terça-feira, 14 de outubro de 2014

Mãos à obra? Nem pensar!

Você já leu o relato da Torre de Babel? É um relato bastante interessante. Aliás, a Bíblia toda é interessante e rica de ensinamentos - faz bem à saúde! Mas, é sobre a Torre que gostaria de falar hoje. O texto se encontra em Gênesis 11.1-9: "No mundo todo havia apenas uma língua, um só modo de falar. Saindo os homens do Oriente, encontraram uma planície em Sinear e ali se fixaram.Disseram uns aos outros: 'Vamos fazer tijolos e queimá-los bem'. Usavam tijolos em lugar de pedras, e piche em vez de argamassa. Depois disseram: 'Vamos construir uma cidade, com uma torre que alcance os céus. Assim nosso nome será famoso e não seremos espalhados pela face da terra'.
O Senhor desceu para ver a cidade e a torre que os homens estavam construindo. E disse o Senhor: 'Eles são um só povo e falam uma só língua, e começaram a construir isso. Em breve nada poderá impedir o que planejam fazer. Venham, desçamos e confundamos a língua que falam, para que não entendam mais uns aos outros'. Assim o Senhor os dispersou dali por toda a terra, e pararam de construir a cidade. Por isso foi chamada Babel, porque ali o Senhor confundiu a língua de todo o mundo. Dali o Senhor os espalhou por toda a terra
".
Quando lemos este texto, nos deparamos com a situação de Deus desejando descer à terra e confundir a língua dos homens para que não entendam mais uns aos outros por que senão nada poderia impedir o que planejavam fazer. Ao ler este texto o nosso questionamento natural é: Deus estava com medo? Com ciúme? Por acaso Deus estava agindo como vemos em novelas - alguém querendo "passar a perna" no companheiro de trabalho para que ele não ganhasse a promoção? Seria Deus um trapaceiro?
Pois é, esta pode ser a nossa primeira impressão ao ler o texto. No entanto, não é o que parece. Deus não está querendo sabotar o crescimento dos homens ou coisa parecida. Este relato pode ser entendido com um exemplo: a torre de Babel da tecnologia e do progresso. Atualmente o homem constrói uma gigantesca torre. A tecnologia se desenvolve a passos largos, bem como a ciência. E neste processo o homem passa a ver-se quase como um deus. Aliás, muitos hoje já se veem como tal - basta ver as novas filosofias que têm surgido aos montes. Ou seja, o homem tornou-se orgulhoso assim como quando desejou criar uma grande torre.
O problema no caso da Torre de Babel não estava no progresso perceptível na introdução do uso de tijolos e piche ao invés de pedras e argamassa. O problema também não estava na construção de uma torre. Da mesma forma a tecnologia e a ciência não são um problema para a humanidade. O grande problema é o orgulho e o antropocentrismo. Quando Deus diz que nada poderia impedir o ser humano, diz em outras palavras, "se eles já estão se achando por fazerem tijolos, imagina se construírem uma torre gigante com estes tijolos. Aí sim é que ninguém vai segurar o orgulho deles". E não é assim que o mundo está atualmente? O que mais nós vemos é pessoas colocando Deus no banco dos réus e julgando Suas atitudes. Deus é mau por criar o inferno, o cristianismo é injusto, a Bíblia é só um livro e assim vai. São tantos os julgamentos do homem para com Deus. Ou seja, a humanidade se acha mais importante do que Deus. Estamos criando uma nova Torre de Babel.
No entanto, Deus hoje não age mais de forma generalizada. Ele age em cada indivíduo. ele não vai nos confundir a língua ou coisa parecida. Ele dá a chance de que cada um deixe de lado o seu orgulho, largue a sua colher de pedreiro e pare de construir a torre. E todo aquele que reconhece que Deus é Deus, deixa de julgar a Deus mas percebe que se julgado seria condenado e, portanto, precisa da ação de Deus para ser salvo da condenação por seus pecados, é perdoado.
E você? Está construindo esta torre também? Cuidado! Quanto maior a torre, maior a queda. Deixe esta obra de lado e deixe Deus fazer a Sua obra em sua vida.
Deus o abençoe!

Por: Pr Cléber Ribas

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Dormindo

Blog voltando à ativa de pois de um tempo sem postagens. Voltando hoje com um texto do Devocional Presente Diário, antigo Pão Diário, da Rádio Transmundial.

Leitura Bíblica: Atos 20.7-12

Desperta, ó tu que dormes ... e Cristo resplandecerá sobre ti (Ef 5.14).

Como é bom descansar após um dia de trabalho, recuperando nossas forças! Ao mesmo tempo, como é difícil quando não conseguimos pegar no sono – o tempo parece custar a passar! Uma boa noite de sono é muito importante para a saúde – ajuda até nossa memória. Boa parte de nossa disposição quando acordamos depende de como dormimos.

No texto de hoje, um jovem não aguentou ouvir Paulo por tanto tempo e acabou dormindo. Isso não seria problemático se ele não estivesse sentado em uma janela! Isso faz lembrar que em nossa vida muitas vezes podemos “dormir” espiritualmente. Há alguém falando de Cristo e da possibilidade de um relacionamento íntimo com Deus, mas não conseguimos – ou não queremos – ouvir. O cansaço ou a falta de interesse leva os pensamentos para longe... Pior, nem percebemos que estamos num lugar perigoso! Não conseguimos enxergar muito bem e não compreendemos a gravidade de nossa situação. A vida parece um sonho, mas na verdade seu final é um pesadelo.

Muitas vezes, o que nos faz acordar é uma “queda”: fomos longe demais e a situação finalmente ficou clara. Não era o que parecia. Felizmente, há uma saída. Com Deus, podemos ter vida nova e verdadeira. Aquele jovem teve uma “segunda chance” quando foi ressuscitado por Paulo. Imagino que, a partir dali, não ficou mais se arriscando como antes, para não cair novamente. Da mesma forma, quando entregamos nossa vida a Cristo, não vamos querer voltar à velha vida. Estamos despertos e não vamos mais deixar a vida passar enquanto dormimos. Agora que os “olhos do nosso coração” foram iluminados (Ef 1.18), não seremos mais imprudentes. Não abriremos mão da vida plena e eterna com Deus. Nosso compromisso passa a ser agradar ao nosso Senhor, por meio de uma vida transformada por ele.

E você, anda dormindo espiritualmente? O tempo passa, mas você prefere não pensar em sua vida com Deus? Está na hora de despertar! – Vanessa Weiler Ribas

Dormir bem pode ser bom, despertar bem é melhor.

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quinta-feira, 24 de abril de 2014

O nome de Jesus

Você com certeza já ouviu que o que for pedido em nome de Jesus será recebido. Aliás, hoje em dia isto está muito propagado por pregadores que afirmam que o cristão deve prosperar em todas as áreas da vida. Jesus afirma em João 14.13-14 que o que fosse pedido em nome dele, ele faria. No entanto, em Atos 19.13 nós vemos alguns homens que foram expulsar um demônio “em nome de Jesus a quem Paulo prega” e não só não são bem sucedidos como ainda apanham do endemoniado. Aí vem a dúvida: mas Jesus não daria o que fosse pedido em seu nome? Ou eles não pediram em seu nome? Afinal, o que significa pedir algo em nome de Jesus?
Pois bem, na Bíblia a expressão “em nome de Jesus” aparece em algumas ocasiões, como em Atos 2.38, em referência ao batismo em nome de Jesus, em Atos 3.6 na ocasião da cura de um paralítico, em Atos 9.27 na afirmação de que Paulo havia pregado em nome de Jesus, em um exorcismo no texto de Atos 16.18 e em 1 João 2.12 onde há a afirmação de que os pecados do crente são perdoados graças ao nome de Jesus. Já Jesus usa a expressão “em meu nome” algumas tantas vezes. Destaco aqui os textos de Mateus 18.5 (receber uma criança em seu nome), Mateus 18.20 (dois ou três reunidos em seu nome), Marcos 9.41 (dar um copo d’água em seu nome) e João 14.13-14; 15.16, 23-24 (pedir em seu nome).
Fazer algo em nome de alguém no sentido bíblico não é apenas usar uma expressão pra encerrar uma oração, como uma palavra mágica que, quando usada, concede o que se deseja. Significa ser um representante de alguém. Por exemplo a questão de usar o nome de Deus em vão. Muita gente afirma que não se pode falar “Deus me livre”, por exemplo, pois é usar o nome de Deus em vão. Pois se assim fosse, o que não se poderia falar é “Javé me livre”, uma vez que este é seu nome apresentado na Bíblia. No entanto, a ideia neste caso é de não usar a Deus como sendo algo que valide a sua ideia ou promessa, por exemplo. Algo como: “Deus é minha testemunha de que...” quando se trata de uma mentira, por exemplo. A pessoa está usando o nome (o caráter, digamos assim) de Deus em vão.
Da mesma forma ocorre com a questão do nome de Jesus na Bíblia. O nome de Jesus (a expressão) tem a ver com o caráter dele – ser um representante dele. Assim, fazer, falar ou pedir algo em nome de Jesus significa sempre falar, fazer ou pedir o que ele quer. É como uma procuração – é para os devidos fins do interesse de quem é representado. E isso implica em três coisas: 1) só pode pedir algo em nome de Jesus alguém que recebeu este direito dele, ou seja, aqueles que agora pertencem a Cristo podem pedir algo em seu nome, pois verdadeiramente o representam – o que não era o caso daqueles jovens que apanharam do endemoniado. 2) aquele que pede algo a Deus Pai, em nome de Jesus, só receberá se pedir o que o próprio Jesus deseja. Ninguém que recebe uma procuração para vender um veículo em nome de outro pode vender também sua casa. Assim, aquilo que pedimos em nome de Jesus (ou seja, aquilo que Jesus quer que seja nos dado) receberemos. 3) Fazer, falar ou pedir algo em nome de Jesus significa também ser o seu representante nestes assuntos. Alguém com uma procuração em nome de outro, o representa. Assim, o cristão é um representante de Jesus na terra, e deve representar bem os desejos dele. Não são mais os seus próprios desejos que importam, mas os de Cristo – estes devem ser buscados.
Assim, pedir algo em nome de Jesus é o mesmo que buscar a sua vontade – nada mais que isso. Ou seja, não adianta de nada pedir para ser rico, em nome de Jesus (como uma palavra mágica) quando o desejo de Jesus é que você viva apenas com o necessário e ajude uma instituição de caridade com o restante, por exemplo. Ou pedir um marido ou namorado quando Cristo deseja que você primeiramente aprenda a amá-lo acima de tudo. Que tal pedir um pouco mais em nome de Jesus em nossas orações e menos segundo a nossa vontade?

Por: Pr Cléber Ribas

sábado, 19 de abril de 2014

Três dias depois...

No domingo bem cedo, as mulheres foram ao túmulo, levando os perfumes que haviam preparado. Elas viram que a pedra tinha sido tirada da entrada do túmulo. Porém, quando entraram, não acharam o corpo do Senhor Jesus e não sabiam o que pensar. De repente, apareceram diante delas dois homens vestidos com roupas muito brilhantes. E elas ficaram com medo, e se ajoelharam, e encostaram o rosto no chão. Então os homens disseram a elas: —Por que é que vocês estão procurando entre os mortos quem está vivo? Ele não está aqui, mas foi ressuscitado. Lembrem que, quando estava na Galiléia, ele disse a vocês: “O Filho do Homem precisa ser entregue aos pecadores, precisa ser crucificado e precisa ressuscitar no terceiro dia”. Então as mulheres lembraram das palavras dele e, quando voltaram do túmulo, contaram tudo isso aos onze apóstolos e a todos os outros. Essas mulheres eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago. Estas e as outras mulheres que foram com elas contaram tudo isso aos apóstolos. Mas eles acharam que o que as mulheres estavam dizendo era tolice e não acreditaram. Porém Pedro se levantou e correu para o túmulo. Abaixou-se para olhar e viu somente os lençóis de linho e nada mais. Aí voltou para casa, admirado com o que havia acontecido. Naquele mesmo dia, dois dos seguidores de Jesus estavam indo para um povoado chamado Emaús, que fica a mais ou menos dez quilômetros de Jerusalém. Eles estavam conversando a respeito de tudo o que havia acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus chegou perto e começou a caminhar com eles, mas alguma coisa não deixou que eles o reconhecessem. Então Jesus perguntou: —O que é que vocês estão conversando pelo caminho? Eles pararam, com um jeito triste, e um deles, chamado Cleopas, disse: —Será que você é o único morador de Jerusalém que não sabe o que aconteceu lá, nestes últimos dias? —O que foi? —perguntou ele. Eles responderam: —O que aconteceu com Jesus de Nazaré. Esse homem era profeta e, para Deus e para todo o povo, ele era poderoso em atos e palavras. Os chefes dos sacerdotes e os nossos líderes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. E a nossa esperança era que fosse ele quem iria libertar o povo de Israel. Porém já faz três dias que tudo isso aconteceu. Algumas mulheres do nosso grupo nos deixaram espantados, pois foram de madrugada ao túmulo e não encontraram o corpo dele. Voltaram dizendo que viram anjos e que estes afirmaram que ele está vivo. Alguns do nosso grupo foram ao túmulo e viram que realmente aconteceu o que as mulheres disseram, mas não viram Jesus. Então Jesus lhes disse: —Como vocês demoram a entender e a crer em tudo o que os profetas disseram! Pois era preciso que o Messias sofresse e assim recebesse de Deus toda a glória. E começou a explicar todas as passagens das Escrituras Sagradas que falavam dele, iniciando com os livros de Moisés e os escritos de todos os Profetas. Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez como quem ia para mais longe. Mas eles insistiram com ele para que ficasse, dizendo: —Fique conosco porque já é tarde, e a noite vem chegando. Então Jesus entrou para ficar com os dois. Sentou-se à mesa com eles, pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e deu a eles. Aí os olhos deles foram abertos, e eles reconheceram Jesus. Mas ele desapareceu. Então eles disseram um para o outro: —Não parecia que o nosso coração queimava dentro do peito quando ele nos falava na estrada e nos explicava as Escrituras Sagradas? Eles se levantaram logo e voltaram para Jerusalém, onde encontraram os onze apóstolos reunidos com outros seguidores de Jesus. E os apóstolos diziam: —De fato, o Senhor foi ressuscitado e foi visto por Simão! Então os dois contaram o que havia acontecido na estrada e como tinham reconhecido o Senhor quando ele havia partido o pão. Enquanto estavam contando isso, Jesus apareceu de repente no meio deles e disse: —Que a paz esteja com vocês! Eles ficaram assustados e com muito medo e pensaram que estavam vendo um fantasma. Mas ele disse: —Por que vocês estão assustados? Por que há tantas dúvidas na cabeça de vocês? Olhem para as minhas mãos e para os meus pés e vejam que sou eu mesmo. Toquem em mim e vocês vão crer, pois um fantasma não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho. Jesus disse isso e mostrou as suas mãos e os seus pés. Eles ainda não acreditavam, pois estavam muito alegres e admirados. Então ele perguntou: —Vocês têm aqui alguma coisa para comer? Eles lhe deram um pedaço de peixe assado, que ele pegou e comeu diante deles. Depois disse: —Enquanto ainda estava com vocês, eu disse que tinha de acontecer tudo o que estava escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos livros dos Profetas e nos Salmos. Então Jesus abriu a mente deles para que eles entendessem as Escrituras Sagradas e disse: —O que está escrito é que o Messias tinha de sofrer e no terceiro dia ressuscitar. E que, em nome dele, a mensagem sobre o arrependimento e o perdão dos pecados seria anunciada a todas as nações, começando em Jerusalém. Vocês são testemunhas dessas coisas. E eu lhes mandarei o que o meu Pai prometeu. Mas esperem aqui em Jerusalém, até que o poder de cima venha sobre vocês. Então Jesus os levou para fora da cidade até o povoado de Betânia. Ali levantou as mãos e os abençoou. Enquanto os estava abençoando, Jesus se afastou deles e foi levado para o céu. Eles o adoraram e voltaram para Jerusalém cheios de alegria. E passavam o tempo todo no pátio do Templo, louvando a Deus.
(Lucas 24:1-53)

quarta-feira, 26 de março de 2014

Família: o primeiro ministério

O tema da Convenção Batista Brasileira para 2014 – Família, o ideal de Deus para o ser humano – é uma das grandes prioridades de Missões Mundiais. Investir na família missionária, desde o treinamento até o retorno do campo, é investir na expansão do evangelho, cuidando para que famílias cristãs bem estruturadas sejam capazes de anunciar o reino de Deus até os confins da Terra.

Há 29 anos o Pr. Guy Key, missionário da International Mission Board no Brasil, participa das Assembleias da CBB, e ele diz que os preletores em João Pessoa este ano falaram ainda mais ao seu coração.

Atento às mensagens, ele reforçou ainda mais seu pensamento de que para sermos mais eficazes na obra missionária, precisamos ter famílias ajustadas. E que ele e sua esposa, Helena, têm um grande carinho pelas famílias missionárias da JMM, contribuindo com o que podem para elas. Como pastor, missionário, marido, pai, considera a família como primeiro ministério.

“Muitas pessoas querem barganhar com Deus, prometem fazer a sua obra se Ele cuidar de sua família. Não se barganha com Deus. Temos que entender que nossos primeiros compromissos devem ser com a família”, diz Guy.

Seguindo este pensamento, a JMM oferece todos os cuidados necessários às famílias missionárias. O gerente de Missões da JMM, Pr. Alexandre Peixoto, lembra que não é possível fazer missões sem a família missionária. Já no início do processo de seleção de missionários, são identificadas famílias sadias, bem estruturadas. Durante o treinamento, os casais e seus filhos recebem orientações específicas.

“O primeiro conselho que damos ao casal é que sua família é o primeiro campo missionário com o qual eles devem se preocupar. Desde o início do processo nós monitoramos a aculturação dos missionários e seus filhos”, diz o Pr. Alexandre.

Missões Mundiais se preocupa até com detalhes aparentemente simples, mas que fazem muita diferença quando se está longe de amigos, familiares, em outra cultura. Além de cuidar para que os filhos de missionários frequentem uma escola de qualidade, a JMM também se esforça para que essas crianças tenham em sua casa no campo missionário um quarto semelhante ao que tinham no Brasil.

“Hoje a JMM investe na atenção às famílias missionárias retirando-as a cada dois anos para um retiro espiritual. Também temos um programa específico para as crianças”, revela o Pr. Alexandre.

A importância do cuidado com a família é mencionada pelo Pr. Guy com um exemplo do missionário inglês William Carey, o chamado “pai das missões modernas”. Em 2013, Guy visitou a Índia em companhia do diretor executivo de Missões Mundiais, Pr. João Marcos B. Soares.

Foi na igreja onde Carey foi pastor, em Calcutá, que eles souberam de um fato curioso. O atual pastor daquela igreja lhes contou que, em 2012, sobre a família Carey. Ele ficou surpreso quando uma senhora de cerca de 50 anos, vinda da Austrália, parente do saudoso missionário, se declarou budista.

Para os pastores, foi uma grande tristeza saber que o legado do famoso missionário se perdeu após algumas gerações. Eles consideram que, em algum momento da história dos Carey, faltou o cuidado com a família. 

“Eu quero que a minha família multiplique e dê frutos para o reino de Deus”, encerra Guy.

Retirado de: http://www.jmm.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5445&Itemid=275

quinta-feira, 20 de março de 2014

Encontrão de mulheres e vídeo da campanha de missões

Olá pessoal... Postagem dupla hoje pra vocês.

Primeiramente um aviso às mulheres:

ENCONTRÃO DA MCA – ASSOCIAÇÃO SUDOESTE
Data: 12 de abril
Horário: 9h às 16h
Tema: A família cristã nos dias atuais
Preletor: Pr. Luciano Batista de Souza
Local: PIB Dois Vizinhos (Rua Prudente de Moraes, 771)
Obs.: o almoço será nas proximidades da igreja, com preço especial.

E o vídeo da campanha de missões mundiais deste ano:


sábado, 8 de março de 2014

Mês de missões mundiais


Olá meu querido! A partir desta semana, a Igreja Batista Central estará respirando missões mundiais. Todas as mensagens dos cultos serão sobre o assunto e aqui no blog não será diferente. Vamos entrar em campo com tudo para que mais pessoas possam ser mais que vencedoras!
Portanto, fique atento nas próximas semanas, pois irei postar aqui explicações sobre missões, histórias, textos e mais. Que Deus o abençoe e bom fim de semana!

Pr Cléber Ribas

sábado, 1 de março de 2014

Pensamos o suficiente quando lemos a Bíblia?

“Todos nós temos uma tendência a pensar que o mundo deve estar de acordo com os nossos preconceitos. A visão oposta envolve algum esforço de pensamento, e a maioria das pessoas iria morrer antes de pensar - na verdade, é o que fazem.”1 A frase é do matemático e filósofo ateu Bertrand Russell (1872-1970). É cutucão oportuno para que cristãos e não cristãos se perguntem se pensam – o suficiente, talvez – quando leem a Bíblia.

Arthur L. Schawlow, prêmio Nobel de Física de 1981, considerou que “somos afortunados em termos a Bíblia, e especialmente o Novo Testamento que nos fala sobre Deus em termos humanos muito acessíveis, embora também nos deixe algumas coisas difíceis de entender.”2 Schawlow via na Bíblia valiosa fonte de conhecimento, da qual não se usufrui sem significativo envolvimento da mente, visto que ela também nos deixa “algumas coisas difíceis de entender.”

Obviamente há os que preferem não ler a Bíblia; desses, muitos se julgam capazes, mesmo assim, de opinar sobre o cristianismo. No meio acadêmico a situação é particularmente curiosa. O Prof. John Suppe, da Universidade de Princeton, membro da Academia Nacional de Ciências dos EUA, parafraseou o que lhe caiu como raio em certa ocasião na capela universitária de Princeton, ainda antes de se tornar cristão convicto: “Vocês [professores e estudantes] conhecem muito bem o seu negócio acadêmico. Mas seu conhecimento do cristianismo é de jardim da infância.”3 Pois para conhecer a proposta cristã é preciso ler e entender – ao menos até certo ponto – o relato bíblico.

Quando lemos a Bíblia, a reflexão cuidadosa – como acontece também em ciência – precisa proceder em estrita conformidade com a natureza objetiva do que está sendo lido e estudado. Assim, por exemplo, é preciso dar aos evangelhos (a parte da Bíblia que trata da história de Jesus) a oportunidade de comunicar sua mensagem; e Jesus precisa ser entendido de acordo com seu próprio discurso. Por isso não “vale” ler passagens bíblicas desconsiderando o contexto, inclusive as intenções nele expressas, ou ainda munido de preconceitos ou premissas especulativas. O evangelho de Lucas, por exemplo, precisa ser lido como um texto escrito pelo motivo exposto logo no seu início. Ali, Lucas informa a Teófilo, seu primeiro leitor, que lhe “pareceu conveniente, após acurada investigação de tudo desde o princípio, escrever de modo ordenado... para que verifiques a solidez dos ensinamentos que recebeste.” (Lucas 1.1-4) Semelhantemente, o
evangelho de João precisa ser lido considerando que foi escrito “para que vocês creiam que Jesus é o Messias, o Filho de Deus. E para que, crendo, tenham vida por meio dele” (João 20.31). Da mesma forma, é imprescindível lembrar que o Novo Testamento é portador de informação de “testemunhas oculares” (2 Pedro 1.16). E assim por diante.

Com relação ao discurso de Jesus, principal veículo da mensagem do Cristianismo, percebe-se que ele:

- É desafiador: “Eu lhes mostrarei a que se compara aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras e as pratica. É como um homem que ao construir uma casa, cavou fundo e colocou os alicerces na rocha. Quando veio a inundação, a torrente deu contra aquela casa, mas não a conseguiu abalar, porque estava bem construída. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica, é como um homem que construiu uma casa sobre o chão, sem alicerces. No momento em que a torrente deu contra aquela casa, ela caiu, e a sua destruição foi completa” (Lucas 6.47-49).

- É relacional: “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor... O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros como eu os amei” (João 15.9 e 12).

- Não é endereçado aos autossuficientes: “Respondeu-lhes Jesus: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos; eu não vim chamar justos, mas pecadores, ao arrependimento” (Lucas 5.31-32).

- É voltado à satisfação e segurança do homem: “O ladrão vem apenas para furtar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente.” (João 10.10). Disso pode resultar em nós a “confiança em que Deus me será fiel em qualquer situação da vida, e em que Ele é o garantidor e o fundamento da minha vida, de forma que minha vida não mais poderá perder seu sentido.” Esse foi o testemunho do Prof. Helmut Thielicke (1908-1986), ex-reitor da Universidade de Hamburgo.

O chamado de Jesus na passagem de Lucas 5 mencionada anteriormente, e suas consequências são explicadas com maior detalhe por Paulo de Tarso:

- “... deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês.” (Romanos 12.2)

- “É preciso que o coração e a mente de vocês sejam completamente renovados.” (Efésios 4.23)

É por isso que a leitura da Bíblia nos leva a “ler” nossa mente de forma crítica, e a reconheceremos nela não o instrumento soberano ao qual tudo se deve submeter, mas o grande instrumento que precisa da “completa renovação” operada por Deus, o soberano. A Bíblia e a mente: precisamos de uma para ler a outra.

Notas
1. Bertrand Russell – The ABC of Relativity, 1a edição, 1925.
2. Em H. Margenau e R.A. Varghese (editores) – Cosmos, bios, theos, Open Court, Chicago, 1992. ISBN 0812691865.
3. John Suppe – “Odinary memoir,” em P. M. Anderson (editor), Professors Who Believe, InterVarsity Press, 1998.

Karl Heinz Kienitz
Mora em São José dos Campos (SP), onde trabalha como professor de Engenharia. Escreve sobre Fé e Ciência em seu blog pessoal.

Retirado de: http://www.ultimato.com.br/conteudo/pensamos-o-suficiente-quando-lemos-a-biblia?__akacao=1795337&__akcnt=ea590894&__akvkey=a6ee&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Newsletter+%DAltimas+187+-+04%2F02%2F2014

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

E a família, como vai?

Josué era um grande homem de Deus. A primeira coisa que lembramos dele é de sua atitude, juntamente de Calebe, de opor-se aos outros 10 espiões enviados por Moisés por ordem de Deus para conferir como era a terra que deveriam conquistar, que instigaram o povo a não confiar no Senhor e assim conquistar a Terra Prometida. Josué e Calebe permaneceram fiéis e confiantes na palavra do Senhor de que aquela terra seria deles. No entanto, uma vez que o povo não entrou naquele momento, ele acompanhou pacientemente ao povo e a Moisés durante a peregrinação no deserto e aprendeu a liderar com ele. Em muitos momentos podemos ver Josué próximo de Moisés em algum acontecimento importante.

Bem por isso, quando chegam os dias finais de Moisés, Deus designa Josué como o novo líder do povo – aquele que iria levá-los à conquista da terra sonhada. E Josué guia o povo em grandes batalhas, conseguindo avançar por todo o território inimigo. Ainda restavam alguns locais a serem plenamente conquistados, é verdade, mas Josué havia cumprido sua missão e agora era hora de tomar uma grande decisão. Chegamos então ao capítulo final do livro de Josué – Josué 24.

O texto começa dizendo, no versículo 1: “Josué reuniu todas as tribos de Israel em Siquém. Convocou as autoridades, os líderes, os juízes e os oficiais de Israel, e eles compareceram diante de Deus”. Josué reuniu todas as tribos e então Deus falou através dele, resumindo a história, desde Abraão até o momento em que estavam. Era fundamental lembrar os israelitas de que o fato de estarem naquele local era plano de Deus e este já vinha sendo posto em prática há muito tempo.

Então, nos versículos 14 e 15 Josué fala ao povo: "Agora temam o Senhor e sirvam-no com integridade e fidelidade. Joguem fora os deuses que os seus antepassados adoraram além do Eufrates e no Egito, e sirvam ao Senhor. Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor".

Os hebreus eram um povo idólatra, ou seja, eles se apegavam facilmente a qualquer um que fosse visto como um deus e então o adoravam, prestavam cultos a ele, enfim, tinham-no como sendo o seu deus. Um exemplo claro disso é o caso do bezerro de ouro. Enquanto Moisés estava na presença do Senhor, o povo embaixo do monte juntava todos os seus artefatos de ouro e fundiam criando um bezerro e então, cultuaram a ele como se fosse o deus que os tirara do Egito. Por muitos outros momentos o povo acabou por seguir este mesmo procedimento.

Por isso, Josué diz ao povo que abandonasse os seus ídolos e se voltassem para Deus. Em outras palavras, eles deveriam abandonar tudo aquilo que os tirasse o foco de Deus. Hoje, nós sabemos que Cristo é a revelação máxima de Deus. Ou seja, ele é o próprio Deus. Assim, podemos entender que tudo aquilo que é para nós mais importante que Cristo, que pensamos mais que Cristo ou até que agradecemos por algo feito, a não ser Cristo, está tomando o lugar que é apenas dele. E é interessante que Josué deixa bem claro. É Deus ou os outros. Não há como servir a Deus e a outro alguém. Deus exige exclusividade.

Josué sabia bem disso. Por isso ele conclui seu raciocínio declarando que ele e sua família serviriam ao Senhor. Ou seja, em outras palavras: na minha casa só entra o Senhor! Ninguém mais! Josué declarou que não pouparia esforços para que toda sua família amasse ao Senhor mais que tudo e que não quisesse saber de mais ninguém. Em sua casa só haveria lugar para Deus.

Hoje em dia não há mais os muitos deuses que havia naquele tempo. No entanto outros surgiram e tem surgido mais a cada novo dia. Não que eles existam de verdade, mas como disse o reformador Martinho Lutero: onde está o seu coração ali está o seu deus. Ou seja, tudo aquilo ou todo aquele que lhe dedicar devoção, este é seu deus. Para muitos pode ser o seu trabalho, a sua família, a pesca, a televisão, o futebol, o dinheiro, o cantor famoso, o jogador de futebol, o pastor, uma pessoa que já se foi, etc. O padre Fábio de Melo há uns dias atrás afirmou que Cristo e ninguém mais deve ser o centro da vida do ser humano, da comunidade e de toda e qualquer experiência pessoal. E nisto eu concordo plenamente com ele.

Assim como Josué, é fundamental que em nossas casas só haja espaço para Deus. Somente Cristo deve tomar o centro de nossas vidas. Mais ninguém. Vejo diversas pessoas em vários segmentos cristãos que são curadas, arranjam um emprego ou algo de muito bom acontece e agradecem e engrandecem o nome de pastores, de padres, de pessoas que já se foram, como se estas pessoas tivessem algum poder para realizar qualquer coisa. E assim, novos bezerros de ouro vão surgindo a cada dia.

Confesso que já vi inúmeros casos de pessoas idolatradas. Tanto mortos quanto vivos. Já vi um caso em especial de um líder religioso que muitas pessoas nas cidades vizinhas procuravam, pois diziam ser um grande milagreiro e que muitos haviam sido curados por ele. Ora, a sua própria fama havia alcançado várias cidades, mas era mais que óbvio que as pessoas não procuravam a Deus, mas a ele. Pois, se as pessoas quisessem que Deus agisse por meio de alguém para lhes ajudar, porque não procuravam os ministros de Cristo em sua própria cidade? Acaso o Cristo dele era mais poderoso que o Cristo dos outros?

Por isso, meu querido, eu quero lhe deixar o convite para refletir sobre esta afirmação de Josué. Escolha hoje a quem irá servir. A quem você dedica sua devoção? A quem você agradece quando algo de bom acontece? A quem você recorre quando as coisas andam mal? Quem reina sobre a sua casa? Sobre a sua vida? Sobre a sua família?

Lembre-se: onde está o seu coração ali está o seu deus. Portanto, decida hoje a quem você irá servir. Mas eu e minha família serviremos, hoje e sempre, ao Senhor Deus; ao Cristo vivo que morreu em uma cruz para me salvar, mas que ressuscitou e hoje prepara uma morada para mim no Céu. Qual será a sua decisão?

Deus o abençoe!

Por: Pr. Cléber Ribas

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Matrix e a verdadeira vida

— Cristo salva de quê? Não estou morrendo afogado! — disse o colega, ao ver o plástico colado no vidro da minha Brasília.

Na hora, dei uma resposta padrão, evangelística. No entanto, senti que eu mesmo não conseguia verbalizar convincentemente um “Cristo salva” para gente como aquele colega. O que poderia ser dito ao jovem saudável, de família abastada e vida profissional promissora que o fizesse ver a necessidade de salvação? Dizer-lhe que nasceu em pecado; que o salário do pecado é a morte, mas que em Cristo pode ter vida abundante, se o receber em arrependimento e fé, como Senhor e Salvador de sua vida? Sim, certamente. Mas não sentiria estar comunicando adequadamente o evangelho. Precisava de uma parábola.

Quem poderia supor que ela adviria da trilogia Matrix? Pois veio. Assisti aos três filmes, aficionado que sou por tecnologia de ponta, ficção científica e efeitos especiais. Mas fiz uma leitura teológica, que gostaria de compartilhar.

Não sei se intencionalmente, Matrix versa sobre trevas e luz; perdição e resgate; escravidão e redenção.

Ao reagir à invasão alienígena de seres tanto mecânicos quanto orgânicos e espirituais, os humanos do futuro pensaram que poderiam cortar-lhes a fonte de energia, cobrindo o sol do planeta com uma nuvem atômica de proporções apocalípticas. Mas os invasores descobriram uma nova fonte de energia: os próprios seres humanos, agora cultivados em imensas plantações. Cada pessoa que nasce é colocada num casulo gosmento, e ligado a tubos que lhe fornecerão alimento e lhes extrairão calor do corpo. E os humanos passam suas vidas, de nenê a adulto, como baterias humanas, a energizar essa rede formidável.

O detalhe é o tubo que entra na cabeça de cada um, pela nuca. Por esse, hã, terminal, o sistema fornece a cada vítima um sonho, uma “vida”. O computador que tudo gerencia, chamado Matrix, lhe “fornece” estudos, trabalho, família, vida profissional e tudo o mais, instilado, como um filme, diretamente no cérebro. E as pessoas não têm consciência da realidade real: de que estão vegetando no casulo gosmento, em posição fetal. Quando morrem, ou perdem a “energia”, com a idade, são transformados em compostos alimentícios para os novos. Reciclagem. A cena da grande “plantação”, com sua malha de tubos e adutores é tétrica.

A história começa com um resgate. O líder de um pequeno grupo de pessoas “desplugadas”, que vive na realidade real, lutando contra os invasores, passara a vida à procura daquele que teria o dom de “ver” a Matrix, com seus mecanismos, programas e fraquezas. Teria, portanto, o poder de conduzi-los à vitória. Resgata, então, da Matrix um rapaz que, mesmo vivendo a vida fictícia fornecida pelo sistema, em seus sonhos tem visões da “realidade real” e desconfia da “realidade artificial” em que está. “Deve haver algo mais”, pensa ele. E, mesmo na vida alienada, torna-se um hábil hacker de computador, a invadir o sistema, roubar e vender informações sigilosas — informações sobre a verdadeira realidade, concluo eu — e a fugir da policia dos invasores.

Interessante: a tal ponto essa “vida” criada pela Matrix é “real” e satisfatória que muitos, ao serem “desplugados”, pedem para retornar. Não suportam a realidade real. Nesta, eles são renegados, vivendo nos escombros da civilização pós-cataclisma nuclear; naquela, eles eram ordeiros cidadãos, vivendo uma vida normal, organizada e prazeirosa.

E então, eu me dou conta da “parábola”; de que somos “escolhidos”; “desplugados” por Cristo de um sistema diabólico, onde já nascemos “mortos” (Ef 2:1) em uma “realidade falsa”. Imediatamente ouço novamente meu colega dizer: — Cristo salva de quê?

Pobre Moisés! Imagino-o tendo que suportar de seus irmãos, no Egito:

— Libertação de quê?

E a resposta “pouco convincente”:

— Desta vida falsa, desta vida de escravidão.

— E para aonde vamos, Moisés?

— No momento, para o deserto.


Texto de Rubem Amorese, reproduzido de http://www.amorese.com.br/hp/Blog/Entradas/2010/6/16_Matrix_e_a_verdadeira_vida.html

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Ajuda à Igreja Batista Boas Novas de Novo Hamburgo

Olá querido. Semana passada não deu pra atualizar o blog e essa semana estive esperando os vídeos da assembléia da convenção brasileira mas ainda não estão disponíveis. Mas creio que Deus direcionou para que fosse possível disponibilizar neste espaço o ocorrido com os irmãos de Novo Hamburgo e pedir àqueles que não estavam nos cultos na semana que orem pelos irmãos de lá. Se Deus assim direcionar, você pode também ajudar financeiramente com os irmãos.

O site da notícia:

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2014/01/temporal-desta-sexta-feira-derrubou-uma-igreja-em-novo-hamburgo-4406673.html

E o site para acompanhar a reconstrução e ajudar financeiramente:

http://reconstrucaodeboasnovas.com/blog/

Façamos a nossa parte conforme a direção de Deus. E que Ele o abençoe.
Bom fim de semana.

Por: Pr Cléber

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Rei Criador

Olá meu querido. Como está sua semana? Espero que bem.
Hoje eu quero deixar uma mensagem um pouco diferente - uma música. Tire 5 minutinhos apenas do seu tempo para ouvir essa música e refletir sobre a sua mensagem. Eu espero sinceramente que Deus fale ao seu coração por meio dela.
Deus o abençoe!

Pr Cléber


Rei Criador
Pib de Curitiba

Tu fizeste os montes e o mar,
Criaste o Universo e também a mim.
Voz que fez, do nada o mundo aparecer,
E agora vem meu coração encher
Meu rei criador

Tu fizeste os vales e o céu,
Meus olhos viram o Teu grande amor
mostrado a mim.
Ajustaste o amanhecer e os astros também.
Pelo nome cada um conheces bem
Meu Rei criador.

Quem sou eu,
que Te preocupas tanto assim.
Quem sou eu,
tanto amor tens dado a mim.
Meu Rei criador.

Tu fizeste as trevas e a luz,
Sol e lua para a terra iluminar.
As mãos que estenderam todo céu sem fim,
são as mesmas que hoje vem cuidar de mim.
Meu Rei Criador.

Quem sou eu,
que Te preocupas tanto assim.
Quem sou eu,
tanto amor tens dado a mim.
Quem sou eu,
que Te preocupas tanto assim.
Quem sou eu, tanto amor
tens dado a mim.

Meu Rei criador.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Crescendo para baixo

Você sonha? Não sonho no sentido literal, ou seja, enquanto dorme. Pergunto se você tem sonhos? Quais são eles? Hoje em dia muita gente tem sonhos. Há quem sonhe com riquezas, um carro caríssimo, uma promoção. Quem sabe até ser um milionário. Agora ainda mais, pois na internet, na TV, enfim, ouvimos aqui e ali sobre o Big Brother. Tanta gente faz tanta coisa para ser famoso – uma estrela. Afinal, você não conhece pessoas que querem ser o centro das atenções? Serem importantes? Estarem sob os holofotes o tempo inteiro?

Pois eu conheço gente assim. Eles não querem saber de Big Brother. Não dão autógrafos, nem nada parecido. Mas, eles querem poder. Ou melhor, queriam. Mas já vou falar sobre eles. Antes, gostaria de contar uma história. A história do Sr. Alceu, Alceu Dispor.

O Sr. Alceu era um trabalhador como poucos. E bem por isso foi contratado pela sua nova empresa. Seu cargo, vice-presidente. Um cargo de imensa importância. Um cargo desejado por muitos e com muitos privilégios. Alceu tinha tudo para ser um homem famoso! A estrela da empresa.

No entanto, Alceu tinha um objetivo totalmente incomum. O presidente da empresa até riu quando ouviu pela primeira vez. Mas, Alceu lutou tanto para alcançar que conseguiu. Qual era este objetivo? Já vou contar.

Com 1 ano de empresa, Alceu foi encontrar-se com seu superior. Ele disse: “Sr presidente, já faz um ano que estou trabalhando aqui na empresa. Tenho dado duro por todos esses dias e eu creio que poderia fazer um pedido”. O presidente logo lhe respondeu: “Já sei, Alceu. Você quer um aumento não é. É justo, pela forma como você tem atuado. Todos querem o seu cargo mas você supera a qualquer um. É justo!”. Alceu porém responde: “Muito obrigado. Fico bastante grato pelos elogios. Mas, eu não quero um aumento não. Eu gostaria de mudar de cargo”. E o presidente então se assusta e diz: “Você quer mudar de cargo? Mas, veja bem, após o seu cargo há apenas o meu.Você não está querendo pedir para eu lhe passar o meu cargo, não é?” E Alceu responde: “Não, Sr presidente, não é isso. Eu gostaria de ser gerente geral. Não há problemas em diminuir meu salário e as regalias”. O presidente riu e, após ver que não era brincadeira e tentar mudar a ideia de Alceu, em vão é claro, aceitou o seu pedido.

Alceu Dispor era um homem engraçado. Diferente de todos os outros. Como gerente ele era ainda melhor que vice-presidente. Parecia ter mais disposição. Passado mais um tempo, o presidente lhe chamou para perguntar como estava se saindo e quais seus planos futuros. Alceu respondeu: “Já que o Sr. Me perguntou, eu gostaria de mudar de cargo novamente. Eu gostaria de atuar como gerente apenas – não mais gerente geral”. O presidente, mais uma vez sem entender nada, teve de lhe negar o pedido, dizendo: “Você é um sujeito engraçado, Alceu. Mas, desta vez não vou poder atender o seu pedido, uma vez que recém contratamos dois novos gerentes. Não haveria vaga para você”. Então Alceu prontamente responde: “Mas, e como vendedor?” Havia uma vaga, e Alceu foi promovido a vendedor. Promovido? Para ele esta era a melhor palavra.

E quanto mais Alceu avançava em seu sonho, mais duro ele trabalhava. E menos conhecido ele ficava. No começo taxaram-no como louco. Depois, simplesmente se esqueceram dele. Alceu a cada ano conseguia seguir mais e mais em busca de seu objetivo. Cada vez com um salário menor e mais horas de trabalho. Ele saía cada vez mais exausto e cada vez mais feliz. Até que chegou o dia de realizar seu sonho. Alceu chegou diante do presidente da empresa para fazer o seu último pedido de mudança de cargo.

O presidente lhe disse: “Então Alceu, dez anos se passaram desde o seu primeiro pedido inusitado. Você já passou por quase todas as áreas desta empresa. E hoje você veio me pedir mais uma mudança, certo?” Alceu acenou com a cabeça, positivamente. E o presidente prosseguiu: “No começo eu achei estranha sua estratégia, mas agora eu entendo. Seu objetivo era conhecer pessoalmente a realidade de cada função para potencializar o trabalho de cada uma. E agora, você veio pedir para que eu lhe coloque novamente no local de destaque. Foi uma boa estratégia. Vou fazer isto”. Então Alceu respondeu: “Bem, Sr. Presidente. Eu confesso que seria uma boa estratégia. Mas não foi bem isso não. Eu vim pedir para chegar à função que eu objetivei desde o início. Eu quero ser ajudante de serviços gerais. Com o salário e o tempo de trabalho devido à função”. Então o presidente, sem entender, respondeu: “Não compreendo. Duas coisas, em especial. A primeira – por que você não buscou esta função logo no princípio?” E Alceu respondeu: “Por que ninguém consegue atravessar um rio nadando, se não der uma braçada de cada vez. Ninguém muda totalmente de uma hora pra outra. Eu precisava aprender a cada novo ano até alcançar este objetivo”. E o presidente respondeu: “Bem, faz sentido. Mas, qual o sentido deste seu sonho. Por que ocupar o cargo mais baixo de todos?”.

A resposta à história de Alceu? Você já vai saber. Mas, lembra daqueles de quem falei no começo que almejavam poder e destaque? Eles eram os discípulos de Jesus. Marcos 9.33-35 nos diz: “E chegaram a Cafarnaum. Quando ele estava em casa, perguntou-lhes: ‘O que vocês estavam discutindo no caminho?’ Mas eles guardaram silêncio, porque no caminho haviam discutido sobre quem era o maior. Assentando-se, Jesus chamou os Doze e disse: ‘Se alguém quiser ser o primeiro, será o último, e servo de todos’".

Os discípulos queriam destaque. Queriam a vice-presidência. Mas Jesus demonstra para eles que no Seu Reino não é assim que funciona. Tanto Alceu quanto os discípulos, um dia entenderam o que significava que ser o primeiro significava ser o último. A resposta está em Tiago 4.6, que diz: "Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes". É impossível receber algo se você acha que já tem tudo. É impossível receber perdão se você acha que não possui erros; que não tem pecados. É impossível receber um “muito obrigado” se você não ajudar alguém.

Além disso, é impossível reconhecer as necessidades dos outros se você não sabe a realidade deles. Não se trata de apenas conhecer a realidade dos outros, mas ver-se como igual. Paulo fala sobre isso em Filipenses, 2.4-8 quando diz: “Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!“.

Ninguém é melhor que ninguém. Ninguém é também pior que ninguém. Por isso Jesus disse que não veio para justos, mas pecadores. A cada dia mais e mais pessoas vão para o inferno todos os dias porque entendem que “não são perfeitas, mas nunca mataram ou roubaram”. Como se alguém fosse melhor que outro. Todos pecaram e estão separados da glória de Deus é o que nos diz a Bíblia. Não somente os que mataram e roubaram, mas todos. Todos somos pecadores. Mas aqueles que se veem como melhores e acham que merecem destaque, é que tem o pior fim. Cristo veio para pecadores. E é impossível alcançar graça se você acha que não é um. Por isso, não fique pensando em ser importante, rico, famoso ou coisa parecida. Preocupe-se em servir, em considerar os outros como dignos do seu serviço. Esvazie-se de todo orgulho e humilhe-se na Santa e perfeita presença de Deus reconhecendo seus pecados e alcançando perdão.

Deus abençoe!

Por: Pr Cléber Ribas

sábado, 11 de janeiro de 2014

Planos e promessas para o ano novo

Esta é a primeira mensagem do ano. E eu não poderia deixar de falar sobre o ano que começa. Nesta época eu costumo refletir sobre o ano que passou e principalmente pensar no ano que virá. Muitas pessoas tem o hábito de fazerem promessas a si mesmas de que farão isto ou aquilo no ano que inicia. Você fez alguma?
Pois é, nós temos por costume desejarmos fazer com que o ano que inicia seja diferente, que nossos objetivos sejam cumpridos, etc. No entanto, muitas vezes eles não o são, pois não são os mesmos objetivos que Deus deseja de nós. Por isso eu quero lhe propor que reflita comigo sobre os planos para 2014 e se possível, que você trace alguns planos para este novo ano.

E eu quero basear esta reflexão no Salmo 90 (1-17), que diz: “Senhor, tu és o nosso refúgio, sempre, de geração em geração. Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus. Fazes os homens voltarem ao pó, dizendo: "Retornem ao pó, seres humanos! " De fato, mil anos para ti são como o dia de ontem que passou, como as horas da noite. Como uma correnteza, tu arrastas os homens; são breves como o sono; são como a relva que brota ao amanhecer; germina e brota pela manhã, mas, à tarde, murcha e seca. Somos consumidos pela tua ira e aterrorizados pelo teu furor. Conheces as nossas iniqüidades; não escapam os nossos pecados secretos à luz da tua presença. Todos os nossos dias passam debaixo do teu furor; vão-se como um murmúrio. Os anos de nossa vida chegam a setenta, ou a oitenta para os que têm mais vigor; entretanto, são anos difíceis e cheios de sofrimento, pois a vida passa depressa, e nós voamos! Quem conhece o poder da tua ira? Pois o teu furor é tão grande como o temor que te é devido. Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria. Volta-te, Senhor! Até quando será assim? Tem compaixão dos teus servos! Satisfaze-nos pela manhã com o teu amor leal, e todos os nossos dias cantaremos felizes. Dá-nos alegria pelo tempo que nos afligiste, pelos anos em que tanto sofremos. Sejam manifestos os teus feitos aos teus servos, e aos filhos deles o teu esplendor! Esteja sobre nós a bondade do nosso Deus Soberano. Consolida, para nós, a obra de nossas mãos; consolida a obra de nossas mãos!”

Eu quero lhe levar a refletir sobre três coisas, tendo em vista este salmo, em relação ao ano que inicia. Primeiramente, o versículo 4 que diz: “mil anos para ti são como o dia de ontem que passou, como as horas da noite.” Você se lembra de tudo que lhe aconteceu no dia de ontem? Com quem você esteve, o que você fez ou pensou? Ou durante a noite, você lembra? Mas Deus lembra e para ele o ano de 2013 foi como uma parte do dia de ontem. Isto não significa que o tempo passa muito rápido para Deus, mas que Deus tem o tempo em suas mãos. Ele controla o tempo. Por isso, mil anos são para ele como um dia. Ele tem pleno conhecimento e controle sobre tudo que aconteceu, acontece e acontecerá. Assim sendo, podemos ter a certeza de que, aconteça o que acontecer, Deus não será pego de surpresa. Deus não será pego de surpresa com qualquer coisa que aconteça em nossas vidas. Ele tem o mundo em suas mãos. Da mesma forma, ele tem o tempo em suas mãos.

Por isso, podemos ter a certeza de que, se entregamos cada dia nas mãos de Deus ele cuidará, pois sabe o que nos acontecerá e está no controle de tudo. Se você dedica a sua vida neste ano e nos seguintes a Deus, com certeza ele irá atuar em sua vida para o seu bem, pois a Palavra nos diz que Deus age em todas as coisas para o bem dos que o amam. Você já passou alguns dias deste ano. Como foram estes dias? Você foi feliz nestes dias? Você sentiu a mão de Deus sobre a sua vida nestes dias? Você dedicou estes dias a Deus? Deus conhece os seus dias e se você quer ser bem sucedido, é fundamental que dedique eles a Deus.

A segunda coisa que destacar é o versículo 10, que diz: “Os anos de nossa vida chegam a setenta, ou a oitenta para os que têm mais vigor; entretanto, são anos difíceis e cheios de sofrimento, pois a vida passa depressa, e nós voamos!”. Nossos anos são anos difíceis. Quando olhamos para trás, vemos que tivemos muitas lutas e pesares nos anos que se passaram. Fomos felizes, é verdade, mas percebemos que muitos problemas também ocorreram. E quando percebemos, mais um ano se foi. O tempo passa voando. Os dias passam voando. Agora, no momento em que você está lendo esta mensagem, alguns dias já se passaram do ano de 2014. E como foram estes dias para você? Você teve dias tranquilos ou complicados?

O salmista nos diz: a vida passa depressa. Quantos anos você já viveu? Você já chegou aos setenta ou oitenta? E ainda mais, quantos anos de sua vida são ou foram completamente dedicados a Deus? A grande verdade é que o tempo voa. E quando achamos que tudo está bem o nosso tempo pode acabar. Quem pode garantir o que acontecerá em 2014? Quem pode garantir que sua vida durará até os 80 anos? Não podemos garantir estas coisas. No entanto, como falei anteriormente, nós podemos depositar os nossos dias nas mãos daquele que controla os dias. Deus sabe o que é melhor para mim e para você. Ele tem um plano para cada um de nós. Por isso, dedique os seus dias a Ele.

Não faça como certo homem de uma parábola contada por Jesus que gastou todos os seus dias acumulando bens e quando achou que poderia desfrutar deles sua vida chegou ao fim. Nem eu e nem você sabemos o que será de nós amanhã ou depois. Mas Deus sabe!

E por fim, eu quero destacar o versículo 12 que nos diz: ”Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria.” Esta oração do salmista é fundamental. Ensina-nos a contar os nossos dias. Para que? Para alcançar sabedoria. Uma vez que não sabemos o que o dia de amanhã nos guarda, podemos nos preparar para agirmos com sabedoria seja qual for o futuro. Podemos buscar sabedoria para enfrentar o amanhã. Podemos ser sábios no agir em cada momento em 2014. Mas para ter esta sabedoria é necessário aprender a contar os dias. Mas isto significa marcar os dias que passam em um calendário para contá-los? É preciso usar uma calculadora ou coisa parecida? Com certeza não! Pedir a Deus que ensine a contar os dias é o mesmo que aprender que os dias são poucos e por isso se faz necessário aproveitá-los bem.

Para que 2014 seja um ano abençoado, é necessário que você aproveite bem cada dia dele. Aproveite os seus dias, pois são poucos, assim como os meus ou de qualquer ser humano. Talvez você esteja pensando: ok pastor, eu entendi que tenho de dedicar meus dias a Deus, mas o que exatamente isso significa? Na prática, o que eu devo fazer? Pois bem, em primeiro lugar, ofereça a sua vida nas mãos de Deus para que ele faça com ela o que bem entender. Antes de mais nada é necessário reconhecer que por si só você não tem controle algum sobre seu futuro. É preciso reconhecer o quanto se é fraco e impotente para que o Deus forte e onipotente haja em nós. Por isso, reconheça que você precisa de Cristo para viver este ano; ore a Ele entregando a sua vida nas mãos dele e pedindo que ele lhe ensine a viver 2014 da forma correta. Além disso, comprometa-se a ler a Bíblia e orar com frequência. 2014 não será um ano na presença do Senhor se você ficar na presença dele apenas nos primeiros dias ou somente aos domingos.

Assim, vou concluindo esta mensagem lhe dizendo que, se você quer traçar planos e fazer promessas para 2014, que o seu compromisso seja viver todo o ano com Cristo, lendo a Bíblia e orando a cada dia. Assuma um compromisso com Deus de buscar a Ele nesse ano e seus planos não serão frustrados, se forem planos de acordo com a vontade Dele, pois os planos de Deus não podem ser frustrados.

Deus abençoe!

Por: Pr Cléber Ribas

UM CHAMADO A SEGUIR JESUS

“Depois de assim falar; acrescentou-lhe: Segue-me” Jo 21.19b O Evangelho de Jesus Cristo Segundo João, além de não ser considerado um e...