas sensações, informações, surpresas. E a cada dia elas se renovam. A cada novo dia somos surpreendidos. Quantas vezes já acordei com o canto dos pássaros?! Lembro que quando estava no seminário um dos momentos mais especiais era quando acordava cedo para fazer alguma viagem com o pessoal do seminário e via uma grande quantidade de pássaros se alimentando no pátio. Havia sempre muitos deles e de muitas espécies. Era algo maravilhoso. Quantos pássaros podem nos alegrar a cada novo dia? Lembro também das alegrias que tive com meu pai, minha mãe, meus irmãos, minha esposa. Tantos abraços, tantas risadas.
Estive pensando bastante no que esperava há anos atrás. Quando alcancei a maioridade meus planos para os 30 anos eram bastante diferentes da vida que levo hoje. Imaginava um caminho diferente, ter feito coisas diferentes, conhecer pessoas diferentes e estar em um lugar diferente. Mas Deus escreveu a minha história de forma diferente. Glórias a Ele. Há quem diga que Deus escreve certo por linhas tortas. Pois eu tenho a certeza de que Deus escreve certo por linhas certas, e nós é que vemos, muitas vezes, com uma visão torta.
Hoje, a poucos dias de chegar aos trinta eu sou uma pessoa totalmente diferente da que imaginei e sonhei que seria e vivo em uma situação semelhantemente diferente. Mas eu sou muito mais feliz e realizado que seria se as coisas fossem exatamente como eu queria. Hoje eu não tenho muitas coisas, mas não sinto falta de nada. Não acrescentaria nada à minha vida que Deus já tenha acrescentado. Sou plenamente feliz e realizado. Completamente agradecido.
E você? Você é agradecido pela sua vida? A Palavra de Deus diz em 1 Ts 5.18: "Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus". Nós devemos ser agradecidos em tudo. E não só devemos, pois podemos. Basta olhar à sua volta e ver o quanto Deus é maravilhoso. Nem sempre conseguimos perceber o quanto podemos agradecer. Mas nós podemos. Aqueles que estão doentes podem buscar tratamento, ter os cuidados de profissionais da saúde. Podem ter pessoas por perto para cuidar nesta hora difícil. Aqueles que passam por dificuldades financeiras, podem com esta situação aprender a administrar melhores os seus ganhos. Pessoas enlutadas podem contar com o apoio dos amigos e demais familiares para superar a dor da perda. Pessoas desempregadas podem buscar outras formas de rendimento e Deus é tão bom que dificilmente nos falta o que comer ou a água para beber. Temos roupas, amigos, familiares, saúde. Ás vezes temos tudo isso, ás vezes apenas algumas destas coisas. Mas ainda assim nós temos. Há motivos de sobra para agradecermos a Deus tudo o quanto Ele faz.
Eu jamais poderia me queixar de tudo de maravilhoso que Deus fez em minha vida. Eu posso ouvir o canto dos pássaros, músicas que gosto; olhar para o céu, para a natureza; sentir perfumes maravilhosos; saborear comidas deliciosas; posso abraçar, posso cantar, posso sorrir, posso chorar, posso superar as dificuldades, posso lutar. Eu posso me alegrar e agradecer a Deus tudo que Ele fez em mim e por mim. E com certeza você também tem inúmeras coisas a agradecer. Basta olhar à sua volta tudo quanto Deus fez de bom em sua vida. Ele é maravilhoso. Por isso nós podemos ser infinitamente gratos.
A vida é linda, maravilhosa! A vida é cheia de cores, sons, cheiros, enfim, cheia de vida. A vida é maravilhosa e por isso nós podemos agradecer a cada novo dia pela beleza de desfrutar de mais um novo dia. Apenas isso já é algo para se agradecer. Agradeça pela vida que você tem. Conte as bênçãos que Deus já lhe deu até hoje e você ficará surpreso o quanto Ele já fez - quantas coisas maravilhosas você já viveu. A vida é maravilhosa. E ela pode ser eterna.
Quando penso no quão maravilhosa é esta minha vida não consigo deixar de pensar que uma vida mais maravilhosa ainda me aguarda quando eu partir daqui. Uma vida conquistada na cruz por meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, em quem eu creio como único e suficiente salvador e que me garante esta vida eterna. E não consigo deixar de agradecer por este tão grande amor e por tão grande salvação. Como não agradecer a alguém que deixa a sua glória para morrer por mim e por você em uma cruz, para que eu e você tenhamos uma vida plena e eterna, mediante a fé Nele? É impossível não ser grato.
E você, o que tem a agradecer? Você já agradeceu a Deus hoje? Pois viva uma vida de gratidão, pois Deus ama você e fez e faz muito por você a cada novo dia.
Deus o abençoe!
Talvez você esteja se perguntando aonde eu quero chegar. Pois bem, dentro de alguns dias eu completarei 30 anos de idade. Para alguns é muito pouco, para outros é muito. Não sei como você vê, mas eu tenho pensado bastante nestes últimos dias. Quantas coisas vivemos ao longo da vida. Quantas emoções já vivemos, quantas alegrias, frustrações, dores. A vida é cheia. Nós passamos por muitas coisas ao longo da vida. Todos os dias quando acordamos podemos ter a certeza de que muitas coisas acontecerão.
Pare e pense sobre a sua vida até hoje. Há quantos anos você respira? Há quantos anos você pisca? Quantas coisas você já aprendeu? Quantas alegrias já teve? Bem, eu quero lhe ajudar a lembrar algumas coisas que provavelmente você já fez. Vamos lá. Você com certeza já fez alguma viagem. Pois então pense na melhor viagem que você já fez até hoje. Com quem você estava? Agora pense em todas as pessoas que já conheceu; em todas com quem já se relacionou. Quantos sorrisos você já viu? Quantas vezes na vida você já ouviu um bom dia, boa tarde ou boa noite? Quantas vezes já riu com alguém, já tirou uma foto? Qual a melhor música que você já ouviu? E qual a melhor que já cantou?
A nossa vida é cheia de maravilhosas sensações, informações, surpresas. E a cada dia elas se renovam. A cada novo dia somos surpreendidos. Quantas vezes já acordei com o canto dos pássaros?! Lembro que quando estava no seminário um dos momentos mais especiais era quando acordava cedo para fazer alguma viagem com o pessoal do seminário e via uma grande quantidade de pássaros se alimentando no pátio. Havia sempre muitos deles e de muitas espécies. Era algo maravilhoso. Quantos pássaros podem nos alegrar a cada novo dia? Lembro também das alegrias que tive com meu pai, minha mãe, meus irmãos, minha esposa. Tantos abraços, tantas risadas.
Estive pensando bastante no que esperava há anos atrás. Quando alcancei a maioridade meus planos para os 30 anos eram bastante diferentes da vida que levo hoje. Imaginava um caminho diferente, ter feito coisas diferentes, conhecer pessoas diferentes e estar em um lugar diferente. Mas Deus escreveu a minha história de forma diferente. Glórias a Ele. Há quem diga que Deus escreve certo por linhas tortas. Pois eu tenho a certeza de que Deus escreve certo por linhas certas, e nós é que vemos, muitas vezes, com uma visão torta.
Hoje, a poucos dias de chegar aos trinta eu sou uma pessoa totalmente diferente da que imaginei e sonhei que seria e vivo em uma situação semelhantemente diferente. Mas eu sou muito mais feliz e realizado que seria se as coisas fossem exatamente como eu queria. Hoje eu não tenho muitas coisas, mas não sinto falta de nada. Não acrescentaria nada à minha vida que Deus já tenha acrescentado. Sou plenamente feliz e realizado. Completamente agradecido.
E você? Você é agradecido pela sua vida? A Palavra de Deus diz em 1 Ts 5.18: "Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus". Nós devemos ser agradecidos em tudo. E não só devemos, pois podemos. Basta olhar à sua volta e ver o quanto Deus é maravilhoso. Nem sempre conseguimos perceber o quanto podemos agradecer. Mas nós podemos. Aqueles que estão doentes podem buscar tratamento, ter os cuidados de profissionais da saúde. Podem ter pessoas por perto para cuidar nesta hora difícil. Aqueles que passam por dificuldades financeiras, podem com esta situação aprender a administrar melhores os seus ganhos. Pessoas enlutadas podem contar com o apoio dos amigos e demais familiares para superar a dor da perda. Pessoas desempregadas podem buscar outras formas de rendimento e Deus é tão bom que dificilmente nos falta o que comer ou a água para beber. Temos roupas, amigos, familiares, saúde. Ás vezes temos tudo isso, ás vezes apenas algumas destas coisas. Mas ainda assim nós temos. Há motivos de sobra para agradecermos a Deus tudo o quanto Ele faz.
Eu jamais poderia me queixar de tudo de maravilhoso que Deus fez em minha vida. Eu posso ouvir o canto dos pássaros, músicas que gosto; olhar para o céu, para a natureza; sentir perfumes maravilhosos; saborear comidas deliciosas; posso abraçar, posso cantar, posso sorrir, posso chorar, posso superar as dificuldades, posso lutar. Eu posso me alegrar e agradecer a Deus tudo que Ele fez em mim e por mim. E com certeza você também tem inúmeras coisas a agradecer. Basta olhar à sua volta tudo quanto Deus fez de bom em sua vida. Ele é maravilhoso. Por isso nós podemos ser infinitamente gratos.
A vida é linda, maravilhosa! A vida é cheia de cores, sons, cheiros, enfim, cheia de vida. A vida é maravilhosa e por isso nós podemos agradecer a cada novo dia pela beleza de desfrutar de mais um novo dia. Apenas isso já é algo para se agradecer. Agradeça pela vida que você tem. Conte as bênçãos que Deus já lhe deu até hoje e você ficará surpreso o quanto Ele já fez - quantas coisas maravilhosas você já viveu. A vida é maravilhosa. E ela pode ser eterna.
Quando penso no quão maravilhosa é esta minha vida não consigo deixar de pensar que uma vida mais maravilhosa ainda me aguarda quando eu partir daqui. Uma vida conquistada na cruz por meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, em quem eu creio como único e suficiente salvador e que me garante esta vida eterna. E não consigo deixar de agradecer por este tão grande amor e por tão grande salvação. Como não agradecer a alguém que deixa a sua glória para morrer por mim e por você em uma cruz, para que eu e você tenhamos uma vida plena e eterna, mediante a fé Nele? É impossível não ser grato.
E você, o que tem a agradecer? Você já agradeceu a Deus hoje? Pois viva uma vida de gratidão, pois Deus ama você e fez e faz muito por você a cada novo dia.
Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber
terça-feira, 22 de outubro de 2013
O que os olhos não veem, a fé traz à mente
Você se considera uma pessoa de fé? No que você tem fé? A sua fé está bem direcionada? Pois bem, muito se fala sobre a fé mas pouco se sabe sobre ela. Pessoas mentiram, roubaram e mataram ao longo da história alegando ser em nome da fé. Ainda hoje muitos fazem negócio com a fé alheia. Mas, o que é a fé? Se você tivesse de responder a alguém o que é a fé, qual seria a sua resposta?
O autor de Hebreus responde e resume a ideia bíblica de fé no capítulo 11 do livro. Todo o capítulo, chamado de rol dos heróis da fé, relata sobre homens e mulheres que tiveram a verdadeira fé. E o autor inicia esta lista de homens e mulheres de fé com o seguinte conceito, presente no versículo 1: "...a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos". Este breve conceito descreve bem como é a fé.
Em primeiro lugar ela é uma certeza. A fé permite muitas dúvidas mas nunca a dúvida sobre o fundamento da fé. Ela não permite incertezas quanto ao centro do que ela se refere. É importante entender que o relato destes heróis da fé não fala de situações em que pela fé foram imensamente abençoados e tiveram o que queriam. Pelo contrário, o versículo 39 diz que "não obtiveram (...) a concretização da promessa". Com certeza estes heróis da fé tiveram dúvidas sobre diversas coisas, mas no que era fundamental - a promessa de Deus - eles tinham a certeza. A fé é uma certeza! Mas certeza de que? Da promessa de Deus.
O texto diz que a fé é a certeza daquilo que esperamos. E o que estes chamados heróis da fé esperavam? Abraão esperava uma terra que seria de posse de seus descendentes. Noé esperava uma chuva capaz de inundar o mundo e a salvação de Deus através da arca que Ele lhe mandara construir. Moisés esperava chegar à Terra Prometida, terra que emanava leite e mel, para onde ele levaria o povo hebreu - terra esta que ele apenas viu de cima de um monte antes de morrer. E tantos outros tinham a certeza de que aquilo que Deus havia prometido se cumpriria. No entanto, eles não estavam limitados a promessas concernentes à Terra. O próprio texto, nos versículos 13 a 16 nos diz que "todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra. Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria. E, se, na verdade, se lembrassem daquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar. Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade". Eles sabiam que a promessa de Deus ia além de uma vida passageira. Era uma promessa eterna.
A fé é a certeza daquilo que esperamos - não para este mundo, mas para a eternidade. Ter fé não é apenas acreditar que isto ou aquilo pode acontecer. Não é acreditar que Deus pode curar alguém, pode livrar de um problema, pode fazer um milagre, etc. Ter fé é ter a certeza absoluta de que a promessa de vida eterna é verdadeira! É ter uma certeza completa e inabalável de tal forma que possa afirmar, assim como disse Paulo na sua segunda carta a Timóteo: "sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia". A fé é a certeza daquilo que esperamos. Sendo assim, a fé não se resume a um simplesmente acreditar em algo, mas ter certeza de que a vida eterna é uma verdade absoluta disponível a todos aqueles que creem que Jesus Cristo é o único e suficiente salvador de suas vidas. É uma certeza que não se baseia em suas próprias atitudes, mas na promessa de Deus - promessa de que "quem crê no Filho tem a vida eterna" (João 3.36).
Você pode até ter diversas dúvidas - como será o amanhã? Estou agradando a Deus no meu trabalho? Quem é realmente meu amigo? Enfim, diversas dúvidas sobre muitas coisas, mas se você tem fé, você está plenamente certo de que por meio do sacrifício de Cristo Jesus, mediante o arrependimento e a confissão de seus pecados a Deus, você foi perdoado e tem a vida eterna. Se você não tem esta certeza, eu lhe deixo um aviso muito sério do versículo 6 do texto que estamos estudando, Hebreus 11: "Sem fé é impossível agradar a Deus". Ou seja, sem fé é impossível alcançar a vida eterna.
Mas, o texto não para por aí. Ele nos diz que a fé é também a prova daquilo que não vemos. Além de ser uma certeza da vida eterna, ela é a prova de que o que Deus prometeu é real. Não apenas uma certeza de que teremos a vida eterna, mas uma prova concreta de que o Céu existe e que um lugar para aqueles que creem está sendo ajeitado pelo próprio Cristo nele. Conheço muitas pessoas que dizem não crer na existência de Deus, na Bíblia ou mesmo em Jesus porque consideram que não há provas acerca da existência Dele, da veracidade da Bíblia ou de que as palavras de Jesus eram verdadeiras. Pelo contrário, buscam de todas as formas encontrar provas e mais provas de que a Bíblia está errada, de que Deus não existe e que Jesus foi uma farsa. Ainda esta semana vi uma notícia de que um estudioso afirma ter provas de que Jesus não existiu. Pois eu garanto que tenho provas irrefutáveis a favor da existência de Deus, da veracidade da Bíblia e do senhorio de Cristo sobre a minha vida - a minha fé! Ora, a é a prova daquilo que não vemos. Além disso, Efésios 2.8 diz que somos salvos pela graça por meio da fé e isso não vem de nós, mas é dom de Deus. A fé é um presente de Deus. Se você me pedir provas de que Deus existe, eu lhe mostro a minha vida - eu fui transformado por Cristo e continuo sendo transformado a cada dia. Alguém que não tinha felicidade e esperança agora transborda felicidade e esperança a ponto de lhe falar agora sobre elas.
Ainda que busquem das mais diversas formas me provar que Deus não existe ou que Cristo não é o Salvador, Deus me deu provas suficientes de que Ele existe e que mandou seu Filho Jesus para morrer por mim em uma cruz, a fim de me salvar. Contra as provas de Deus não restam argumentos, apenas uma decisão. Crer Nele ou negá-Lo. É impossível ficar na dúvida diante de tão grandes provas.
Diante disso, resta a pergunta a você? Qual será a sua decisão diante das provas irrefutáveis de Deus? A fé em Cristo - que Ele é o único e suficiente salvador de sua vida ou a dúvida que leva à morte? A decisão é sua. Pense bem!
O autor de Hebreus responde e resume a ideia bíblica de fé no capítulo 11 do livro. Todo o capítulo, chamado de rol dos heróis da fé, relata sobre homens e mulheres que tiveram a verdadeira fé. E o autor inicia esta lista de homens e mulheres de fé com o seguinte conceito, presente no versículo 1: "...a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos". Este breve conceito descreve bem como é a fé.
Em primeiro lugar ela é uma certeza. A fé permite muitas dúvidas mas nunca a dúvida sobre o fundamento da fé. Ela não permite incertezas quanto ao centro do que ela se refere. É importante entender que o relato destes heróis da fé não fala de situações em que pela fé foram imensamente abençoados e tiveram o que queriam. Pelo contrário, o versículo 39 diz que "não obtiveram (...) a concretização da promessa". Com certeza estes heróis da fé tiveram dúvidas sobre diversas coisas, mas no que era fundamental - a promessa de Deus - eles tinham a certeza. A fé é uma certeza! Mas certeza de que? Da promessa de Deus.
O texto diz que a fé é a certeza daquilo que esperamos. E o que estes chamados heróis da fé esperavam? Abraão esperava uma terra que seria de posse de seus descendentes. Noé esperava uma chuva capaz de inundar o mundo e a salvação de Deus através da arca que Ele lhe mandara construir. Moisés esperava chegar à Terra Prometida, terra que emanava leite e mel, para onde ele levaria o povo hebreu - terra esta que ele apenas viu de cima de um monte antes de morrer. E tantos outros tinham a certeza de que aquilo que Deus havia prometido se cumpriria. No entanto, eles não estavam limitados a promessas concernentes à Terra. O próprio texto, nos versículos 13 a 16 nos diz que "todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra. Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria. E, se, na verdade, se lembrassem daquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar. Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade". Eles sabiam que a promessa de Deus ia além de uma vida passageira. Era uma promessa eterna.
A fé é a certeza daquilo que esperamos - não para este mundo, mas para a eternidade. Ter fé não é apenas acreditar que isto ou aquilo pode acontecer. Não é acreditar que Deus pode curar alguém, pode livrar de um problema, pode fazer um milagre, etc. Ter fé é ter a certeza absoluta de que a promessa de vida eterna é verdadeira! É ter uma certeza completa e inabalável de tal forma que possa afirmar, assim como disse Paulo na sua segunda carta a Timóteo: "sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia". A fé é a certeza daquilo que esperamos. Sendo assim, a fé não se resume a um simplesmente acreditar em algo, mas ter certeza de que a vida eterna é uma verdade absoluta disponível a todos aqueles que creem que Jesus Cristo é o único e suficiente salvador de suas vidas. É uma certeza que não se baseia em suas próprias atitudes, mas na promessa de Deus - promessa de que "quem crê no Filho tem a vida eterna" (João 3.36).
Você pode até ter diversas dúvidas - como será o amanhã? Estou agradando a Deus no meu trabalho? Quem é realmente meu amigo? Enfim, diversas dúvidas sobre muitas coisas, mas se você tem fé, você está plenamente certo de que por meio do sacrifício de Cristo Jesus, mediante o arrependimento e a confissão de seus pecados a Deus, você foi perdoado e tem a vida eterna. Se você não tem esta certeza, eu lhe deixo um aviso muito sério do versículo 6 do texto que estamos estudando, Hebreus 11: "Sem fé é impossível agradar a Deus". Ou seja, sem fé é impossível alcançar a vida eterna.
Mas, o texto não para por aí. Ele nos diz que a fé é também a prova daquilo que não vemos. Além de ser uma certeza da vida eterna, ela é a prova de que o que Deus prometeu é real. Não apenas uma certeza de que teremos a vida eterna, mas uma prova concreta de que o Céu existe e que um lugar para aqueles que creem está sendo ajeitado pelo próprio Cristo nele. Conheço muitas pessoas que dizem não crer na existência de Deus, na Bíblia ou mesmo em Jesus porque consideram que não há provas acerca da existência Dele, da veracidade da Bíblia ou de que as palavras de Jesus eram verdadeiras. Pelo contrário, buscam de todas as formas encontrar provas e mais provas de que a Bíblia está errada, de que Deus não existe e que Jesus foi uma farsa. Ainda esta semana vi uma notícia de que um estudioso afirma ter provas de que Jesus não existiu. Pois eu garanto que tenho provas irrefutáveis a favor da existência de Deus, da veracidade da Bíblia e do senhorio de Cristo sobre a minha vida - a minha fé! Ora, a é a prova daquilo que não vemos. Além disso, Efésios 2.8 diz que somos salvos pela graça por meio da fé e isso não vem de nós, mas é dom de Deus. A fé é um presente de Deus. Se você me pedir provas de que Deus existe, eu lhe mostro a minha vida - eu fui transformado por Cristo e continuo sendo transformado a cada dia. Alguém que não tinha felicidade e esperança agora transborda felicidade e esperança a ponto de lhe falar agora sobre elas.
Ainda que busquem das mais diversas formas me provar que Deus não existe ou que Cristo não é o Salvador, Deus me deu provas suficientes de que Ele existe e que mandou seu Filho Jesus para morrer por mim em uma cruz, a fim de me salvar. Contra as provas de Deus não restam argumentos, apenas uma decisão. Crer Nele ou negá-Lo. É impossível ficar na dúvida diante de tão grandes provas.
Diante disso, resta a pergunta a você? Qual será a sua decisão diante das provas irrefutáveis de Deus? A fé em Cristo - que Ele é o único e suficiente salvador de sua vida ou a dúvida que leva à morte? A decisão é sua. Pense bem!
Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber Ribas
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Crianças de hoje, adultos de amanhã
O último sábado foi dia das crianças. Nesta época as crianças ficam bastante apreensivas com o presente que vão ganhar. É muito interessante ver elas sonhando com aquele carrinho, videogame, boneca, etc. Quando chega esta época, eu particularmente penso sobre os adultos. Sim, sobre os adultos. Afinal, as crianças de hoje são os adultos de amanhã e por conseguinte, as crianças de ontem somos nós adultos de hoje. É interessante pensar que as crianças que vemos brincando podem ser adultos bastante honestos e trabalhadores ou desonestos, gananciosos ou bandidos. Eu sei que é um tanto quanto cruel pensar nisto, mas esta é uma grande realidade a se pensar.
Provavelmente você tem ou terá alguma criança conhecida e que passa uma boa parte do seu tempo junto com você. Pode ser um filho, neto, sobrinho ou até mesmo vizinho ou aluno. E que tipo de adulto ele vai ser passa muito por como você está agindo com ele agora. Sim, você é em boa parte responsável por quem esta criança será como adulto. A Palavra de Deus fala sobre isso. O livro de Provérbios, onde encontramos vários ensinamentos práticos para as nossas vidas nos orienta em relação às crianças, no capítulo 22, versículo 6, que diz: "Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles". É importante frisar que embora toda a Bíblia seja Palavra de Deus nem todos os textos são promessas. Provérbios é um destes que não é. Portanto, não é uma promessa que se você instruir a criança segundo os objetivos que tem para ela, ela com certeza jamais se desviará deles. É uma constatação de um homem sábio e bastante vivido sobre a maneira como as coisas normalmente funcionam. Assim, muito provavelmente se você instruir a criança segundo os objetivos que tem para ela, mesmo com o passar dos anos ela não se desviará deles.
Analisando este texto podemos perceber três coisas que devem ser destacadas. A primeira delas é o que instruir. Os objetivos que tem para ela. Pense nas crianças que você conhece e tem contato com elas - filhos, netos vizinhos, etc. Pode ser ainda aqueles que não nasceram mas provavelmente virão. Quais os objetivos que você tem para elas? Quem você deseja que elas sejam? De que forma deseja que se portem quando estiverem na sua idade? Você deseja que seu filho ou neto seja alguém honesto? Então ensine a ele a falar a verdade e a agir de maneira honesta. Você deseja que ele seja um homem inteligente? Então lhe ensine a pensar. Você deseja que ele seja um homem feliz de verdade e cheio de esperança? Então lhe ensine sobre Jesus - diga a ele que por mais que busque felicidade e esperança nas coisas do mundo ele jamais encontrará nelas. Diga a ele que somente em Cristo é possível ser realmente feliz, ter esperança e desfrutar da paz de Deus que excede todo entendimento. Agora, se você deseja que seu filho ou neto seja um homem corrupto ou desonesto lhe ensine a mentir, pegar o que não é seu. Se fosse deseja que seu filho seja violento lhe ensine a não levar desaforo pra casa e sempre que lhe agredirem revidar. Enfim, plante nele o que você quer que venha a crescer e ser uma grande árvore. Então, pense nas crianças ao seu redor e responda a si mesmo: quais os objetivos que tenho pra elas? Da mesma forma responda: O que estou ensinando para elas?
Seguindo na análise deste rico ensinamento é possível perceber que o instruir não cabe a ninguém mais senão a mim. A palavra "instrua" é uma ordem para eu e para você. Não são as outras pessoas que vão instruir as crianças com os objetivos que você tem para elas. Veja bem, Todas as pessoas ao redor de uma criança, seja ela seu filho, neto ou vizinho, exercem influência sobre ela. Na escola ele aprenderá tanto coisas boas quanto ruins - com os professores, funcionários e colegas. Na vizinhança e em casa não é diferente. Em todo tempo a criança está sendo instruída. Cabe a você decidir de que forma irá instruir esta criança e instruir. Porque se você não o fizer outros farão. Vejo muitos pais e avós que deixam seus filhos na frente da TV assistindo todo e qualquer programa e depois não sabem porque eles tomam determinadas atitudes quando já estão um pouco maiores. Conheço um menino que ficava quase o dia todo na frente da TV jogando jogos de luta e assistindo UFC. Não demorou muito e ele começou a bater nos coleguinhas na igreja. E se ele já tem estas atitudes agora, com certeza não será uma pessoa muito pacífica com o passar do tempo. Também há meninas que aprendem coreografias sensuais nos programas de TV, cantando músicas que deturpam a sexualidade e fazem da mulher um simples objeto. Será que quando crescer esta menina será alguém que buscará seguir o plano de Deus na vida sexual ou buscará seguir os padrões do mundo que desde cedo aprendeu nas letras das músicas que ouvia e dançava e todos achavam muito bonito? E não para por aí. Poderia citar vários outros exemplos de coisas que são faladas nos programas de TV e estão completamente fora dos padrões de Deus. Instruir as crianças que você conhece é um dever seu. Por isso, não deixe que o mundo amolde elas como ele deseja, mas ensine os caminhos de Deus a elas e serão excelentes adultos - tementes a Deus e bons cidadãos.
Por fim, o texto diz para instruir a criança segundo os objetivos - não é apenas instruir os objetivos, mas instruir de acordo. Ou seja, agir e falar da mesma forma. O fato é que as crianças aprendem muito mais por repetição, seguindo os exemplos dos adultos do que recebendo informações. Aliás, ensinar não é jogar um monte de informações na cabeça dos outros, mas mostrar como se faz. Jesus nos ensina isso, sendo o maior exemplo de mestre que já existiu. Assim, não adianta de nada você querer instruir seu filho ou neto a não mentir e chegando o final do ano se fantasiar de Papai Noel. Não adianta falar para a criança não roubar e não devolver o troco quando alguém lhe dá a mais por engano. Não adianta querer que a criança seja um adulto responsável se você não cumprir com seus compromissos. Quem você quer que seu filho, neto ou sobrinho seja é exatamente quem você deve ser agora. Ele será igual a você. Assim, quando você olhar para uma criança e pensar "o que ela será quando crescer?" seja quem você gostaria que ela fosse. Você quer que ela seja pacífica - seja pacífico. Quer que seja honesta - seja honesto. Quer que ela leve uma vida agradável a Deus - agrade a Deus através da sua vida. Ela seguirá o seu exemplo e será um adulto como você.
Instrua a criança segundo os objetivos que tem para ela e ainda que passe o tempo não se desviará dela. Quais são as crianças próximas a você? Qual a influência que você tem exercido sobre elas? Quais os objetivos que você tem para elas? Pense nisso!
Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber Ribas
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Quem me dera ser um peixe...
Com certeza você algum dia já viu em algum carro um decalque ou adesivo com um peixe. Normalmente este decalque aparece na parte traseira de alguns carros. Se você já viu, provavelmente você deve ter deduzido que este carro pertence a um cristão. Possivelmente também você já deve ter se perguntado: "afinal, o que significa este símbolo?".
Pois bem, há quem diga que este símbolo foi mal utilizado pelos cristãos, que pegaram um símbolo pagão ou coisa parecida. Mas, este símbolo é bem oportuno para o cristianismo pelo seu significado. Ele possui dois sentidos - o primeiro que define o que ele é e o segundo que indica quando era usado.
Em primeiro lugar, vejamos o significado do peixe. O peixe não é usado pelos cristãos por ter Jesus dito a alguns dos discípulos que seriam pescadores de homens. Tampouco por causa da multiplicação dos peixes por Jesus - para alimentar 5 mil e 3 mil homens, em duas ocasiões diferentes. O peixe do cristianismo é um acróstico que resume a fé dos cristãos. Bem, talvez você não conheça esta palavra acróstico ou o que isso significa. Acróstico nada mais é que um conjunto de palavras que formam uma frase ou ideia e que a primeira letra de cada palavra forma outra palavra. Vou exemplificar: Se pegarmos a primeira letra de cada palavra da frase: Já Encontrei o Senhor e Único Salvador, formamos a palavra Jesus. Assim se deu com o peixe.
É importante lembrar que os cristãos do primeiro século, tempo em que o Novo Testamento foi escrito e que iniciou a igreja, tinham como língua comum o grego. No grego, a palavra peixe formava este acróstico que resumia a fé dos primeiros cristãos. E que fé era esta? Vejamos por meio da pregação de Filipe a um eunuco da Etiópia que buscava a Deus mas não sabia como fazer isso da forma correta, relatado em Atos 8.26-39:
"Um anjo do Senhor disse a Filipe: 'Vá para o sul, para a estrada deserta que desce de Jerusalém a Gaza'. Ele se levantou e partiu. No caminho encontrou um eunuco etíope, um oficial importante, encarregado de todos os tesouros de Candace, rainha dos etíopes. Esse homem viera a Jerusalém para adorar a Deus e, de volta para casa, sentado em sua carruagem, lia o livro do profeta Isaías. E o Espírito disse a Filipe: 'Aproxime-se dessa carruagem e acompanhe-a'. Então Filipe correu para a carruagem, ouviu o homem lendo o profeta Isaías e lhe perguntou: 'O senhor entende o que está lendo? ' Ele respondeu: 'Como posso entender se alguém não me explicar? ' Assim, convidou Filipe para subir e sentar-se ao seu lado. O eunuco estava lendo esta passagem da Escritura: 'Ele foi levado como ovelha para o matadouro, e como cordeiro mudo diante do tosquiador, ele não abriu a sua boca. Em sua humilhação foi privado de justiça. Quem pode falar dos seus descendentes? Pois a sua vida foi tirada da terra'. O eunuco perguntou a Filipe: 'Diga-me, por favor: de quem o profeta está falando? De si próprio ou de outro? ' Então Filipe, começando com aquela passagem da Escritura, anunciou-lhe as boas novas de Jesus. Prosseguindo pela estrada, chegaram a um lugar onde havia água. O eunuco disse: 'Olhe, aqui há água. Que me impede de ser batizado? ' Disse Filipe: 'Você pode, se crê de todo o coração'. O eunuco respondeu: 'Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus'. Assim, deu ordem para parar a carruagem. Então Filipe e o eunuco desceram à água, e Filipe o batizou. Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou Filipe repentinamente. O eunuco não o viu mais e, cheio de alegria, seguiu o seu caminho. "
Aquele eunuco Etíope estava voltando de Jerusalém, local onde ficava o Templo onde os judeus adoravam a Deus e onde ele foi também buscar adorar ao Senhor. No entanto, ele ainda não havia sido salvo. Ele buscava entendimento mas ainda não havia encontrado. Por isso um anjo do Senhor manda Filipe ir até onde o eunuco estava. Filipe então explica ao Eunuco como ele poderia encontrar salvação do castigo eterno e o eunuco reconhece ser Jesus o meio de salvação, ou seja, o salvador. A declaração do eunuco então é que Jesus Cristo é o Filho de Deus, seu Salvador. Esta declaração é a base da fé dos cristãos do primeiro século e deve ser a certeza de todo aquele que se diz cristão.
Mas e o peixe? Bem, a palavra grega para peixe forma o acróstico "Jesus Cristo Filho de Deus, Salvador". Tanto os primeiros cristãos quanto todos que vieram depois, inclusive os da época em que vivemos, devem ter esta declaração como um verdade em sua vida. Jesus é aquele que havia sido prometido há muito tempo pelos profetas - o Cristo (o messias). Ele é o Filho de Deus, tendo a mesma essência de Deus, o Filho único entregue pelos homens e mulheres criados para ser o seu Salvador, ou seja, possibilitar a eles que tenham o relacionamento com Deus restabelecido e tenham a vida eterna. Por isso, o tema desta reflexão é "quem me dera ser um peixe". Em outras palavras, o mais importante nesta vida é crer; ter a certeza de que Jesus Cristo é o Filho de Deus e o único Salvador - Como disse o apóstolo Pedro, cheio do Espírito Santo diante das autoridades e líderes do povo, relatado em Atos 4.12: "Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos". É crer de tal forma que é impossível separar o que você crê do que você é. O que quero dizer com ser um peixe é ser cristão de fato. Crer de tal forma que é mais fácil lhe tirarem a vida do que tirarem esta fé. Aliás, é impossível!
E aí vem o segundo significado. Ou melhor, quando o símbolo do peixe era usado. Logo que a igreja cresceu os cristãos passaram a serem perseguidos. Por conta disso, tiveram de começar a se encontrar às escondidas pois o simples ato de se dizer cristão era passível de morte. Então era necessário criar um código que fizesse com que os cristãos se reconhecessem ao se encontrarem. Por isso, o cristão ao encontrar outra pessoa que ele imaginava que podia ser também, desenhava meio peixe no chão. Assim, um simples arco. Se a outra pessoa não fosse cristã, acharia apenas que ele estava desenhando na terra enquanto conversavam. No entanto, se ele fosse um seguidor de Cristo, ele concluiria o desenho do peixe, desenhando o arco que restava. Assim, mesmo sem poder se abraçar, orar juntos ou agradecerem a Deus por encontrarem mais um irmão, eles ficavam extremamente felizes, pois sabiam que aquele até então estranho era seu irmão em Cristo e passaria a eternidade em plena felicidade consigo ao lado do seu Senhor e Salvador Jesus Cristo. Era a certeza de que, ainda que nunca mais visse aquele irmão por conta da perseguição, nada e nem ninguém poderia separá-los da vida plena que juntos desfrutariam no Céu.
Por isso, o meu convite é que a partir de hoje, toda a vez que você vir um peixe na traseira de um carro você lembre do seu significado - que Jesus Cristo é o Filho de Deus e o Salvador - o único Salvador! E se você ainda não se entregou completamente a Ele afirmando como fez o eunuco etíope "creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus", que este símbolo possa lhe lembrar que ainda é tempo de fazê-lo. Além disso, se você já se entregou ao senhorio de Cristo, que este símbolo lhe faça pensar que há muitos que estarão no Céu com você, adorando e glorificando a Deus e ao seu Filho Jesus por toda a eternidade! Aleluia!
Pois bem, há quem diga que este símbolo foi mal utilizado pelos cristãos, que pegaram um símbolo pagão ou coisa parecida. Mas, este símbolo é bem oportuno para o cristianismo pelo seu significado. Ele possui dois sentidos - o primeiro que define o que ele é e o segundo que indica quando era usado.
Em primeiro lugar, vejamos o significado do peixe. O peixe não é usado pelos cristãos por ter Jesus dito a alguns dos discípulos que seriam pescadores de homens. Tampouco por causa da multiplicação dos peixes por Jesus - para alimentar 5 mil e 3 mil homens, em duas ocasiões diferentes. O peixe do cristianismo é um acróstico que resume a fé dos cristãos. Bem, talvez você não conheça esta palavra acróstico ou o que isso significa. Acróstico nada mais é que um conjunto de palavras que formam uma frase ou ideia e que a primeira letra de cada palavra forma outra palavra. Vou exemplificar: Se pegarmos a primeira letra de cada palavra da frase: Já Encontrei o Senhor e Único Salvador, formamos a palavra Jesus. Assim se deu com o peixe.
É importante lembrar que os cristãos do primeiro século, tempo em que o Novo Testamento foi escrito e que iniciou a igreja, tinham como língua comum o grego. No grego, a palavra peixe formava este acróstico que resumia a fé dos primeiros cristãos. E que fé era esta? Vejamos por meio da pregação de Filipe a um eunuco da Etiópia que buscava a Deus mas não sabia como fazer isso da forma correta, relatado em Atos 8.26-39:
"Um anjo do Senhor disse a Filipe: 'Vá para o sul, para a estrada deserta que desce de Jerusalém a Gaza'. Ele se levantou e partiu. No caminho encontrou um eunuco etíope, um oficial importante, encarregado de todos os tesouros de Candace, rainha dos etíopes. Esse homem viera a Jerusalém para adorar a Deus e, de volta para casa, sentado em sua carruagem, lia o livro do profeta Isaías. E o Espírito disse a Filipe: 'Aproxime-se dessa carruagem e acompanhe-a'. Então Filipe correu para a carruagem, ouviu o homem lendo o profeta Isaías e lhe perguntou: 'O senhor entende o que está lendo? ' Ele respondeu: 'Como posso entender se alguém não me explicar? ' Assim, convidou Filipe para subir e sentar-se ao seu lado. O eunuco estava lendo esta passagem da Escritura: 'Ele foi levado como ovelha para o matadouro, e como cordeiro mudo diante do tosquiador, ele não abriu a sua boca. Em sua humilhação foi privado de justiça. Quem pode falar dos seus descendentes? Pois a sua vida foi tirada da terra'. O eunuco perguntou a Filipe: 'Diga-me, por favor: de quem o profeta está falando? De si próprio ou de outro? ' Então Filipe, começando com aquela passagem da Escritura, anunciou-lhe as boas novas de Jesus. Prosseguindo pela estrada, chegaram a um lugar onde havia água. O eunuco disse: 'Olhe, aqui há água. Que me impede de ser batizado? ' Disse Filipe: 'Você pode, se crê de todo o coração'. O eunuco respondeu: 'Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus'. Assim, deu ordem para parar a carruagem. Então Filipe e o eunuco desceram à água, e Filipe o batizou. Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou Filipe repentinamente. O eunuco não o viu mais e, cheio de alegria, seguiu o seu caminho. "
Aquele eunuco Etíope estava voltando de Jerusalém, local onde ficava o Templo onde os judeus adoravam a Deus e onde ele foi também buscar adorar ao Senhor. No entanto, ele ainda não havia sido salvo. Ele buscava entendimento mas ainda não havia encontrado. Por isso um anjo do Senhor manda Filipe ir até onde o eunuco estava. Filipe então explica ao Eunuco como ele poderia encontrar salvação do castigo eterno e o eunuco reconhece ser Jesus o meio de salvação, ou seja, o salvador. A declaração do eunuco então é que Jesus Cristo é o Filho de Deus, seu Salvador. Esta declaração é a base da fé dos cristãos do primeiro século e deve ser a certeza de todo aquele que se diz cristão.
Mas e o peixe? Bem, a palavra grega para peixe forma o acróstico "Jesus Cristo Filho de Deus, Salvador". Tanto os primeiros cristãos quanto todos que vieram depois, inclusive os da época em que vivemos, devem ter esta declaração como um verdade em sua vida. Jesus é aquele que havia sido prometido há muito tempo pelos profetas - o Cristo (o messias). Ele é o Filho de Deus, tendo a mesma essência de Deus, o Filho único entregue pelos homens e mulheres criados para ser o seu Salvador, ou seja, possibilitar a eles que tenham o relacionamento com Deus restabelecido e tenham a vida eterna. Por isso, o tema desta reflexão é "quem me dera ser um peixe". Em outras palavras, o mais importante nesta vida é crer; ter a certeza de que Jesus Cristo é o Filho de Deus e o único Salvador - Como disse o apóstolo Pedro, cheio do Espírito Santo diante das autoridades e líderes do povo, relatado em Atos 4.12: "Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos". É crer de tal forma que é impossível separar o que você crê do que você é. O que quero dizer com ser um peixe é ser cristão de fato. Crer de tal forma que é mais fácil lhe tirarem a vida do que tirarem esta fé. Aliás, é impossível!
E aí vem o segundo significado. Ou melhor, quando o símbolo do peixe era usado. Logo que a igreja cresceu os cristãos passaram a serem perseguidos. Por conta disso, tiveram de começar a se encontrar às escondidas pois o simples ato de se dizer cristão era passível de morte. Então era necessário criar um código que fizesse com que os cristãos se reconhecessem ao se encontrarem. Por isso, o cristão ao encontrar outra pessoa que ele imaginava que podia ser também, desenhava meio peixe no chão. Assim, um simples arco. Se a outra pessoa não fosse cristã, acharia apenas que ele estava desenhando na terra enquanto conversavam. No entanto, se ele fosse um seguidor de Cristo, ele concluiria o desenho do peixe, desenhando o arco que restava. Assim, mesmo sem poder se abraçar, orar juntos ou agradecerem a Deus por encontrarem mais um irmão, eles ficavam extremamente felizes, pois sabiam que aquele até então estranho era seu irmão em Cristo e passaria a eternidade em plena felicidade consigo ao lado do seu Senhor e Salvador Jesus Cristo. Era a certeza de que, ainda que nunca mais visse aquele irmão por conta da perseguição, nada e nem ninguém poderia separá-los da vida plena que juntos desfrutariam no Céu.
Por isso, o meu convite é que a partir de hoje, toda a vez que você vir um peixe na traseira de um carro você lembre do seu significado - que Jesus Cristo é o Filho de Deus e o Salvador - o único Salvador! E se você ainda não se entregou completamente a Ele afirmando como fez o eunuco etíope "creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus", que este símbolo possa lhe lembrar que ainda é tempo de fazê-lo. Além disso, se você já se entregou ao senhorio de Cristo, que este símbolo lhe faça pensar que há muitos que estarão no Céu com você, adorando e glorificando a Deus e ao seu Filho Jesus por toda a eternidade! Aleluia!
Deus o abençoe!
Por: Pr. Cléber Ribas
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Você vive uma vida sem graça?
A sua vida tem graça? Quando você pensa na forma como vive ou no que você tem ou é, você considera a sua vida sem graça? Muitas pessoas hoje em dia lutam para sair de uma vida sem graça. Buscam de várias formas diferentes achar algo que faça a vida deixar de ser tão sem graça.
Conheço muitas pessoas que consideram a sua vida sem graça. Há quem ache que pode mudar esta situação através das riquezas. São pessoas que buscam de muitas formas diferentes adquirir bens e imóveis, carros e tantas outras coisas que o dinheiro pode comprar. No entanto este desejo nunca acaba. Quanto mais tem, mais querem. Não basta o carro do ano pois no ano seguinte outro modelo surgirá. Não basta a melhor casa da cidade pois outras novas serão construídas. Não bastam as roupas da moda, pois a moda logo passa e será preciso renovar o armário em breve. Enfim, viver buscando achar graça nas riquezas é uma tremenda ilusão. Elas nunca deixam a pessoa satisfeita. As riquezas, por maiores que sejam, jamais são suficientes aos que buscam graça nelas.
Há também pessoas que buscam graça na realização profissional. Pessoas que levam a vida toda para crescer na empresa em que trabalham, para passarem em um concurso público ou montarem seu próprio negócio. No entanto, também não ficam satisfeitas e cada vez querem chegar mais longe. Então, o tempo acaba ficando curto para tantas preocupações e atividades e por mais que cresçam profissionalmente nunca conseguem encontrar a graça nessa forma de viver. Isto porque, assim como viver em busca de riquezas, viver para crescer profissionalmente é viver uma vida sem graça.
Outras pessoas buscam graça nos relacionamentos. Pessoas que buscam ter vários amigos, buscam que a companheira ou o companheiro possam lhes fazer plenamente felizes e realizados. Frequentam eventos e mais eventos, clubes e muitas outras formas de se socializarem mas por mais que conhecem novas pessoas ou que encontrem uma pessoa especial ainda assim sentem ser esta uma vida sem graça. Passam a vida tentando encontrar nos relacionamentos e na vida social uma forma de serem felizes e acabam por viver uma vida sem graça.
Ainda outras pessoas buscam na vida familiar uma forma de não viver uma vida sem graça. Colocam suas esperanças em seus maridos, filhos, netos, etc. Mas, ainda assim não conseguem encontrar plena realização de vida em suas famílias, pois por mais que a família seja importante ela não pode ser a coisa mais importante em nossas vidas. Se for assim, viveremos uma vida sem graça. Afinal, os filhos vão embora, o marido ou a esposa se vão e a graça da vida se vai com eles. Isto também é viver uma vida sem graça.
Mas, afinal o que é viver uma vida sem graça? Viver uma vida sem graça é viver sem sentido. Há muitas pessoas que apenas passam seus dias fazendo coisas, deixando de fazer, mas quando percebem não viveram, pois não tiveram esperança, não tiveram um sentido para a vida. Muitas pessoas se perguntam qual o motivo de existir. Comigo foi assim. Eu me perguntava qual o sentido da vida. Pensava eu: "Será que viver é apenas crescer, trabalhar, constituir família, ter filhos, netos e morrer? Será que minha vida se resume a nascer, crescer, reproduzir e morrer?" Vivia uma vida completamente sem graça - sem sentido, sem felicidade, sem esperança, enfim, uma vida vazia.
Mas é possível viver uma vida com graça? Posso lhe afirmar com certeza que sim! Hoje eu vivo uma vida cheia de graça. Tito 3.4-7 nos diz: "quando se manifestaram a bondade e o amor pelos homens da parte de Deus, nosso Salvador, não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à sua misericórdia, ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós generosamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador. Ele o fez a fim de que, justificados por sua graça, nos tornemos seus herdeiros, tendo a esperança da vida eterna".
Deus demonstrou seu amor derramando sua graça aos homens. Jesus Cristo morreu em uma cruz e ressuscitou ao terceiro dia para salvar e dar esperança aos homens que creem que Ele é o único e suficiente salvador de suas vidas. A graça de Deus é a manifestação do amor e da bondade de Deus por nós no sacrifício de Jesus.
Assim, viver uma vida cheia de graça é crer na graça e viver para Deus. Em um determinado momento de minha vida eu percebi que para ter uma vida com graça era preciso reconhecer que a graça de Deus era a única forma de ser realmente feliz e completo. Eu entreguei a minha vida por completo a Cristo, confessando a ele meus pecados e pedindo perdão por todos eles e então dedicando minha vida em suas mãos para que ele fizesse o que bem entendesse com ela. E desde então vivo esta vida cheia de graça.
Hoje eu posso ser extremamente pobre, desempregado, sozinho no mundo e desprezado pela família que ainda assim estarei cheio de esperança. Cheio de graça. A graça de Deus é completamente suficiente para mim. Hoje posso falar como o apóstolo Paulo, em 1 Timóteo 1.12-17: "Dou graças a Cristo Jesus, nosso Senhor, que me deu forças e me considerou fiel, designando-me para o ministério, a mim que anteriormente fui blasfemo, perseguidor e insolente; mas alcancei misericórdia, porque o fiz por ignorância e na minha incredulidade; contudo, a graça de nosso Senhor transbordou sobre mim, juntamente com a fé e o amor que estão em Cristo Jesus. Esta afirmação é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior. Mas, por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna. Ao Rei eterno, ao Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém".
E o próprio Paulo demonstra o que é viver uma vida cheia de graça em Filipenses 4.12-13: "Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece".
A grande maioria das pessoas vive uma vida sem graça, mas Deus lhe convida a viver uma vida cheia de graça. Entregue-se àquele que se entregou de graça por você. Dedique a sua vida completamente a Cristo e deixe de viver uma vida sem graça.
Conheço muitas pessoas que consideram a sua vida sem graça. Há quem ache que pode mudar esta situação através das riquezas. São pessoas que buscam de muitas formas diferentes adquirir bens e imóveis, carros e tantas outras coisas que o dinheiro pode comprar. No entanto este desejo nunca acaba. Quanto mais tem, mais querem. Não basta o carro do ano pois no ano seguinte outro modelo surgirá. Não basta a melhor casa da cidade pois outras novas serão construídas. Não bastam as roupas da moda, pois a moda logo passa e será preciso renovar o armário em breve. Enfim, viver buscando achar graça nas riquezas é uma tremenda ilusão. Elas nunca deixam a pessoa satisfeita. As riquezas, por maiores que sejam, jamais são suficientes aos que buscam graça nelas.
Há também pessoas que buscam graça na realização profissional. Pessoas que levam a vida toda para crescer na empresa em que trabalham, para passarem em um concurso público ou montarem seu próprio negócio. No entanto, também não ficam satisfeitas e cada vez querem chegar mais longe. Então, o tempo acaba ficando curto para tantas preocupações e atividades e por mais que cresçam profissionalmente nunca conseguem encontrar a graça nessa forma de viver. Isto porque, assim como viver em busca de riquezas, viver para crescer profissionalmente é viver uma vida sem graça.
Outras pessoas buscam graça nos relacionamentos. Pessoas que buscam ter vários amigos, buscam que a companheira ou o companheiro possam lhes fazer plenamente felizes e realizados. Frequentam eventos e mais eventos, clubes e muitas outras formas de se socializarem mas por mais que conhecem novas pessoas ou que encontrem uma pessoa especial ainda assim sentem ser esta uma vida sem graça. Passam a vida tentando encontrar nos relacionamentos e na vida social uma forma de serem felizes e acabam por viver uma vida sem graça.
Ainda outras pessoas buscam na vida familiar uma forma de não viver uma vida sem graça. Colocam suas esperanças em seus maridos, filhos, netos, etc. Mas, ainda assim não conseguem encontrar plena realização de vida em suas famílias, pois por mais que a família seja importante ela não pode ser a coisa mais importante em nossas vidas. Se for assim, viveremos uma vida sem graça. Afinal, os filhos vão embora, o marido ou a esposa se vão e a graça da vida se vai com eles. Isto também é viver uma vida sem graça.
Mas, afinal o que é viver uma vida sem graça? Viver uma vida sem graça é viver sem sentido. Há muitas pessoas que apenas passam seus dias fazendo coisas, deixando de fazer, mas quando percebem não viveram, pois não tiveram esperança, não tiveram um sentido para a vida. Muitas pessoas se perguntam qual o motivo de existir. Comigo foi assim. Eu me perguntava qual o sentido da vida. Pensava eu: "Será que viver é apenas crescer, trabalhar, constituir família, ter filhos, netos e morrer? Será que minha vida se resume a nascer, crescer, reproduzir e morrer?" Vivia uma vida completamente sem graça - sem sentido, sem felicidade, sem esperança, enfim, uma vida vazia.
Mas é possível viver uma vida com graça? Posso lhe afirmar com certeza que sim! Hoje eu vivo uma vida cheia de graça. Tito 3.4-7 nos diz: "quando se manifestaram a bondade e o amor pelos homens da parte de Deus, nosso Salvador, não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à sua misericórdia, ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós generosamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador. Ele o fez a fim de que, justificados por sua graça, nos tornemos seus herdeiros, tendo a esperança da vida eterna".
Deus demonstrou seu amor derramando sua graça aos homens. Jesus Cristo morreu em uma cruz e ressuscitou ao terceiro dia para salvar e dar esperança aos homens que creem que Ele é o único e suficiente salvador de suas vidas. A graça de Deus é a manifestação do amor e da bondade de Deus por nós no sacrifício de Jesus.
Assim, viver uma vida cheia de graça é crer na graça e viver para Deus. Em um determinado momento de minha vida eu percebi que para ter uma vida com graça era preciso reconhecer que a graça de Deus era a única forma de ser realmente feliz e completo. Eu entreguei a minha vida por completo a Cristo, confessando a ele meus pecados e pedindo perdão por todos eles e então dedicando minha vida em suas mãos para que ele fizesse o que bem entendesse com ela. E desde então vivo esta vida cheia de graça.
Hoje eu posso ser extremamente pobre, desempregado, sozinho no mundo e desprezado pela família que ainda assim estarei cheio de esperança. Cheio de graça. A graça de Deus é completamente suficiente para mim. Hoje posso falar como o apóstolo Paulo, em 1 Timóteo 1.12-17: "Dou graças a Cristo Jesus, nosso Senhor, que me deu forças e me considerou fiel, designando-me para o ministério, a mim que anteriormente fui blasfemo, perseguidor e insolente; mas alcancei misericórdia, porque o fiz por ignorância e na minha incredulidade; contudo, a graça de nosso Senhor transbordou sobre mim, juntamente com a fé e o amor que estão em Cristo Jesus. Esta afirmação é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior. Mas, por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna. Ao Rei eterno, ao Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém".
E o próprio Paulo demonstra o que é viver uma vida cheia de graça em Filipenses 4.12-13: "Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece".
A grande maioria das pessoas vive uma vida sem graça, mas Deus lhe convida a viver uma vida cheia de graça. Entregue-se àquele que se entregou de graça por você. Dedique a sua vida completamente a Cristo e deixe de viver uma vida sem graça.
Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber Ribas
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Quem é este?
Você conhece Jesus? Esta parece ser uma pergunta bastante simples de resolver. Afinal, praticamente já nascemos ouvindo falar dele. No entanto, será que ouvimos as coisas certas sobre ele? Será que aquele Jesus de que ouvimos falar é exatamente quem ele era?
Muitas são as formas como as pessoas acreditam conhecer a Jesus. Daria até pra dizer que há tantos tipos diferentes de Jesus que ás vezes é possível confundir-se e nunca conhecer o verdadeiro. Veja bem: segundo alguns ele é um profeta, um homem que falava da parte de Deus anunciando o grande profeta que viria. Para outros ele é um espírito iluminado que evoluiu através de múltiplas encarnações. Para outros ainda ele foi um grande impostor, ou um grande mestre ou um simples homem comum de quem se criou muitas histórias.
Mas, quem verdadeiramente foi Jesus? Os relatos sobre Jesus estão apenas na Bíblia - não se fala sobre ele fora dela, a não ser sobre os seus primeiros seguidores após sua morte e ressurreição. Assim, para pensarmos se o conhecemos de verdade é preciso ter como base os evangelhos, que são os quatro primeiros livros do Novo Testamento e que apresentam-nos a vida de Jesus. No entanto, apenas ler o relato não é suficiente para afirmar conhecê-lo. Isto porque os evangelistas (como são chamados os autores dos evangelhos) não relatam todos os momentos da vida de Jesus -apenas o que era importante para o propósito do relato.
Estes relatos, inclusive, nos mostram a dificuldade que as pessoas encontravam em perceber quem era Jesus de fato. Primeiramente, vejamos o relato de Lucas sobre uma refeição que Jesus fazia na casa de um Fariseu. Nesta ocasião, relatada em Lucas 7.36-50, Jesus estava fazendo uma refeição na casa deste fariseu, chamado Simão, quando uma mulher chamada no texto de pecadora molha os pés de Jesus com lágrimas, enxuga com os cabelos e lhe derrama perfume. Aquela situação causa grande contrariedade ao dono da casa, que pensa que Jesus não conhecia a situação daquela mulher. Então, Jesus diz àquela mulher que seus pecados estavam perdoados. Diante dessa situação o versículo 49 nos diz que "os outros convidados começaram a perguntar: 'quem é este que até perdoa pecados?'". A pergunta era mais que uma simples pergunta, mas uma reflexão. Somente Deus poderia perdoar pecados e aquelas pessoas que achavam estar comendo com um mestre ou algo parecido de repente se perguntam que realmente era Jesus.
Em outra ocasião, Jesus estava com os seus discípulos em um barco quando o mar se enfureceu com um grande vendaval. Este relato está em Marcos 4.36-41. Ele estava dormindo enquanto seus discípulos estavam desesperados com a situação. Então eles lhe acordam e dizem: "Mestre, não te importas que morramos?". Jesus então se levanta, repreende o mar e manda o mar se acalmar e o vento se vai e o mar se aquieta. Depois de ouvir a repreensão de Jesus por sua falta de fé, os discípulos perguntam uns aos outros, no versículo 41: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?" Eles já haviam visto milagres e ouvido ensinamentos de Jesus. Eles sabiam que ele não era um simples mestre, mas não conseguiam imaginar quão grande era seu poder. A natureza lhe obedecia. Um simples homem jamais poderia fazer tal obra. Talvez poderíamos pensar que os profetas também fizeram grandes milagres. Moisés, por exemplo, fez o mar se abrir. Mas estes sempre agiram por direção imediata de Deus; seguiam a Sua ordem e assim acontecia o sobrenatural. Com Jesus não aconteceu assim. Ele mandou nas águas. Ele mostrou autoridade sobre a natureza. Ele mostrou ser superior à própria natureza e isso deixou os discípulos extremamente inquietos.
Em uma outra ocasião, relatada em Mateus 21.1-11, Jesus estava entrando em Jerusalém para seus últimos dias de vida antes de sua morte na cruz. Ele entrava na cidade montado em um jumentinho, com ramos espalhados pelo seu caminho. Esta era a recepção de um rei vitorioso sobre a cidade conquistada. Por isso, o versículo 10 nos diz: "Quando Jesus entrou em Jerusalém, toda a cidade ficou agitada e perguntava: 'quem é este?'". Todos ficaram perplexos com a chegada triunfal de um rei. Todos percebiam que não era qualquer pessoa que chegava, mas alguém extremamente importante. No entanto, a resposta da multidão demonstra que eles não haviam percebido a dimensão exata de quem Jesus era. Eles disseram: "Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galileia". Para a multidão ele era um profeta e apenas isso.
No entanto, como vimos nos textos anteriores, os discípulos haviam percebido que Jesus não era apenas o seu mestre ou um profeta como os muitos que vieram anteriormente. Eles conseguiam aos poucos compreender quem ele era de fato. Isso começa a ficar perceptível em Marcos 8.27-29. Antes mesmo de sua entrada triunfal em Jerusalém ele pergunta aos discípulos: "Quem o povo diz que eu sou?". E os discípulos lhe respondem: "Alguns dizem que és João Batista; outros Elias; e, ainda outros, um dos profetas". Ou seja, os discípulos haviam percebido que o povo via a Jesus como um profeta. Mas então ele lhes pergunta quem eles dizem ser ele e a resposta demonstra que eles já percebiam um pouco mais sobre quem ele era: "Tu és o Cristo". Eles sabiam que Jesus era mais que um profeta.
No entanto, esta percepção ainda não era completa. Dizer que Jesus era o Cristo para eles significava que ele era o messias prometido, mas que ele reinaria entre os judeus, em Jerusalém. E, com a morte e ressurreição de Jesus eles tiveram a plena percepção de quem realmente era Jesus. Em João 20.28, após ver o Cristo ressurreto, Tomé afirma em relação a Jesus: "Senhor meu e Deus meu!". Eles perceberam que Jesus é o Filho de Deus, o próprio Deus que viveu na terra e morreu para trazer perdão dos pecados. O Senhor e Salvador. O único caminho, verdade e vida. Este é Jesus - o único capaz de nos libertar do poder do pecado e do castigo eterno. O único que pode restaurar o nosso relacionamento com Deus.
Para mim, Jesus é aquele que me salvou de uma eternidade infeliz longe de Deus. Que me libertou da escravidão do pecado e me deu alegria plena e esperança. Ele é aquele que me ama mais que qualquer outra pessoa e a pessoa que mais amo - mais que minha família, amigos e que eu mesmo. O meu melhor amigo, meu Senhor e Salvador. Meu Rei e meu Deus.
E você, quem diz que Ele é? Um profeta, um sábio, um mestre, um louco, uma invenção dos homens? ou o Filho de Deus, o único que pode lhe levar até Deus e por meio de quem os seus pecados podem ser perdoados? Medite nisso e responda diretamente para ele.
Deus o abençoe!
Muitas são as formas como as pessoas acreditam conhecer a Jesus. Daria até pra dizer que há tantos tipos diferentes de Jesus que ás vezes é possível confundir-se e nunca conhecer o verdadeiro. Veja bem: segundo alguns ele é um profeta, um homem que falava da parte de Deus anunciando o grande profeta que viria. Para outros ele é um espírito iluminado que evoluiu através de múltiplas encarnações. Para outros ainda ele foi um grande impostor, ou um grande mestre ou um simples homem comum de quem se criou muitas histórias.
Mas, quem verdadeiramente foi Jesus? Os relatos sobre Jesus estão apenas na Bíblia - não se fala sobre ele fora dela, a não ser sobre os seus primeiros seguidores após sua morte e ressurreição. Assim, para pensarmos se o conhecemos de verdade é preciso ter como base os evangelhos, que são os quatro primeiros livros do Novo Testamento e que apresentam-nos a vida de Jesus. No entanto, apenas ler o relato não é suficiente para afirmar conhecê-lo. Isto porque os evangelistas (como são chamados os autores dos evangelhos) não relatam todos os momentos da vida de Jesus -apenas o que era importante para o propósito do relato.
Estes relatos, inclusive, nos mostram a dificuldade que as pessoas encontravam em perceber quem era Jesus de fato. Primeiramente, vejamos o relato de Lucas sobre uma refeição que Jesus fazia na casa de um Fariseu. Nesta ocasião, relatada em Lucas 7.36-50, Jesus estava fazendo uma refeição na casa deste fariseu, chamado Simão, quando uma mulher chamada no texto de pecadora molha os pés de Jesus com lágrimas, enxuga com os cabelos e lhe derrama perfume. Aquela situação causa grande contrariedade ao dono da casa, que pensa que Jesus não conhecia a situação daquela mulher. Então, Jesus diz àquela mulher que seus pecados estavam perdoados. Diante dessa situação o versículo 49 nos diz que "os outros convidados começaram a perguntar: 'quem é este que até perdoa pecados?'". A pergunta era mais que uma simples pergunta, mas uma reflexão. Somente Deus poderia perdoar pecados e aquelas pessoas que achavam estar comendo com um mestre ou algo parecido de repente se perguntam que realmente era Jesus.
Em outra ocasião, Jesus estava com os seus discípulos em um barco quando o mar se enfureceu com um grande vendaval. Este relato está em Marcos 4.36-41. Ele estava dormindo enquanto seus discípulos estavam desesperados com a situação. Então eles lhe acordam e dizem: "Mestre, não te importas que morramos?". Jesus então se levanta, repreende o mar e manda o mar se acalmar e o vento se vai e o mar se aquieta. Depois de ouvir a repreensão de Jesus por sua falta de fé, os discípulos perguntam uns aos outros, no versículo 41: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?" Eles já haviam visto milagres e ouvido ensinamentos de Jesus. Eles sabiam que ele não era um simples mestre, mas não conseguiam imaginar quão grande era seu poder. A natureza lhe obedecia. Um simples homem jamais poderia fazer tal obra. Talvez poderíamos pensar que os profetas também fizeram grandes milagres. Moisés, por exemplo, fez o mar se abrir. Mas estes sempre agiram por direção imediata de Deus; seguiam a Sua ordem e assim acontecia o sobrenatural. Com Jesus não aconteceu assim. Ele mandou nas águas. Ele mostrou autoridade sobre a natureza. Ele mostrou ser superior à própria natureza e isso deixou os discípulos extremamente inquietos.
Em uma outra ocasião, relatada em Mateus 21.1-11, Jesus estava entrando em Jerusalém para seus últimos dias de vida antes de sua morte na cruz. Ele entrava na cidade montado em um jumentinho, com ramos espalhados pelo seu caminho. Esta era a recepção de um rei vitorioso sobre a cidade conquistada. Por isso, o versículo 10 nos diz: "Quando Jesus entrou em Jerusalém, toda a cidade ficou agitada e perguntava: 'quem é este?'". Todos ficaram perplexos com a chegada triunfal de um rei. Todos percebiam que não era qualquer pessoa que chegava, mas alguém extremamente importante. No entanto, a resposta da multidão demonstra que eles não haviam percebido a dimensão exata de quem Jesus era. Eles disseram: "Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galileia". Para a multidão ele era um profeta e apenas isso.
No entanto, como vimos nos textos anteriores, os discípulos haviam percebido que Jesus não era apenas o seu mestre ou um profeta como os muitos que vieram anteriormente. Eles conseguiam aos poucos compreender quem ele era de fato. Isso começa a ficar perceptível em Marcos 8.27-29. Antes mesmo de sua entrada triunfal em Jerusalém ele pergunta aos discípulos: "Quem o povo diz que eu sou?". E os discípulos lhe respondem: "Alguns dizem que és João Batista; outros Elias; e, ainda outros, um dos profetas". Ou seja, os discípulos haviam percebido que o povo via a Jesus como um profeta. Mas então ele lhes pergunta quem eles dizem ser ele e a resposta demonstra que eles já percebiam um pouco mais sobre quem ele era: "Tu és o Cristo". Eles sabiam que Jesus era mais que um profeta.
No entanto, esta percepção ainda não era completa. Dizer que Jesus era o Cristo para eles significava que ele era o messias prometido, mas que ele reinaria entre os judeus, em Jerusalém. E, com a morte e ressurreição de Jesus eles tiveram a plena percepção de quem realmente era Jesus. Em João 20.28, após ver o Cristo ressurreto, Tomé afirma em relação a Jesus: "Senhor meu e Deus meu!". Eles perceberam que Jesus é o Filho de Deus, o próprio Deus que viveu na terra e morreu para trazer perdão dos pecados. O Senhor e Salvador. O único caminho, verdade e vida. Este é Jesus - o único capaz de nos libertar do poder do pecado e do castigo eterno. O único que pode restaurar o nosso relacionamento com Deus.
Para mim, Jesus é aquele que me salvou de uma eternidade infeliz longe de Deus. Que me libertou da escravidão do pecado e me deu alegria plena e esperança. Ele é aquele que me ama mais que qualquer outra pessoa e a pessoa que mais amo - mais que minha família, amigos e que eu mesmo. O meu melhor amigo, meu Senhor e Salvador. Meu Rei e meu Deus.
E você, quem diz que Ele é? Um profeta, um sábio, um mestre, um louco, uma invenção dos homens? ou o Filho de Deus, o único que pode lhe levar até Deus e por meio de quem os seus pecados podem ser perdoados? Medite nisso e responda diretamente para ele.
Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Discernimento
Você já ouviu essa palavra discernimento? Muito provavelmente já. E você sabe o que significa? Pois bem, discernir é o mesmo que distinguir entre o certo e o errado; entender determinada situação. Podemos discernir a intenção de alguém ou a forma com que devemos agir em determinada circunstância, por exemplo. Para tudo na vida devemos ter um bom discernimento. Especialmente na vida espiritual. O apóstolo Paulo trata sobre o discernimento em sua carta aos Efésios. Vejamos os versículos 6-17 do capítulo 5:
Ninguém os engane com palavras tolas, pois é por causa dessas coisas que a ira de Deus vem sobre os que vivem na desobediência. Portanto, não participem com eles dessas coisas. Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade; e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor. Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz. Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso. Mas, tudo o que é exposto pela luz torna-se visível, pois a luz torna visíveis todas as coisas. Por isso é que foi dito: "Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti". Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.
Neste trecho da carta do apóstolo Paulo aos Efésios, ele os orienta a discernirem o que é agradável ao Senhor; a não serem enganados, mas procurarem compreender qual é a vontade de Deus. Estas orientações não são apenas para os cristãos de Éfeso, mas para cada um que busca ter um relacionamento com Deus. E nos dias de hoje isto também é extremamente importante. A Palavra de Deus é viva e atual e este ensinamento é semelhantemente atual.
Vivemos em uma sociedade pós-moderna, onde impera o relativismo, inclusive no âmbito religioso. Com certeza você já ouviu a expressão “todos os caminhos levam a Deus”. Ela é bem comum em nossos dias pois este relativismo tem feito com que muitas pessoas aceitem todo e qualquer ensino que alega ser um ensino da parte de Deus como sendo a verdade. Assim, as pessoas vão criando uma enorme salada de frutas nas suas cabeças. No caso uma salada de crenças. Mistura-se o ensino bíblico com diversas outras religiões e pensamentos filosóficos e teológicos que não conseguem conviver em harmonia.
Veja bem, como é possível pensar que todos os caminhos levam a Deus se a Bíblia afirma a existência de um só Deus e uma só vida, enquanto que o hinduísmo, por exemplo, possui inúmeros deuses diferentes e entende que existe a possibilidade de reencarnação. Não são o mesmo caminho e tampouco falam do mesmo Deus. Assim, é preciso ter discernimento entre os muitos caminhos que são apresentados para nós. Não se engane, o Deus da Bíblia não é o mesmo Deus das outras religiões. Deuses esses, de outras religiões, que na verdade não passam de um grande engano. O próprio Jesus nos alerta em relação a isso. Ele afirma em João 14.6 que ele é o caminho. Ele não afirma ser um caminho, mas o caminho. Jesus é o único que pode nos levar a Deus. Qualquer outra religião, doutrina ou ensinamente que afirme que há formas de se relacionar com Deus que não seja por meio do sacrifício de Cristo na cruz deve ser rejeitado categoricamente.
É preciso ter discernimento para diferenciar entre as muitas religiões e o sacrifício de Cristo na cruz. Mas este discernimento é mais profundo do que isso. Isso porque o Senhor Jesus nos alertou contra os falsos mestres. Ainda hoje há muitos que tentam nos desviar do caminho. E para não cair nestas ciladas é fundamental ter discernimento. De que forma? Bem, só há uma forma - a Palavra de Deus. A Bíblia é a Palavra de Deus, escrita por homens mas inspirada por Deus. Não existe nada na Palavra de Deus que Ele não quizesse que ali estivesse. Da mesma forma não há nada que não esteja nela que Deus gostaria que estivesse. Ela é perfeitamente a Palavra de nosso Criador. E é por meio dela que podemos discernir qual a vontade de Deus para nossas vidas.
Se temos o hábito de ler a Bíblia - toda ela e não apenas as partes que mais gostamos - alcançamos um maior discernimento entre os muitos ensinos que se propagam a cada dia. Não se engane, toda profecia, ensino, revelação, doutrina ou pensamento filosófico tem de passar pelo crivo das Escrituras Sagradas. Não confie nas palavras dos homens, pois elas falham, mas a Palavra de Deus é para sempre. Esta mesma Palavra fala: "maldito o homem que confia no homem". Não devemos confiar nos ensinos das pessoas mas nos ensinos da Bíblia. No entanto, se não conhecemos a Bíblia, como vamos poder discernir entre os muitos ensinos que são apresentados a nós a cada dia?
Outra questão importante é discernir sobre o contexto da Bíblia para não ser enganado. A Bíblia possui 66 livros escritos por pessoas diferentes de épocas diferentes em estilos diferentes. Por isso é importante buscar entendê-la completamente. Há textos que são relato histórico e não uma ordem. Há textos que são poesia e não relato histórico. Além disso, se o texto for pego de forma isolada há uma grande possibilidade de se falar o que ela não diz. Meu professor de interpretação bíblica sempre falava: texto fora do contexto é pretexto para falar bobagem. O fato é que a Palavra de Deus ainda nos fala. Mas é importante diferenciar entre o que ela realmente diz e o que queremos que ela diga.
Você quer ver como tirar o texto do contexto pode ser perigoso? Nesta mensagem eu falei sobre a afirmação "todos os caminhos levam a Deus". Se alguém quiser desvirtuar o que falei pode dizer: o Pr Cléber disse que todos os caminhos levam a Deus. E de fato, eu utilizei esta expressão. Mas meu objetivo era refutá-la. Da mesma forma, não podemos pegar um versículo da Bíblia isoladamente e querer fazer um grande ensinamento sobre isso. Até mesmo porque quando foi escrita a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos. As pessoas liam como hoje lemos um livro - liam compreendendo o contexto; liam como uma única ideia.
Os bereanos são um belo exemplo de busca por discernimento na Palavra. Eles aparecem no capítulo 17 de Atos como pessoas louváveis pois não se contentavam apenas com os ensinos de Paulo, mas buscavam na Palavra que tinham na época para ver se aquilo era correto realmente. Nós também devemos ser como os bereanos.
Portanto, não se deixe levar por ensinos enganosos, por caminhos que não levam a Deus. Lembre-se que Jesus Cristo é o único caminho. Semelhantemente não confie em ensinos, doutrinas, escritos ou revelações que não sejam baseados na Palavra de Deus. Se você buscar ler com sinceridade a Palavra de Deus, valendo-se de discernimento, você entenderá a mensagem bíblica como ela é. Você verá que a Bíblia está centrada na obra de Jesus Cristo, que se entregou para morrer em uma cruz para perdão de nossos pecados. Você verá que nós que estávamos mortos em nossos pecados podemos ter por meio desse sacrifício a vida eterna.
Busque hoje mesmo discernir os muitos ensinos que lhe cercam. Agora mesmo, assim que terminar o programa, leia em sua Bíblia a carta completa de Paulo aos Efésios. Analise o texto. Crie o hábito de ler a Palavra de Deus como um todo e com certeza Deus falará com você.
Ninguém os engane com palavras tolas, pois é por causa dessas coisas que a ira de Deus vem sobre os que vivem na desobediência. Portanto, não participem com eles dessas coisas. Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade; e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor. Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz. Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso. Mas, tudo o que é exposto pela luz torna-se visível, pois a luz torna visíveis todas as coisas. Por isso é que foi dito: "Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti". Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.
Neste trecho da carta do apóstolo Paulo aos Efésios, ele os orienta a discernirem o que é agradável ao Senhor; a não serem enganados, mas procurarem compreender qual é a vontade de Deus. Estas orientações não são apenas para os cristãos de Éfeso, mas para cada um que busca ter um relacionamento com Deus. E nos dias de hoje isto também é extremamente importante. A Palavra de Deus é viva e atual e este ensinamento é semelhantemente atual.
Vivemos em uma sociedade pós-moderna, onde impera o relativismo, inclusive no âmbito religioso. Com certeza você já ouviu a expressão “todos os caminhos levam a Deus”. Ela é bem comum em nossos dias pois este relativismo tem feito com que muitas pessoas aceitem todo e qualquer ensino que alega ser um ensino da parte de Deus como sendo a verdade. Assim, as pessoas vão criando uma enorme salada de frutas nas suas cabeças. No caso uma salada de crenças. Mistura-se o ensino bíblico com diversas outras religiões e pensamentos filosóficos e teológicos que não conseguem conviver em harmonia.
Veja bem, como é possível pensar que todos os caminhos levam a Deus se a Bíblia afirma a existência de um só Deus e uma só vida, enquanto que o hinduísmo, por exemplo, possui inúmeros deuses diferentes e entende que existe a possibilidade de reencarnação. Não são o mesmo caminho e tampouco falam do mesmo Deus. Assim, é preciso ter discernimento entre os muitos caminhos que são apresentados para nós. Não se engane, o Deus da Bíblia não é o mesmo Deus das outras religiões. Deuses esses, de outras religiões, que na verdade não passam de um grande engano. O próprio Jesus nos alerta em relação a isso. Ele afirma em João 14.6 que ele é o caminho. Ele não afirma ser um caminho, mas o caminho. Jesus é o único que pode nos levar a Deus. Qualquer outra religião, doutrina ou ensinamente que afirme que há formas de se relacionar com Deus que não seja por meio do sacrifício de Cristo na cruz deve ser rejeitado categoricamente.
É preciso ter discernimento para diferenciar entre as muitas religiões e o sacrifício de Cristo na cruz. Mas este discernimento é mais profundo do que isso. Isso porque o Senhor Jesus nos alertou contra os falsos mestres. Ainda hoje há muitos que tentam nos desviar do caminho. E para não cair nestas ciladas é fundamental ter discernimento. De que forma? Bem, só há uma forma - a Palavra de Deus. A Bíblia é a Palavra de Deus, escrita por homens mas inspirada por Deus. Não existe nada na Palavra de Deus que Ele não quizesse que ali estivesse. Da mesma forma não há nada que não esteja nela que Deus gostaria que estivesse. Ela é perfeitamente a Palavra de nosso Criador. E é por meio dela que podemos discernir qual a vontade de Deus para nossas vidas.
Se temos o hábito de ler a Bíblia - toda ela e não apenas as partes que mais gostamos - alcançamos um maior discernimento entre os muitos ensinos que se propagam a cada dia. Não se engane, toda profecia, ensino, revelação, doutrina ou pensamento filosófico tem de passar pelo crivo das Escrituras Sagradas. Não confie nas palavras dos homens, pois elas falham, mas a Palavra de Deus é para sempre. Esta mesma Palavra fala: "maldito o homem que confia no homem". Não devemos confiar nos ensinos das pessoas mas nos ensinos da Bíblia. No entanto, se não conhecemos a Bíblia, como vamos poder discernir entre os muitos ensinos que são apresentados a nós a cada dia?
Outra questão importante é discernir sobre o contexto da Bíblia para não ser enganado. A Bíblia possui 66 livros escritos por pessoas diferentes de épocas diferentes em estilos diferentes. Por isso é importante buscar entendê-la completamente. Há textos que são relato histórico e não uma ordem. Há textos que são poesia e não relato histórico. Além disso, se o texto for pego de forma isolada há uma grande possibilidade de se falar o que ela não diz. Meu professor de interpretação bíblica sempre falava: texto fora do contexto é pretexto para falar bobagem. O fato é que a Palavra de Deus ainda nos fala. Mas é importante diferenciar entre o que ela realmente diz e o que queremos que ela diga.
Você quer ver como tirar o texto do contexto pode ser perigoso? Nesta mensagem eu falei sobre a afirmação "todos os caminhos levam a Deus". Se alguém quiser desvirtuar o que falei pode dizer: o Pr Cléber disse que todos os caminhos levam a Deus. E de fato, eu utilizei esta expressão. Mas meu objetivo era refutá-la. Da mesma forma, não podemos pegar um versículo da Bíblia isoladamente e querer fazer um grande ensinamento sobre isso. Até mesmo porque quando foi escrita a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos. As pessoas liam como hoje lemos um livro - liam compreendendo o contexto; liam como uma única ideia.
Os bereanos são um belo exemplo de busca por discernimento na Palavra. Eles aparecem no capítulo 17 de Atos como pessoas louváveis pois não se contentavam apenas com os ensinos de Paulo, mas buscavam na Palavra que tinham na época para ver se aquilo era correto realmente. Nós também devemos ser como os bereanos.
Portanto, não se deixe levar por ensinos enganosos, por caminhos que não levam a Deus. Lembre-se que Jesus Cristo é o único caminho. Semelhantemente não confie em ensinos, doutrinas, escritos ou revelações que não sejam baseados na Palavra de Deus. Se você buscar ler com sinceridade a Palavra de Deus, valendo-se de discernimento, você entenderá a mensagem bíblica como ela é. Você verá que a Bíblia está centrada na obra de Jesus Cristo, que se entregou para morrer em uma cruz para perdão de nossos pecados. Você verá que nós que estávamos mortos em nossos pecados podemos ter por meio desse sacrifício a vida eterna.
Busque hoje mesmo discernir os muitos ensinos que lhe cercam. Agora mesmo, assim que terminar o programa, leia em sua Bíblia a carta completa de Paulo aos Efésios. Analise o texto. Crie o hábito de ler a Palavra de Deus como um todo e com certeza Deus falará com você.
Deus o abençoe!
Pr Cléber
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Dependência ou morte
No último sábado, celebramos mais um aniversário da independência do Brasil. Esta, foi declarada em 7 de setembro de 1822 pelo então príncipe regente Dom Pedro I às margens do rio Ipiranga com o famoso grito: “independência ou morte!”. A independência não se deu apenas com o ato de Dom Pedro, uma vez que já era iminente pela insatisfação gerada pelo governo de Dom João VI, rei de Portugal (para mais informações acesse: http://www.brasilescola.com/historiab/independencia-brasil.htm).
Assim como naquele tempo, ainda hoje muitas pessoas buscam independência. Agora não mais em relação a um domínio monárquico, mas independência nas mais diversas áreas da vida – independência financeira, profissional, etc. Assim, é lógico pensar que o ser humano foi criado para ser independente, certo? Na verdade não. O ser humano foi criado para ser plenamente dependente. Vejamos o texto de Gênesis 2.15-17 e 3.6:
O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo. E o Senhor Deus ordenou ao homem: "Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá". (...) Quando a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejável para dela se obter discernimento, tomou do seu fruto, comeu-o e o deu a seu marido, que comeu também.
Deus criou o primeiro ser humano e então lhe dispôs todos os frutos das árvores do jardim, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Comer dos frutos permitidos significava dependência de Deus – crer que aqueles frutos lhe seriam plenamente suficientes para o seu sustento e que não era preciso comer do fruto proibido. Ir além e comer o que não era permitido significava buscar ser independente de Deus – ou seja, crer que o sustento dado por Deus por meio dos frutos permitidos não seria suficiente.
O homem buscou ser independente e esta busca lhe trouxe morte. As palavras de Deus foram bem claras: “no dia em que dela comer, certamente você morrerá”. Pois foi exatamente o que aconteceu. Não uma morte física, é verdade, mas uma muito pior – uma morte espiritual. Com o ato de desobediência e busca por independência de Adão e Eva, ambos passaram a ser condenados à morte eterna. O pecado da busca por independência de Deus deles fez com que toda a humanidade que viria a existir estivesse condenada à morte eterna. O interessante é que dentre as árvores a que eles tinham acesso estava a árvore da vida (Gênesis 3.22). Na dependência eles tinham a vida e na independência a morte.
No entanto, não podemos culpar apenas Adão e Eva pela condenação de toda a humanidade. Todos somos responsáveis pela nossa desobediência – pela nossa busca por independência. Mas, Deus nos ama de tal forma que enviou seu Filho, Jesus, para morrer em uma cruz para nos livrar da morte e trazer vida eterna. Na sua obediência e dependência até a morte ele trouxe vida aos que creem nele. Estes, por sua vez, não devem buscar mais nenhuma forma de independência, mas uma dependência completa de Deus. O sacrifício de Cristo restaura o relacionamento perdido no ato de Adão e Eva, àqueles que reconhecem seus pecados e entregam-se por completo à vontade de Deus. Ou seja, àqueles que buscam tornar-se novamente dependentes por meio do sacrifício de Jesus.
E você – como está sua situação? Você busca dependência ou morte? Em sua vida financeira, profissional, familiar, pessoal, amorosa, sexual, alimentar, etc. você tem buscado independência ou dependência total de Deus? Saiba que em tudo devemos ser dependentes Dele e isto não é algo ruim. Quando dependemos de Deus podemos ter a segurança de que as suas ordens nos livraram da morte e nos trarão vida e felicidade. Quando, porém, andamos de forma independente, o fruto que colhemos leva à morte, dor e desgraças.
Hoje pode ser o seu dia da dependência. Entregue sua vontade à Deus; entregue seus planos e ideias a Ele; entregue-se completamente a Cristo. Dê hoje o seu grito de dependência – clame a Deus: “Dependência ou morte!”
Deus o abençoe!
Assim como naquele tempo, ainda hoje muitas pessoas buscam independência. Agora não mais em relação a um domínio monárquico, mas independência nas mais diversas áreas da vida – independência financeira, profissional, etc. Assim, é lógico pensar que o ser humano foi criado para ser independente, certo? Na verdade não. O ser humano foi criado para ser plenamente dependente. Vejamos o texto de Gênesis 2.15-17 e 3.6:
O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo. E o Senhor Deus ordenou ao homem: "Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá". (...) Quando a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejável para dela se obter discernimento, tomou do seu fruto, comeu-o e o deu a seu marido, que comeu também.
Deus criou o primeiro ser humano e então lhe dispôs todos os frutos das árvores do jardim, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Comer dos frutos permitidos significava dependência de Deus – crer que aqueles frutos lhe seriam plenamente suficientes para o seu sustento e que não era preciso comer do fruto proibido. Ir além e comer o que não era permitido significava buscar ser independente de Deus – ou seja, crer que o sustento dado por Deus por meio dos frutos permitidos não seria suficiente.
O homem buscou ser independente e esta busca lhe trouxe morte. As palavras de Deus foram bem claras: “no dia em que dela comer, certamente você morrerá”. Pois foi exatamente o que aconteceu. Não uma morte física, é verdade, mas uma muito pior – uma morte espiritual. Com o ato de desobediência e busca por independência de Adão e Eva, ambos passaram a ser condenados à morte eterna. O pecado da busca por independência de Deus deles fez com que toda a humanidade que viria a existir estivesse condenada à morte eterna. O interessante é que dentre as árvores a que eles tinham acesso estava a árvore da vida (Gênesis 3.22). Na dependência eles tinham a vida e na independência a morte.
No entanto, não podemos culpar apenas Adão e Eva pela condenação de toda a humanidade. Todos somos responsáveis pela nossa desobediência – pela nossa busca por independência. Mas, Deus nos ama de tal forma que enviou seu Filho, Jesus, para morrer em uma cruz para nos livrar da morte e trazer vida eterna. Na sua obediência e dependência até a morte ele trouxe vida aos que creem nele. Estes, por sua vez, não devem buscar mais nenhuma forma de independência, mas uma dependência completa de Deus. O sacrifício de Cristo restaura o relacionamento perdido no ato de Adão e Eva, àqueles que reconhecem seus pecados e entregam-se por completo à vontade de Deus. Ou seja, àqueles que buscam tornar-se novamente dependentes por meio do sacrifício de Jesus.
E você – como está sua situação? Você busca dependência ou morte? Em sua vida financeira, profissional, familiar, pessoal, amorosa, sexual, alimentar, etc. você tem buscado independência ou dependência total de Deus? Saiba que em tudo devemos ser dependentes Dele e isto não é algo ruim. Quando dependemos de Deus podemos ter a segurança de que as suas ordens nos livraram da morte e nos trarão vida e felicidade. Quando, porém, andamos de forma independente, o fruto que colhemos leva à morte, dor e desgraças.
Hoje pode ser o seu dia da dependência. Entregue sua vontade à Deus; entregue seus planos e ideias a Ele; entregue-se completamente a Cristo. Dê hoje o seu grito de dependência – clame a Deus: “Dependência ou morte!”
Deus o abençoe!
Por: Pr Cléber Ribas
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